Projeto Pedagógico (versão 2011)
ProjetoPedagogicoEngCompMatriz2011_PROGRAD_VersaoPreliminar.pdf
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Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Computação
Curso de Engenharia de Computação
Projeto Pedagógico
2011
Maceió, junho de 2010
2
Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Computação
Curso de Engenharia de Computação
Projeto Pedagógico do Curso
Elaboração:
Equipe de professores e técnicos
administrativos
do
Instituto
de
Computação da Universidade Federal de
Alagoas
Coordenação do Projeto:
Fábio Cunha de Albuquerque
Maceió, junho de 2010
3
Sumário
Identificação do Curso.................................................................................................................................. 5
1. Introdução................................................................................................................................................. 6
2. Perfil do Egresso.......................................................................................................................................8
3. Competências, Habilidades e Atitudes..................................................................................................... 9
4. Conteúdos/Matriz Curricular.................................................................................................................. 11
4.1. Matriz Curricular...........................................................................................................................13
5. Ordenamento Curricular......................................................................................................................... 15
5.1. Ementas das Disciplinas.................................................................................................................20
5.2 Disciplinas Eletivas – ementas predefinidas..................................................................................38
6. Estágio Supervisionado...........................................................................................................................54
8. Atividades Complementares................................................................................................................... 56
9. Avaliação................................................................................................................................................ 58
9.1. Avaliação do Projeto Pedagógico.................................................................................................. 58
9.2. Avaliação dos Docentes.................................................................................................................. 58
9.3. Avaliação dos Discentes..................................................................................................................59
9.4. Considerações Finais da Avaliação do Aprendizado...................................................................59
4
Identificação do Curso
Nome do Curso:
Engenharia de Computação
Título Ofertado:
Engenharia de Computação
Reconhecimento:
Turnos:
Diurno.
Carga Horária:
3920 horas.
Duração:
Mínima: 10 semestres
Máxima: 14 semestres
Vagas:
60 anuais com duas entradas semestrais de 30 alunos.
Perfil: Engenheiro de Computação apto a ser um profissional capacitado para especificar, conceber,
desenvolver, integrar, implementar, adaptar, produzir, implantar e supervisionar
sistemas computacionais para o exercício das profissões na área de projeto de
Sistemas Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e Controle.
Campo de Atuação: Análise, Projeto e Desenvolvimento de Sistemas Computacionais, nas áreas de
Sistemas Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e Controle, assim
como prestação de consultoria sobre tais sistemas, incluindo aspectos de
implantação destes, em instituições públicas ou privadas, indústrias, comercio e
serviços, centros de pesquisas, tanto no âmbito local, regional, nacional ou
internacional.
5
1. Introdução
O Curso de Engenharia de Computação da UFAL, contempla as diretrizes de formação de
recursos humanos em Computação, estabelecidos pelo MEC/SESu, que especifica características próprias
de formação visando atender as necessidades da sociedade brasileira. Os cursos de Ciência da
Computação e Engenharia de Computação, segundo as diretrizes curriculares do MEC, têm como
objetivo a formação de recursos humanos para o desenvolvimento científico e tecnológico da área de
Computação.
De acordo com as recomendação encontradas nas diretrizes propostas pela Comissão de
Especialistas em Educação em Computação e Informática (CEEInf) do Ministério da Educação, o curso
de Engenharia de Computação possui as seguintes características:
1. São cursos cujos currículos possuem uma base teórica profunda em computação;
2. São cursos nos quais os alunos têm uma intensa atividade de estudos e exercícios extra-classe;
3. São cursos de formação tecnológica que visam o desenvolvimento tecnológico e, portanto,
pretendem ou devem estar cercados por um ambiente industrial/empresarial de computação;
4. São cursos em que a formação complementar visa conhecer um domínio de aplicação, fora da
área de computação, com vistas ao desenvolvimento de tecnologias (ferramentas) para a solução
dos problemas do domínio;
5. São cursos voltados não apenas para o mercado de trabalho imediato mas, principalmente, para
alavancar/transformar o mercado de trabalho, através da produção/geração de novas tecnologias;
6. São cursos em que os alunos são instados a participar dos projetos de pesquisas dos professores
na qualidade de alunos de iniciação científica;
7. São cursos em que seus professores estão engajados efetivamente na pesquisa
científica/tecnológica sendo, portanto, recomendável a inserção desses cursos em um ambiente de
pós-graduação e/ou de pesquisa na área;
8. São cursos recomendados para serem oferecidos no turno diurno;
9. São cursos de mercado de trabalho restrito;
10. São cursos em que os alunos devem ser estimulados a prosseguir estudos em nível de mestrado
e doutorado.
Os egressos desses cursos devem estar situados no estado da arte da Ciência e da Tecnologia da
Computação, de tal forma que possam continuar suas atividades na pesquisa, promovendo o
6
desenvolvimento científico, ou aplicando os conhecimentos científicos e promovendo o desenvolvimento
tecnológico do país.
Este projeto traz uma descrição do que se pretende como perfil do egresso conectado com
as principais competências e habilidades requeridas, refletindo uma matriz curricular apropriada e
condizente com tais pretensões. O projeto foi elaborado mantendo-se, principalmente, a coerência com as
Diretrizes Curriculares do MEC para o Curso de Engenharia de Computação.
O curso de Engenharia de Computação proposto tem por objetivo a formação teórica e
prática em engenharia computação, a fim de preparar adequadamente os seus alunos para atuar nos mais
diversos setores da Informática, conseguindo acompanhar suas evoluções, e também para ingressar em
programas de Pós-Graduação e Pesquisa.
A formação do aluno abrangerá a compreensão do campo científico da computação,
buscando a sua aplicação na solução de problemas da sociedade e no desenvolvimento de conhecimento e
tecnologias que permitam a evolução da computação.
O curso garantirá uma formação básica, habilitando os seus alunos a ganharem
competências e poder seguir com efetividade o curso nas matérias das áreas de conhecimento específicas
da computação de acordo com o perfil desejado pelo aluno. A formação abrangerá também o estudo dos
aspectos profissionais, éticos e sociais da engenharia de computação e de outras áreas do conhecimento,
como, por exemplo, matemática, física, administração, direito e outras, tal como recomendado nas
diretrizes propostas pela Comissão de Especialistas em Educação em Computação e Informática (CEEInf)
do Ministério da Educação, bem como a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que Institui
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia.
.
7
2. Perfil do Egresso
O Curso enfatiza uma formação profissional sólida, considerando uma forte integração entre as
áreas de software e hardware. Isso tudo, envolvendo conhecimentos em Ciência da Computação,
Eletrônica, Comunicações, Automação e Controle, fortalecido por uma base em engenharia, como
estabelecido pela Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia; estes conhecimentos necessários ao projeto de
Sistemas Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e Controle. Neste sentido, pretende-se que o
egresso do curso seja um profissional capacitado para especificar, conceber, desenvolver, integrar,
implementar, adaptar, produzir, implantar e supervisionar sistemas computacionais, em organizações
locais, regionais, nacionais, ou até mesmo internacionais. O mesmo se aplica a pesquisas científicotecnológicas.
8
3. Competências, Habilidades e Atitudes
Com base no perfil almejado para seu egresso, o Engenheiro de Computação deverá, dentre outras,
possuir as seguintes competências e habilidades:
1. especificar, conceber, desenvolver, integrar, implementar, adaptar, produzir, implantar e supervi
sionar;
2.
aplicar percepção espacial, raciocínio lógico e conhecimentos matemáticos, científicos,
tecnológicos e instrumentais na resolução de problemas de engenharia;
3.
projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados, avaliando criticamente ordens de
grandeza e significância de resultados numéricos;
4.
desenvolver e aplicar modelos matemáticos e físicos a partir de informações sistematizadas
e fazer análises críticas dos modelos empregados no estudo das questões de engenharia;
5.
conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
6.
planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
7.
identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
8.
desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
9.
supervisionar e avaliar criticamente a operação e manutenção de sistemas e processos;
10.
comunicar-se eficiente e sinteticamente nas formas escrita, oral e gráfica;
11.
atuar em equipes multidisciplinares;
12.
compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais;
13.
avaliar o impacto das atividades de engenharia no contexto social e ambiental;
14.
avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; e
15.
assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Quanto às competências profissionais específicas, o Engenheiro de Computação deve ser capaz de
fornecer respostas às necessidades dos setores que envolvam tecnologias para abordar Sistemas
Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e Controle. Neste sentido, estão envolvidas
competências, tais como:
1.
automação, controle e monitoração de sistemas computacionais em geral;
2.
concepção, desenvolvimento e manutenção de sistemas dedicados e embarcados de
software e hardware;
3.
realização de cálculos matemáticos não-triviais obedecendo a restrições temporais;
4.
comunicação segura, rápida e confiável entre sistemas computacionais;
9
5.
análise e processamento de sinais de diferentes tipos;
6.
comunicação humano-máquina;
7.
desenvolvimento de sistemas distribuídos, aplicações multimídia e sistemas inteligentes;
8.
extração e recuperação de informação relevante a partir de fontes de dados de diferentes
mídias e formatos;
9.
desenvolvimento e integração de sistemas de automação e controle, embarcados e móveis.
Além das competências e habilidades mencionadas, pode-se citar mais:
a) Auto-aprendizado. Trata-se de uma característica motivada pela rápida evolução da engenharia de
computação, levando o profissional dessa área a envolver-se num processo contínuo de
aprendizado, após a conclusão do seu curso. Assim sendo, é fundamental que o aluno adquira
desde cedo a capacidade de aprender a aprender. Ele precisará estar sempre aprendendo para
manter-se atualizado e competente. A habilidade em pesquisa enseja significativamente o autoaprendizado. Esta habilidade é desenvolvida ao longo de todo o curso através de trabalhos de
pesquisa e desenvolvimento em diversas disciplinas, pela participação em projetos de pesquisa e
pela realização do trabalho de conclusão de curso;
b) Trabalho em grupo. Um indicador importante para motivar o desenvolvimento dessa habilidade é
que o desenvolvimento é quase sempre realizado em equipe, com profissionais desempenhando
diferentes funções. A habilidade de trabalhar em grupo é fundamental para o profissional da
engenharia da computação e é estimulada e desenvolvida durante o curso durante a realização de
projetos de pesquisa e trabalhos em disciplinas;
c) Criatividade. Análise de problemas e modelagem de soluções criativas com suas conseqüentes
implementações. A análise de um problema e a capacidade criativa de elaboração de um modelo
para a sua solução é uma habilidade essencial para um profissional de engenharia da computação.
Esta habilidade é introduzida desde o início do curso nas atividades de programação e é
desenvolvida mais amplamente, em diversas disciplinas e atividades curriculares.
d) Capacidade Empreendedora. Trata-se de uma habilidade importante para um profissional,
inclusive àqueles que não desejam ser empresários. Esta habilidade pode ser desenvolvida e visa
capacitar o profissional a assumir uma atitude pró-ativa, a desenvolver uma rede de relações e a
liderar projetos em suas atividades profissionais. Ela é introduzida no curso com a disciplina
Empreendedorismo. Além disso, ela é desenvolvida ao longo do curso através de atividades
práticas, nas quais os alunos são estimulados a apresentar e liderar projetos de sistemas.
Além destas habilidades, o aluno tem a oportunidade de aprimorar sua capacidade de expressão
oral e escrita, através da elaboração e apresentação de projetos em seminários e debates, e de vários
trabalhos escritos em provas dissertativas, trabalhos em grupo e relatórios individuais durante o curso.
10
O aluno deve desenvolver também competência e desempenho em língua inglesa através de apoio
de disciplina de inglês instrumental e leitura de livros e artigos de engenharia da computação, escritos na
língua inglesa.
4. Conteúdos/Matriz Curricular
O Curso de Engenharia da Computação tem a duração mínima de 5 anos e a máxima de 7 anos. O
seu currículo está estruturado em 10 semestres, onde os 4 primeiros destinam-se às disciplinas de
formação básica, os outros 3 semestres destinam-se à formação profissional e, por fim, os últimos 3
semestres são dedicados à formação específica em Engenharia de Computação. O curso conta com um
total de 3890 horas/aula, correspondendo a 49 disciplinas obrigatórias (2730 1 horas/aula) e um mínimo de
900 horas/aula em disciplinas eletivas. O conteúdo da Formação Básica em Computação é formado pelo
conjunto de disciplinas obrigatórias. Este conjunto de disciplinas obrigatórias visa garantir a competência
mínima necessária a um profissional de engenharia da computação de nível superior, com os
conhecimentos básicos e alguns específicos das principais áreas da engenharia da computação que o
habilitam ao exercício da profissão.
A grade curricular apresenta, também, um segundo grupo de disciplinas destinadas à formação
profissional. Cada disciplina especializa uma ou mais competências contribuindo para o perfil do
profissional da engenharia da computação. Com esse segundo grupo, somado as disciplinas eletivas,
totalizamos uma carga horária de 3630 horas, igualando o mínimo recomendado a um curso de
engenharia que atualmente é de 3600 horas, de acordo com as diretrizes curriculares.
A matriz curricular apresenta um grupo de eletivas voltado para a formação específica em
engenharia da computação, sendo elas com ênfase em Sistemas Embarcados e Automação e Controle.
Após a integralização dos conteúdos obrigatórios, exige-se a elaboração e apresentação de uma
monografia individual (Trabalho de Conclusão de Curso – TCC) com temática relacionada ao exercício
profissional e com o apoio de um professor orientador. O TCC é previsto como atividade obrigatória,
tendo carga horária para integralização correspondente a 90 horas.
É facultada ao aluno, a possibilidade de cursar outras disciplinas eletivas ofertadas, bem com
realizar Atividades Complementares no decorrer do curso.
As Atividades Complementares devem ter uma carga horária de no mínimo 200 horas e podem ser
realizadas através do Estágio Supervisionado, abrangendo experiências práticas em ambiente profissional,
no interior da Universidade ou fora dela, ou através de outras atividades regulamentadas pelo
1
Sem considerar 90 horas do Trabalho de Conclusão de Curso
11
CONSUNI/UFAL e por Resoluções do Colegiado de Curso.
Desta forma, a carga horária mínima total do curso será composta por: 2730 horas/aula de
disciplinas obrigatórias; 900 horas/aula de disciplinas eletivas; 90 horas de Trabalho de Conclusão de
Curso e 200 horas de atividades complementares, perfazendo um total de 3920 horas.
As horas/aula de disciplinas eletivas cursadas e/ou as atividades complementares realizadas que
ultrapassarem a carga horária total serão lançadas no histórico escolar do aluno, somando-se à sua
integralização curricular.
O Curso de Engenharia da Computação não visa apenas à formação de técnicos. A sua matriz
curricular apresenta disciplinas que possibilitam ao aluno, ingressar em grupos de ensino, pesquisa e
extensão, como também o habilitam ao ingresso em programas de pós-graduação. Desde o 4° semestre, o
aluno poderá inserir-se nos projetos de pesquisa e iniciação científica atualmente existentes no Instituto
de Computação ou participar de projetos externos ao Instituto.
As atividades de extensão, quer seja através da realização de cursos para a comunidade interna e
externa, quer através de ações que demandem serviços de informatização, podem ser exercidas com a
participação do alunado desde o 3° semestre letivo.
Com relação à participação dos alunos nos programas de pós-graduação, convém ressaltar que a
maioria das atividades acadêmicas do nosso Curso de Mestrado em Modelagem Computacional de
Conhecimento, tais como seminários, palestras, mini-cursos e outros eventos, está sempre aberta para o
alunado da graduação, visando estimular os que se interessam pela carreira acadêmica. A matriz
curricular atual apresenta várias disciplinas que proporcionam um embasamento teórico matemático e
computacional, visando habilitar o aluno aos programas de pós-graduação em Ciência da Computação e
Engenharia de Computação atualmente existentes no país.
12
4.1. Matriz Curricular
Matriz Curricular 2011 do Curso de engenharia de Computação do Instituto de Computação da UFAL
1º
Inglês
Instrumental
2º
Lógica Aplicada
À Computação
3º
Ling. Formais,
Autômatos e
Computabi4
lidade
Projeto de SW
4º
Probabilidade e
Estatística
Engenharia de
Software
5º
Projeto e
Análise de
Algoritmos
6º
Princípios de
Comunicação
7º
Banco de Dados
8º
Métodos
Formais
9º
Programação I
4
4
4
4
4
Estrutura de
Dados
Circuitos
Elétricos
2
Microcontrolado
res e Aplicações
Cálculo 2
Redes de
Computadores
Sistemas
Distribuídos
4
Sistemas de
Eventos
Discretos
2
Interface
Hardware software
4
4
4
4
Multimídia
2
2
Inteligência
Artificial
Métodos
Numéricos
Sistemas de
Tempo Real
Processamento
de Imagens
Circuitos
Digitais
Desenho
4
Metodologia
da Pesquisa e
do Trab. Cient. 2
Sistemas
Digitais
Variáveis
Complexas
Organização e
Arquitetura de
Computadores 4
6
Conceitos de
Linguagens de
Programação 4
Sistemas
Operacionais
Compiladores
Teoria de
Controle
4
4
2
2
4
4
Computação
Gráfica
Processamento
Digital de Sinais
Modelagem e
Simulação
4
F
o
r
m
a
ç
ã
o
Introdução à
Engenharia de
Computação 4
4
4
Sinais e
Sistemas
4
Álgebra Linear
Cálculo 4
4
Geometria
Analítica
4
Cálculo 3
4
4
4
4
4
Física 3
4
Programação
Linear
4
Física 2
Eletrônica
Sistemas
Embarcados
Cálculo 1
Física 1
4
4
4
24
Matemática
Discreta
Noções de
Direito
4
4
B
á
s
i
c
a
4
Física
Experimental
2
P
r
o
f
i
s
s
i
o
n
a
l
4
4
4
4
Computador,
Sociedade e
Ética
2
Análise Formal
de Sistemas
Complexos 4
2
Teoria dos
Grafos
Empreendedoris
mo
Gerência de
Projetos
Projeto de
Sistemas
Embarcados
2
Paradigmas de
Linguagens de
Programação 2
4
4
4
Estatística
Computacional
E
l
e
t
i
v
a
2
Projeto de
Automação e
Controle
4
6, 4 ou 2 horas-aula por semana
10º
Disciplina Eletiva com Ementa predeterminada e em um período
sugerido
13
O fluxograma da Matriz Curricular do Curso de Engenharia de Computação mostra a
relação existente entre os diversos grupos de disciplinas existentes, podendo até haver prérequisitos, quando for o caso.
Conforme a Portaria nº 4.059 do MEC, de 10 de dezembro de 2004, o docente
responsável pela disciplina, poderá dedicar até 20% da carga horária de sua disciplina em
atividades pedagógicas na modalidade a distância.
5. Ordenamento Curricular
O Ordenamento Curricular do Curso de Engenharia de Computação é formado pelas
disciplinas abaixo relacionadas por semestre:
Disciplinas Obrigatórias
DISCIPLINAS 1º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
1°
ECOM001
ECOM002
ECOM003
ECOM004
ECOM005
ECOM006
Inglês Instrumental
Programação 1
Matemática Discreta
Cálculo 1
Geometria Analítica
Introdução à Eng da Computação
Carga Horária Total
4
4
4
4
4
4
24
SEMESTRAL
Teórica
40
40
40
40
40
40
Prática
20
20
20
20
20
20
Total
60
60
60
60
60
60
360
DISCIPLINAS 2º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
2°
ECOM007
ECOM008
ECOM009
ECOM010
ECOM011
ECOM012
ECOM013
Lógica Aplicada à Computação
Estrutura de Dados
Física 1
Cálculo 2
Álgebra Linear
Circuitos Digitais
Desenho
Carga Horária Total
4
4
4
4
4
2
4
26
SEMESTRAL
Teórica
40
40
40
40
40
20
40
Prática
20
20
20
20
20
10
20
Total
60
60
60
60
60
30
60
390
DISCIPLINAS 3º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
3°
ECOM014 Linguagens Formais, Autômatos e
Computabilidade
ECOM015 Projeto de Software
ECOM016 Física 2
ECOM017 Cálculo 3
ECOM018 Metodologia da Pesquisa e do Trabalho
Científico
ECOM019 Sistemas Digitais
Carga Horária Total
SEMESTRAL
Prática
20
Total
4
Teórica
40
4
4
4
2
40
40
40
20
20
20
20
10
60
60
60
30
4
22
40
20
60
330
60
15
DISCIPLINAS 4º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
4°
ECOM020
ECOM021
ECOM022
ECOM023
ECOM024
ECOM025
ECOM026
Probabilidade e Estatística
Engenharia de Software
Física 3
Cálculo 4
Variáveis Complexas
Organização e Arquitetura de
Computadores
Física Experimental
Carga Horária Total
4
4
4
4
4
4
2
26
SEMESTRAL
Teórica
40
40
40
40
40
40
Prática
20
20
20
20
20
20
Total
60
60
60
60
60
60
10
20
30
390
DISCIPLINAS 5º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
5°
ECOM027
ECOM028
ECOM029
ECOM030
ECOM031
ECOM032
Projeto e Análise de Algoritmos
Circuitos Elétricos
Redes de Computadores
Sinais e Sistemas
Conceitos de Linguagens de Programação
Sistemas Operacionais
Carga Horária Total
4
4
4
6
4
4
26
SEMESTRAL
Teórica
40
40
40
60
40
40
Prática
20
20
20
30
20
20
Total
60
60
60
90
60
60
390
DISCIPLINAS 6º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE
6°
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
ECOM033
ECOM034
ECOM035
ECOM036
ECOM037
ECOM038
ECOM039
ECOM040
Princípios de Comunicação
Eletrônica
Sistemas Distribuídos
Inteligência Artificial
Compiladores
Teoria de Controle
Teoria dos Grafos
Paradigmas de Ling. de Programação
Carga Horária Total
4
4
4
4
4
4
2
2
28
SEMESTRAL
Teórica
40
40
40
40
40
40
20
20
Prática
20
20
20
20
20
20
10
10
Total
60
60
60
60
60
60
30
30
420
16
DISCIPLINAS 7º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE
7o
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
ECOM041
ECOM042
ECOM043
ECOM044
ECOM045
ECOM046
ECOM047
Banco de Dados
Sistemas Embarcados
Sistemas de Eventos Discretos
Métodos Numéricos
Computação Gráfica
Noções de Direito
Empreendedorismo
4
4
4
4
4
4
4
Carga Horária Total
28
SEMESTRAL
Teórica
40
40
40
40
40
40
40
Prática
20
20
20
20
20
20
20
Total
60
60
60
60
60
60
60
420
DISCIPLINAS 8º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE
8o
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
ECOM048
ECOM049
--
Computador, Sociedade e Ética
Gerência de Projetos
Disciplinas Eletivas
2
4
-
Carga Horária Total
6
SEMESTRAL
Teórica
20
40
-
Prática
10
20
-
Total
30
60
90
DISCIPLINAS 9º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE
9o
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
---
Disciplinas Eletivas
-
Carga Horária Total
SEMESTRAL
Teórica
-
Prática
-
-
Total
-
DISCIPLINAS 10º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE
10o
CÓDIGO
NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL
---
Disciplinas Eletivas
Carga Horária Total
-
SEMESTRAL
Teórica
-
Prática
-
Total
-
17
Disciplinas Eletivas
DISCIPLINAS ELETIVAS
CÓDIGO
ECOM101
ECOM102
ECOM103
ECOM104
ECOM105
ECOM106
ECOM107
ECOM108
ECOM109
ECOM110
ECOM111
ECOM112
ECOM113
ECOM114
ECOM115
ECOM116
ECOM117
ECOM118
ECOM119
ECOM120
ECOM121
ECOM122
ECOM123
ECOM124
ECOM125
ECOM126
ECOM127
ECOM128
ECOM129
ECOM130
NOME DA DISCIPLINA
Métodos Formais
Programação Linear
Interface Harware-software
Sistemas de Tempo Real
Processamento Digital de Sinais
Estatística Computacional
Microcontroladores e Aplicações
Multimídia
Processamento de Imagens
Modelagem e Simulação
Análise Formal de Sistemas Complexos
Projeto de Sistemas Embarcados
Projeto de Automação e Controle
Análise de Sistemas – Engenharia de Requisitos
Arquitetura de Software
Gerência de Configurações e Mudanças
Computação Móvel e Sem Fio
Qualidade de Software
Redes de Petri
Técnicas de Reuso de Software
Fundamentos de Libras
Fundamentos de Matemática
Internet e Web
Banco de Dados 2
Teste de Software
Pesquisa Operacional
Redes de Computadores 2
Inteligência Artificial 2
Interação Homem-Máquina
Introdução à Administração
CH
SEMANAL
CH
SEMESTRAL
2
2
4
2
4
2
2
2
2
2
4
4
4
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2
2
2
2
2
2
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4
2
2
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4
2
2
2
4
30
30
60
30
60
30
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30
30
30
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60
60
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30
30
30
30
30
30
60
60
30
30
60
60
30
30
30
60
18
DISCIPLINAS ELETIVAS – Tópicos Especiais
CÓDIGO
ECOM201
ECOM202
ECOM203
ECOM204
ECOM205
ECOM206
ECOM207
ECOM208
ECOM209
ECOM210
ECOM211
ECOM212
ECOM213
ECOM214
ECOM215
NOME DA DISCIPLINA
Tópicos em Humanidades
Tópicos em Computação Científica
Tópicos em Computação Paralela
Tópicos em Banco de Dados
Tópicos em Software Básico
Tópicos em Engenharia de Software
Tópicos em Arquitetura de Computadores
Tópicos em Comunicação de Dados
Tópicos em Redes de Computadores
Tópicos em Inteligência Artificial
Tópicos Especiais em Computação
Tópicos Especiais em Engenharia
Tópicos em Modelagem Computacional de
Conhecimento
Tópicos Especiais em Programação
Tópicos em Informática na Educação
CH
SEMANAL
CH
SEMESTRAL
-
-
-
-
19
5.1. Ementas das Disciplinas
Disciplinas Obrigatórias
Código
Nome da Disciplina
ECOM001 Inglês Instrumental
Ementa:
CH
60
Estudo de textos específicos da área de computação visando compreensão. Aspectos gramaticais e
morfológicos pertinentes à compreensão. Desenvolvimento e ampliação das estratégias de leitura.
Conscientização do processo de leitura. Exploração de informações não-lineares, cognatos e contexto.
Seletividade do tipo de leitura (Skimming/Scanning). Levantamento de hipótese sobre texto (título e
subtítulos). Abordagem de pontos gramaticais problemáticos para leitura. Uso do dicionário como estratégiasuporte de leitura: tipos, recursos, prática.
Bibliografia:
PINTO, Dilce. Compreensão Inteligente de Textos. Grasping the Meaning. Vol 1 e 2. Rio de Janeiro:LTC,
1991.
DUBIN, F. Reading by All Means. USA: Addison-Wesley, 1990.
EDIGER, A. Reading for Meaning. USA: Longman, 1989.
MICHAELIS. Dicionário Inglês-Português. São Paulo: Melhoramentos, 2003.
Código
Nome da Disciplina
ECOM002 Programação 1
Ementa:
CH
60
Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos. Análise do problema. Estratégias de solução.
Representação e documentação. Programação de algoritmos usando uma linguagem de programação.
Estruturação de programas. Noções de tipos e estrutura elementares de dados. Conceito de recursão e sua
aplicação.
Bibliografia:
EVARISTO, Jaime. Aprendendo a Programar – Programando na Linguagem C. Rio de Janeiro: Book
Express, 2004.
ASCENCIO, Ana F. G. e Campos, Edilene A. V. Fundamentos de Programação de Computadores.
Prentice Hall, 2002.
FORBELLONE, André L.V. Ebesrpacher, Henri F. Lógica de programação - a construção de algoritmos e
estruturas de dados, 2a ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
MIZRAHI, Victorine V. Treinamento em Linguagem C. Módulo 1. McGraw Hill, 1990.
MIZRAHI, Victorine V. Treinamento em Linguagem C. Módulo 2. McGraw Hill, 1990.
Código
ECOM003 Matemática Discreta
Nome da Disciplina
CH
60
20
Ementa:
Conjuntos e Funções. Construção Axiomática do Conjunto dos Números Naturais: Postulados de Peano.
Estruturas Algébricas: Anéis, Domínios de Integridade, Domínios Bem Ordenados, Construção Axiomática
do Conjunto dos Números Inteiros. Representação dos Números Inteiros: Sistemas de Numeração. Fatoração
de Números Inteiros: Máximo Divisor Comum, Números Primos. Aritmética Modular: Congruências, Anéis
Zn, Criptografia RSA. Noções da Teoria dos Grafos. Combinatória Elementar.
Bibliografia:
EVARISTO, Jaime. Introdução à Álgebra Abstrata. Maceió: EDUFAL, 2002.
ALBERTSON, M. O. Discrete Mathematic with Algorithms. USA: Wiley & Sons, 1998.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Volume 2. USA: Addison-Wesley, 1988.
GRAHAM, R.; KNUTH, D; PATASCHINK, O. Matemática Concreta. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
SZWARCFILER, Jaime. L. Grafos e Algoritmos Computacionais. Campus, 1984.
Código
Nome da Disciplina
ECOM004 Cálculo 1
Ementa:
CH
60
Funções e gráficos. Limite e continuidade. A derivada e a derivação. Valores Extremos de funções. Técnicas
de construção de gráficos. A diferencial. Integração e a integral definida.
Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 1. São Paulo: Thomson Learning, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.
Código
Nome da Disciplina
ECOM05 Geometria Analítica
Ementa:
CH
60
Geometria em Três Dimensões: Vetores. Produtos internos. Produtos vetoriais. Retas e planos. Cônicas e
quádricas. Espaços e subespaços euclidianos. Matrizes e Determinantes. Sistemas de equações lineares.
Bibliografia:
BOULOS, Paulo. Vetores e Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial. São Paulo: Makron Books,
2005.
REIS, Genésio. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
Código
Nome da Disciplina
ECOM006 Introdução a Engenharia de Computação
CH
60
21
Ementa:
Histórico da Engenharia. Atribuições do engenheiro de computação. Componentes básicos de um sistema de
computação. Linguagem de programação: conceituação e classificação. Noções de software básico: sistema
operacional, compilador, interpretador, montador, ligador e carregador. Representação interna dos dados e
sistema de numeração. Noções de sistemas embarcados e automação. Seminários.
Bibliografia:
CAPRON, Harriet L.; JOHNSON, J. A. Introdução a Informática. Prentice Hall Brasil, 2004.
SETZER, V. Introdução à Computação e à Construção de Algoritmos. São Paulo: McGraw-Hill, 1991.
FORBELLONE, André. Lógica de Programação. São Paulo: Makron Books, 2000.
BAZZO, W. A; PEREIRA, L. T. do V.. Introdução a Engenharia. Editora Universidade Federal de Santa
Catarina, 1993.
Código
Nome da Disciplina
ECOM007 Lógica Aplicada à Computação
Ementa:
CH
60
Histórico evolutivo. Fundamentos de Lógica. Lógica proposicional. Lógica de primeira ordem. Prova
Automática de Teoremas. Seminários em temas complementares.
Bibliografia:
CHANG, C.: LEE, R. Symbolic Logic and Mechanical Theorem Proving. Academic Press, 1973.
VAN, Dalen D. Logic and Structure. Second Edition. Springer-Verlag, 1989.
SOUZA, J. N. Lógica para Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2002.
ENDERTON, H. B. A Mathematical Introduction to Logic. USA: Academic Press, 1972.
Código
Nome da Disciplina
ECOM008 Estrutura de Dados
Ementa:
CH
60
Introdução à programação orientada a objetos. Classes containers: arrays, arrays ordenados, listas e suas
variantes (alocação dinâmica). Tipos abstratos de dados: pilha, fila, fila de prioridade, árvore, grafo. Notação
de ordem de complexidade. Algoritmos de busca e ordenação.
Bibliografia:
LAFORE, R. Aprenda em 24 horas – Estruturas de Dados e Algoritmos. Campus, 1999.
KRUSE, Robert L; RYBA, Alexander J. Data Structures and Program Design in C++. Prentice Hall, 1999.
LEISERSON, Charles; CORMEN, Thomas. Algoritmos: Teoria e Prática. Campus, Rio de Janeiro, 2002.
Código
ECOM009 Física 1
Ementa:
Nome da Disciplina
CH
60
Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Dinâmica de um sistema
de partículas. Cinemática e dinâmica da rotação.
22
Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volume 1. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Código
Nome da Disciplina
ECOM010 Cálculo 2
Ementa:
CH
60
A integral indefinida. Logaritmos e exponenciais. Funções trigonométricas e funções trigonométricas
inversas. Funções hiperbólicas. Técnicas de integração. Aplicações da integração. Coordenadas polares.
Integrais impróprias. Fórmula de Taylor. Seqüências e séries infinitas.
Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 2, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 2. São Paulo: Thomson Learning, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo, Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.
Código
Nome da Disciplina
ECOM011 Álgebra Linear
Ementa:
CH
60
Sistemas de Equações Lineares e Matrizes. Métodos de Gauss-Jordan. Espaços Vetoriais. Base e Dimensão.
Espaços com Produto Interno. Transformações lineares. Auto-valores e auto-vetores. Diagonalização de
operadores. Introdução à forma de Jordan. Produto interno. Tipos especiais de operadores lineares. Formas
lineares, bilineares e quadráticas. Aplicações.
Bibliografia:
CALLIOLI, Carlos. Álgebra Linear e Aplicações. São Paulo: Editora Atual, 1990.
STEINBRUCH, Alfredo. Álgebra Linear. São Paulo: Makron Books, 1987.
Código
Nome da Disciplina
ECOM012 Circuitos Digitais
Ementa:
CH
30
Sistemas Numéricos e Códigos. Portas Lógicas e Álgebra Booleana. Circuitos Combinacionais e Seqüenciais.
Aritmética Binária: Operações e Circuitos. Conversão digital-analógico e analógico-digital.
23
Bibliografia:
WAGNER, Flávio. Fundamentos de Circuitos Digitais. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 2006.
TAUB, Hebert. Circuitos Digitais e Microprocessadores. São Paulo: McGraw Hill, 1984.
MALVINO, A. P. Eletrônica Digital: Princípios e Aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1988.
TANENBAUM, A.S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2007.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2002.
Código
Nome da Disciplina
ECOM013 Desenho
Ementa:
CH
60
Introdução. Objetivos: conceituação histórica. Noções de desenho geométrico e geometria descritiva. Normas
do desenho técnico. Escala. Cotagem e dimensionamento. Projeções ortogonais. Vistas principais, auxiliares e
secionais. Perspectiva. Noções de projeto por computador. Desenho de projetos complementares. Leitura e
integração de projetos.
Bibliografia:
PRINCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Introdução Geometria Descrita. São Paulo: Ed. Nobel, v.1, 1998.
MACHADO, Ardevan. Geometria Descritiva. São Paulo: Ed. McGraw – Hill.
MONTENEGRO, Gildo A. A Perspectiva dos Profissionais. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1998.
Código
Nome da Disciplina
ECOM014 Linguagens Formais, Autômatos e Computabilidade
Ementa:
CH
60
Alfabeto. Linguagens e operações com Linguagens. Gramáticas formais e autômatos. Tipos de Linguagens e a
Hierarquia de Chomsky. Autômatos Finitos e de Pilha. Contagem e enumerabilidade. Tese de Church-Turing .
Modelos de computação. Teoria das funções recursivas. Máquinas de Turing. Decidibilidade. Problema da
parada. Reducidibilidade. Complexidade computacional.
Bibliografia:
MENEZES, P. Linguagens Formais e Autômatos. São Paulo: Sagra-Luzzatto. 2005.
HOPCROFT, J. Introdução a Teoria dos Autômatos, Linguagens e Computação. Campus, 2001.
SIPSER, M. Introduction to the Theory of Computation. PSW Publishing Company, 1997.
DIVÉRIO, T ; MENEZES, P. B. Teoria da Computação. Sagra-Luzzatto, 2005.
LEWIS, H; PAPADIMITRIOU, C. Elements of the Theory of Computation. Prentice-Hall, 1981.
Código
ECOM015 Projeto de Software
Ementa:
Nome da Disciplina
CH
60
Fundamentos de abstração de dados, orientação a objetos, programação genérica e tratamento de exceções.
Fundamentos de uma determinada linguagem orientada a objetos, abstração, herança, polimorfismo. Aspectos
avançados: classes e instâncias, sobrecarga de operadores, templates, objetos função, iteradores e padrões de
projeto orientado a objetos.
24
Bibliografia:
STROUSTRUP, B. An Overview of the C++ Programming Language, in The Handbook of Object
Technology. CRC Press, Boca Raton, 1999.
STROUSTRUP, B. A Linguagem de Programação C++. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
DEITEL, D. Java Como Programar. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2005.
GAMMA, Erich; HELM, Richard; JOHNSON, Ralph; VLISSIDES, John M. Design Patterns: Elements of
Reusable Object-Oriented Software. Addison Wesley, 1995.
Código
Nome da Disciplina
ECOM016 Física 2
Ementa:
CH
60
Gravitação. Movimentos oscilatórios. Ondas. Mecânica dos Fluidos. Termodinâmica e Teoria Cinética dos
Gases.
Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Código
Nome da Disciplina
ECOM017 Cálculo 3
Ementa:
CH
60
Curvas parametrizadas. Comprimento de arco. Curvatura e Torsão. Triedro de Frenet. Funções de várias
variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas
direcionais. Gradiente. Regra da Cadeia. Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa.
Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Fórmula de Taylor.
Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 2, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 2, Thomson Learning. São Paulo, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.
Código
Nome da Disciplina
ECOM018 Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico
Ementa:
CH
30
Ciência e conhecimento científico. Diferença entre ciência e tecnologia. A pesquisa científica. Teorias
científicas e a validação da pesquisa. Metodologia geral da pesquisa. Tipos de pesquisa. Métodos
e técnicas de pesquisa. Problema e problemática - aprimoramento das hipóteses. Estudos exploratórios e
referencial teórico. Elaboração de um projeto de pesquisa e de um relatório de pesquisa. Ferramentas
auxiliares.
25
Bibliografia:
CASTRO, C. M. A Prática da Pesquisa. Pearson, 2006.
VOLPATO, G. L. Ciência: da filosofia à publicação. Cultura Acadêmica, 2007
COSTA, Ana Rita. Orientações Metodológicas para Produção de Trabalhos Acadêmicos. Maceió: Edufal,
1997.
LAKATOS, E.M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001.
Código
Nome da Disciplina
ECOM019 Sistemas Digitais
Ementa:
CH
60
Metodologias de Desenvolvimento. Aplicação de circuitos seqüenciais. Análise e síntese de circuitos
seqüenciais. Modelos de circuitos seqüenciais síncronos e assíncronos. Diagramas de fluxo e tabelas de
estados. Circuitos seqüenciais com lógica programável. Conversores. Teorema da amostragem. Dispositivos
de Lógica programável. Máquinas de estados finitos. Linguagem de descrição de hardware. Hardware
reconfigurável: conceitos, configuração, ambientes de desenvolvimento, síntese. Controladores.
Bibliografia:
TOCCI, Ronald J. et al. Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações, 10ª ed. Prentice Hall Brasil, 2003.
IDOETA, I.V., CAPUANO, F.G. Elementos de eletrônica digital. Livros Érica Ed. Ltda.
CARRO, Luigi. Projeto e Prototipação de Sistemas Digitais, 1ª ed. Editora UFRGS, 2001.
D’AMORE, Roberto. VHDL - Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. LTC, 2005.
MAXFIELD, Clive. The Design Warrior's Guide to FPGAs, 1ª ed. Newnes (Elsevier), 2004.
WAKERLY, J.F.: DIGITAL DESIGN PRINCIPLES AND PRACTICES. 3rd edition, Prentice-Hall. 2000.
TAUB, H. Circuitos digitais e microprocessadores. Makron Books.
Código
ECOM020 Probabilidade e Estatística
Ementa:
Nome da Disciplina
CH
60
Análise exploratória. Probabilidade. Distribuição discreta e contínua de variáveis aleatórias. Valor esperado e
variância. Inferência estatística: estimação de parâmetros e teste de hipóteses. Tópicos especiais. Utilização de
ferramentas computacionais.
26
Bibliografia:
MAGALHÃES, M.T; LIMA, A.C. Noções de Probabilidade e Estatística. 6ª ed.. São Paulo: EDUSP, 2004.
BUSSAB, W; MORETTIN, P. Estatística Básica. 5ª ed.. São Paulo: Saraiva, 2004.
YATES, R.D; GOODMAN, D.J. Probability and Stochastic Processes: A Friendly Introduction for
Electrical and Computer Engineers. New York: John Wiley & Sons, 2002.
DEKKING, F. M.; KRAAIKAMP, C.; LOPUHAÄ, H. P. & Meester, L. E. A Modern Introduction to
Probability and Statistics: Understanding Why and How. Springer, 2005.
MAGALHÃES, M. N. Probabilidade e Variáveis Aleatórias. IME-USP, 2004.
VERZANI, J. Using R for Introductory Statistics. Chapman & Hall/CRC, 2004.
LAPPONI, J.C. Estatística Usando Excel. 2ª ed.. São Paulo: Lapponi, 2000.
DALGAARD, P. Introductory Statistics with R. Springer, 2002.
Código
Nome da Disciplina
ECOM021 Engenharia de Software
Ementa:
CH
60
Fases do desenvolvimento de software. Modelos de processos de software. Requisitos de especificação de
software. Técnicas de levantamento de dados. Planejamento e projeto de software. Gerenciamento de projetos.
Modelos de sistema. Testes de software.
Bibliografia:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
PRESSMAN, Roger. Software Engineering: A practitioner’s Approach. McGraw-Hill, 2004.
Código
Nome da Disciplina
ECOM022 Física 3
Ementa:
CH
60
Estudo introdutório da Teoria da Eletricidade e do Magnetismo.
Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volume 3. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Código
ECOM023 Cálculo 4
Ementa:
Nome da Disciplina
CH
60
Integrais múltiplas. Integrais de Linha. Campos vetoriais conservativos. Mudança de variáveis em integrais
múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de superfície. Teorema de Green. Teorema de Gauss.
Teorema de Stoke. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem. Métodos elementares de solução.
Equações diferenciais lineares.
27
Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 2, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 2, Thomson Learning. São Paulo, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM024 Variáveis Complexas
Ementa:
60
Números Complexos. Funções analíticas complexas. Representação conforme. Integração complexa. Método
dos Resíduos. Funções harmônicas. Expansão em série de potências. A função Gamma. A fórmula de Stirling.
Bibliografia:
ÁVILA, G. Variáveis Complexas e Aplicações. LTC Editora, Ed. 3. 2000.
SOARES, Marcio G.: Cálculo em Uma Variável Complexa. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática Pura
Aplicada, (Coleção Matemática Universitária), 2001.
AHLFORS, V.: Complex Analysis. 3 rd Ed., McGraw-Hill,1979.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM025 Organização e Arquitetura de Computadores
Ementa:
60
Organização básica de computadores: processador, memória, entrada-saída. Organização interna do
processador.
Hierarquia
de
memória.
Dispositivos
de
E/S.
Barramentos.
Microarquiteturas
e
microprogramação. Arquitetura do conjunto de instruções. Linguagem de máquina e de montagem.
Arquiteturas não-convencionais.
Bibliografia:
TANENBAUM, A.S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2007.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2010.
WEBER, Raul. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001.
MURDOCCA, Miles. Computer Organization and Architecture. Ie-Wiley, 2007.
HENNESSY, John. Arquitetura de Computadores: uma Abordagem Quantitativa. Rio de Janeiro
Campus, 2003.
Código
Nome da Disciplina
ECOM026 Física Experimental
Ementa:
CH
30
Laboratório de Eletricidade e Magnetismo.
Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volume 3. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Código
Nome da Disciplina
ECOM027 Projeto e Análise de Algoritmos
CH
60
28
Ementa:
Projeto de Algoritmos. Recursividade. Análise de complexidade de algoritmos. Apresentação de problemas
de otimização. Programação dinâmica. Problemas NP-completos. Algoritmos especiais.
Bibliografia:
CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Introduction to Algorithms. 2ª ed..
Cambridge: MIT Press, 2001.
CORMEN, Leiserson; RIVEST. Algotirmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
PARBERRY, I. Problems on Algorithms. USA: Prentice Hall, 1995.
SZWARCFITER, J. Estruturas de Dados e seus Algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
Código
Nome da Disciplina
ECOM028 Circuitos Elétricos
Ementa:
CH
60
Elementos de circuitos lineares. Lei de Ohm. Leis de Kirchoff. Métodos de análise. Teoremas. Circuitos de
primeira ordem. Excitação senoidal. Fasores. Análise em regime permanente C.A.. Potência em regime
permanente C.A. Sintese de Circuitos.
Bibliografia:
JOHNSON, D.E. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. Prentice Hall, 1994.
HAYT, W.H. Análise de circuitos em engenharia. McGraw-Hill, 1975.
BURIAN , Yaro. Circuitos Elétricos. São Paulo: Prenntice Hall, 2006.
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A.. Circuitos Elétricos. 6 edição. Livros Técnicos e Científicos
Editora Ltda, 2003.
Código
Nome da Disciplina
ECOM029 Redes de Computadores
Ementa:
CH
60
Conceitos de redes de computadores. Comunicação de dados. Arquitetura de redes de computadores.
Protocolos de baixo nível. Protocolos de alto nível. Redes locais de computadores. Redes de longa distância.
Noções de interconexão de redes de computadores.
Bibliografia:
KUROSE, James F. Redes de Computadores e a Internet:Uma Abordagem Top-down. 3ª ed.. Pearson
Education, 2006.
TANEMBAUM, Andrew. Redes de Computadores. 4a ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
PETERSON, Larry. Computer Networks: a Systems Approach. USA: Morgan Kaufmann, 2003.
Código
ECOM030 Sinais e Sistemas
Nome da Disciplina
CH
90
29
Ementa:
Sinais em tempo contínuo, em tempo discreto e digitalizados. Sistemas lineares e invariantes no tempo (tempo
contínuo e tempo discreto). Variáveis de estado. Função de transferência de tempo discreto. Transformada de
Laplace. Série e Transformada de Fourier. Amostragem e construção de sinais contínuos. Equações a
diferenças. Transformada Z. Transformada discreta de Fourier. Transformada rápida de Fourier. Noções de
filtragem.
Bibliografia:
HAYKIN, Simon; VEEN, Barry. Sinais e Sistemas, Porto Alegre: Bookman, 2001.
LATHI, B.P. Sinais e Sistemas Lineares. Bookman, 2006.
HSU, Hwei. Sinais e Sistemas. Bookman, 2004.
OPPENHEIM, A.V.; WILSKY, A.S. ; NAWAB, S.H.; Signals and Systems, 2a. ed. Prentice-Hall, 1996.
Código
Nome da Disciplina
ECOM031 Conceitos de Linguagens de Programação
Ementa:
CH
60
Fundamentos da análise de linguagens de programação. Nomes, ligação, checagem de tipos e escopos. Tipos
de dados. Expressões, atribuição e estruturas de controle. Subprogramas. Programação: estruturada, funcional,
lógica, orientada a objetos, outras.
Bibliografia:
SEBESTA, Robert. Conceitos de Linguagens de Programação. Porto Alegre: Bookman, 2000.
PRATT, T. Programming Languages: Design and Implementation. USA: Prentice Hall, 1996.
Código
Nome da Disciplina
ECOM032 Sistemas Operacionais
Ementa:
CH
60
Conceitos básicos. Evolução dos sistemas operacionais. Estrutura e funções dos sistemas operacionais.
Gerenciamento de processos. Gerência de memória. Gerenciamento de entrada/saída. Sistemas de arquivos.
Estudos de caso de sistemas operacionais.
Bibliografia:
TANENBAUM, Andrew. Sistemas Operacionais Modernos. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
SILBERSCHATZ, Abraham. Fundamentos de Sistemas Operacionais. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
DEITEL, C. Sistemas Operacionais. São Paulo: Prentice-Hall, 2005.
TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Operating systems: Design and Implementation. 3ª
ed.. Upper Saddle River: Prentice-Hall, 2006.
Código
ECOM033 Princípios de Comunicação
Nome da Disciplina
CH
60
30
Ementa:
Sinais analógicos e digitais. Iintrodução a processos estocásticos. Ruídos em sistemas. Transmissão de sinais
em sistemas lineares. Modulação e demodulação em banda base. Codificação de linha. Modulação e
demodulação em banda passante. Análise de enlaces. Introdução à teoria da informação.
Bibliografia:
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems - Oxford USA Trade, 1998.
HAYKIN, S. Introdução aos sistemas de comunicação - 2ª ed., Ed. Bookman, 2008
PROAKIS, John G.; SALEHI, Masoud . Communication Systems Engineering - 2ª edição, Prentice Hall.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM034 Eletrônica
Ementa:
60
Diodos. Diodo zener. Circuitos com diodos. Transistores: tipos, princípios de operação, características e
polarização. Circuitos amplificadores e de chaveamento com transistores. Aplicações lineares e de
chaveamento. Modelos de pequenos sinais. Amplificadores. Tiristores: tipos e características. Circuitos com
tiristores.
Dispositivos
opto-eletrônicos.
Amplificador
operacional.
Circuitos
com
amplificadores
operacionais. Fontes de alimentação.
Bibliografia:
SEDRA, A. D.; SMITH, K. C.. Microeletronica. Makron. 1999.
BOYLESTAD, Robert L ; NASHELSKY Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 8ªed.,
Prentice Hall, 2004.
CATHEY, Jimmie F. Dispositivos Eletrônicos e Circuitos Eletrônicos. Bookman, 2003.
BOGAT, Theodore F. Dispositivos e Circuitos Eletrônicos, 3ª ed. Makron Books, 2001.
Código
Nome da Disciplina
ECOM035 Sistemas Distribuídos
Ementa:
CH
60
Caracterização de sistemas de computação distribuída. Modelos de sistemas distribuídos. Processos em
sistemas distribuídos. Objetos distribuídos. Sincronização e coordenação. Serviços de sistemas distribuídos.
Segurança em sistemas distribuídos. Novos modelos de sistemas distribuídos. Algoritmos distribuídos.
Replicação e tolerância a falhas.
Bibliografia:
COULOURIS, G. Dollimore J. Distributed Systems: Concepts and Design. USA: Addison Wesley, 2005.
TANENBAUM, A. Steen M. Distributed Systems: Principles and Paradigms. USA: Prentice Hall, 2002.
Código
ECOM036 Inteligência Artificial
Ementa:
Nome da Disciplina
CH
60
Aspectos históricos e conceituação da inteligência artificial. Resolução de problemas via busca.
Representação do conhecimento e raciocínio. Sistemas especialistas. Aquisição de conhecimento e
aprendizagem automática. Raciocínio baseado em casos. Tratamento de incerteza. Seminários em temas
complementares.
31
Bibliografia:
LUGER, George. Inteligência Artificial: Estruturas e Estratégias para a Solução. Porto Alegre: Bookman,
2004.
RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
RICH, Elaine; KNIGHT, Kevin. Inteligência artificial. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
Código
Nome da Disciplina
ECOM037 Compiladores
Ementa:
CH
60
Processadores de linguagem: compilador e interpretador. Introdução à compilação. Fases da compilação.
Ambigüidade. Relações sobre gramáticas. Análise léxica.
Análise sintática ascendente e descendente.
Ferramentas para análise léxica e sintática. Tabelas de símbolos. Análise semântica e geração de código.
Introdução à otimização de código.
Bibliografia:
PRICE, A. M. Implementação de Linguagens de Programação: Compiladores. Sagra Luzzato, 2001.
AHO, Sethi Ullman. Compiladores: Princípios, Técnicas e Ferramentas. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
SETZER, Valdemar. A Construção de um Compilador. Rio de Janeiro: Campus, 1986.
Código
Nome da Disciplina
ECOM038 Teoria de Controle
Ementa:
CH
60
Aspectos gerais da teoria de controle. Modelagem e simulação de sistemas dinâmicos contínuos e discretos.
Linearização. Função de transferência de sistemas contínuos e discretos. Diagrama de blocos de sistemas
contínuos, discretos e híbridos. Análise no espaço de estados: autovalores, solução da equação de estados,
decomposição da função de transferência, relações entre função de transferência e equação de estado,
discretização do modelo no espaço de estados. Estabilidade de sistemas lineares contínuos e discretos. Análise
de erro em regime e do desempenho da resposta transitória no domínio do tempo para sistemas lineares
contínuos e discretos. Efeito da adição de pólos e zeros. Análise de erro em regime e desempenho da resposta
transitória via gráfico de Bode para sistemas contínuos.
Bibliografia:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4ª ed.. Prentice-Hall do Brasil, 2003.
DORF, Richard C. e BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Modernos. 10a edição. LTC, 2009.
KUO, B. C.e GOLNARAGHI, F. Automatic Control Systems. 9rd ed., Wiley, 2009.
Código
ECOM039 Teoria dos Grafos
Nome da Disciplina
CH
30
32
Ementa:
Introdução à teoria dos grafos. Noções básicas: grafos orientados, não-orientados, bipartidos. Percursos em
grafos. Casamentos. Subgrafos, hipergrafos, matróides e cliques. Árvores e árvores geradoras. Conectividade.
Problemas de caminhos. Estabilidade e número cromático. Grafos planares. Circuitos eulerianos e
hamiltonianos. Grafos sem circuitos. Redes. Fluxos em redes.
Bibliografia:
SZWARCFITER, Jayme. Grafos e Algoritmos Computacionais. Rio de Janeiro: Campus, 1984.
NETTO, Paulo B. Grafos: Teoria, Modelos e Algoritmos. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM040 Paradigmas de Linguagens de Programação
Ementa:
30
Programação: estruturada, funcional, lógica, orientada a objetos, outras.
Bibliografia:
SEBESTA, Robert. Conceitos de Linguagens de Programação. Porto Alegre: Bookman, 2000.
PRATT, T. Programming Languages: Design and Implementation. USA: Prentice Hall, 1996.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM041 Banco de Dados
Ementa:
60
Métodos de acesso primário e secundário. Arquitetura de banco de dados e modelos de dados. Projeto
conceitual: modelo entidade-relacionamento. Projeto lógico.
Modelo relacional. Estudos de casos em
SGBDS. Transações, concorrência, recuperação, segurança e integridade em banco de dados. Linguagem
SQL.
Bibliografia:
NAVATHE, S; ELMASRI, R. E. Sistemas de Banco de Dados. Brasil: Addison Wesley, 2005.
SILBERSCHATZ, Abraham. Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
SETZER, Valdemar. Banco de Dados. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
HEUSER, C.A. Projeto de Banco de Dados. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 2004.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM042 Sistemas Embarcados
Ementa:
Definição
do conceito
de software
60
embarcado
e
Sistemas Operacionais
de Tempo
Real.
Abstração de hardware, administração de recursos e ambiente multi tarefas. Configuração das ferramentas de
desenvolvimento e conceitos básicos na plataforma ARM Configuração de um Sistema operacional em
Tempo Real. Configuração de um Linux embarcado. Outros Sistemas Embarcados e outras plataformas.
33
Bibliografia:
NOERGAARD, T. Embedded Systems Architecture: A Comprehensive Guide for Engineers and
Programmers. Newnes, 2005.
BERGER, A.; BERGER, A.S. Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and
Techniques. Newnes; 2001.
Código
Nome da Disciplina
ECOM043 Sistemas de Eventos Discretos
Ementa:
CH
60
Introdução a Sistemas de Eventos Discretos (SEDs). Modelagem de SEDs: Autômatos e Redes de Petri.
Redes interpretadas. Redes de alto nível. Redes de Petri e a representação no tempo. Metodologia de projeto
de sistemas de controle para SEDs. Teoria de Controle Supervisório. Aplicações.
Bibliografia:
CARROL, J., D. Long. Theory of Finite Automata. Prentice-Hall International Editions, 1989.
HOPCROFT, J. E., ULLMANN, J. D. Introduction to Automata Theory, Languages and Computation.
Addison - Wesley, USA, 1979.
DAVID, R., ALLA, H. Petri Nets and Grafcet: Tools for Modeling Discrete-Event Systems. Englewood
Cliffs, N.J. : Prentice Hall, 1992.
CARDOSO, Janette, VALLETE, Robert. Redes de Petri. Editora da UFSC, 1997.
ARNOLD, A. Finite Transition Systems. Prentice Hall, 1994.
Código
ECOM044 Métodos Numéricos
Ementa:
Nome da Disciplina
CH
60
Aritmética computacional. Solução numérica de equações não-lineares. Solução numérica de sistemas de
equações lineares. Álgebra linear computacional. Aproximação de funções. Derivação e integração numéricas.
34
Bibliografia:
RUGGIERO, Márcia. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. São Paulo: Makron Books,
1996.
KINCAID, D.; CHENEY, W. Numerical Analysis: Mathematics of Scientific Computing. USA: BrooksCole, 2002.
CLÁUDIO, Dalcidio M.; MARINS, Jussara M. Cálculo numérico computacional: teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 2000.
SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry M. Cálculo Numérico: Características
Matemáticas e Computacionais dos Métodos Numéricos. Prentice Hall, 2006.
PRESS, William H.; TEUKOLSKY, Saul A.; VETTERLING, William T.; FLANNERY, Brian P. Numerical
Recipes in C. Cambridge University, 1996.
Código
Nome da Disciplina
ECOM045 Computação Gráfica
Ementa:
CH
60
Transformações Geométricas 2D e 3D. Modelagem. Visualização. Iluminação. Realidade virtual. Ferramentas
e Ambientes de Software.
Bibliografia:
GOMES, Jonas e Cruz Velho. Fundamentos da Computação Gráfica. Rio de Janeiro: IMPA, 2003.
WATT, Alan. 3D Computer Graphics. USA: Addison Wesley, 1999.
HEARN, Donald. Computer Graphics with Open GL, NJ: Pearson Education, 2004.
BORGES, José Antonio. Introdução às técnicas de computação gráfica 3D. Rio de Janeiro: SBC, 1988.
ANGEL, Edward. Interactive computer graphics: a top-down approach with OpenGL. 3rd ed. Reading.
MA: Addison-Wesley, 2003.
AMES, A.L.; NADEAU, D.R.; MORELAND, J.L. VRML 2.0 sourcebook. 2. ed. New York: Wiley, 1997.
Código
ECOM046 Noções de Direito
Ementa:
Nome da Disciplina
CH
60
Noções gerais de direito e de direito civil. Direito comercial – noções gerais, títulos de crédito, sociedades
comerciais. Propriedade industrial e direito autoral. Direito do trabalho – conceitos de empregado e
empregador, duração do trabalho, remuneração. Justiça do trabalho. Direito tributário – sujeitos ativo e
passivo da obrigação tributária, tributos. Direito administrativo – atos administrativos, concorrência pública.
Legislação específica.
35
Bibliografia:
NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: Companhia Forense, 2006.
MACHADO, Hugo. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Atlas, 2004.
COELHO, Luiz. Aulas de Introdução ao Direito. São Paulo: Manole, 2004.
GROPPALI, Alessandro. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Âmbito Cultural, 2003.
POLETTI, Ronaldo. Introdução ao Direito. Campo Grande: Saraiva, 1996.
Código
Nome da Disciplina
ECOM047 Empreendedorismo
Ementa:
CH
30
O Empreendimento e o Empreendedor. Características do Empreendedor. Plano de Negócios Simplificado.
Teoria Visionária. Estudos de Viabilidade. Análise de Mercado. Fundamentos de Marketing. Criatividade.
Planejamento Financeiro. Fontes de financiamento, incubadoras Conceitos Básicos de Legislação
Empresarial. Depoimentos de Empreendedores. Simulação Empresarial. Análise dos Planos de Negócios.
Bibliografia:
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luisa. São Paulo: Cultura, 1999.
DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor, São Paulo: Cultura, 1999.
DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo Transformando Idéias Em Negócios. 2ª ed. Campus, 2005.
DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo na Prática. 1ª Edição. Editora Campus, 2008.
SALIM, César. Construindo Planos de Negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
COVEY, Sthephen. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. São Paulo: Best Seller, 2002.
CARLZON, Jan. A Hora da Verdade. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
Código
Nome da Disciplina
ECOM048 Computador, Sociedade e Ética
Ementa:
CH
30
A informatização e suas conseqüências econômicas. A informatização e o aspecto educacional. Efeitos
políticos. Impactos sociais. Informatização e privacidade. Informática e desenvolvimento econômico e social.
O Impacto da automação e a questão do trabalho. Inclusão digital. Questões da atualidade e considerações
sobre o futuro.
36
Bibliografia:
DYSON, Esther. A Nova Sociedade Digital. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
FERNANDES, Aguinaldo. Gerencia Estratégica da Tecnologia da Informação. Rio de Janeiro: LTC,
1992.
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM049 Gerência de Projetos
Ementa:
60
Ciclo de vida e organização de projetos. Gestão da integração. Gestão do escopo. Gestão do tempo. Gestão de
custos. Gestão de qualidade. Gestão de recursos humanos. Gestão de comunicações. Gestão de riscos. Gestão
de aquisições. Software para gestão de projetos.
Bibliografia:
PMI INSTITUTE. Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos.
Pennsylvania, EUA: Project Management Institute, 2004.
HELDMAN, K. Gerência de Projetos: Guia Para o Exame Oficial do PMI. São Paulo: Campus, 2005.
PRADO, D. S. Gerenciamento de Projetos nas Organizações. Belo Horizonte: EDGerencial, 1999.
DINSMORE, C. Como se Tornar Um Profissional em Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro:
Qualitymark,, 2005.
37
5.2 Disciplinas Eletivas – ementas predefinidas
Código
Nome da Disciplina
ECOM101 Métodos Formais
Ementa:
CH
30
Introdução ao desenvolvimento formal de software (motivação, ciclo de desenvolvimento, verificação versus
validação, classificação de métodos). Formalismo no desenvolvimento de software. Notações para
especificação formal. Modelagem, verificação e validação de sistemas de software. Estudos de casos.
Bibliografia:
BJORNER, D. Formal Specification and Software Development. Prentice Hall, NJ, 1982.
CLARKE, Jr., Edmund M.;Model checking. Cambridge, MA : MIT Press, 1999.
EHRING, H. Fundamentals of Algebraic Specification 1: Equations and Initial Semantics. SpringerVerlag, USA, 1985.
EHRING, H. Fundamentals of Algebraic Specification 2: Module Specification and Constraints.
Springer-Verlag, 1990.
Código
Nome da Disciplina
ECOM102 Programação Linear
Ementa:
CH
30
Formulação de modelos de programação linear. Solução gráfica. Método simplex. Geometria do método
simplex. Algoritmo simplex revisado. Dualidade. Análise de sensibilidade e interpretação econômica. Fluxos
em redes.
Bibliografia:
GOLDBARD, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear: Modelos e
Algoritmos. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
PRADO, Darci Santos do. Programação Linear. Série Pesquisa Operacional Volume I. Belo Horizonte:
Editora DG, 2003.
Código
Nome da Disciplina
ECOM103 Interface Harware-software
Ementa:
CH
30
Dispositivos de entrada e saída. Mecanismos de tratamento de entrada-saída. Interfaces de hardware para
sistemas periféricos. Conceitos do kernel do sistema operacional. Drivers de dispositivos.
Bibliografia:
STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. Brasil: Prentice Hall, 2010.
COBERT, Jonathan; RUBINI, Alessandro; KROAH-HARTMAN, Greg. Linux Device Drivers. USA:
O'Reilly, 2005.
BOVET, Daniel; CESATI, Marco. Understanding the Linux Kernel. USA: O'Reilly, 2005.
Código
ECOM104 Sistemas de Tempo Real
Nome da Disciplina
CH
30
38
Ementa:
Introdução. Modelo de processos. Concorrência. Comunicação e sincronização de processos. Deadlocks.
Tolerância a falhas. Algoritmos de escalonamento de processos para sistemas em tempo real. Modelagem de
sistemas em tempo real. Sistemas operacionais para sistemas em tempo real. Linguagens de programação para
sistemas em tempo real. Sistemas Embarcados.
Bibliografia:
KOPETZ, Hermann. Real Time Systems: Designs Principles for Distributed Embedded Applications.
Springer International Series in Engineering and Computer Science, 1997.
ARI, Ben. Principles of Concurrent and Distributed Programming. Addison Wesley, 2 edition; 2006
TANENBAUM, Andrew. Modern Operating Systems. 2nd Edition.Prentice Hall, 2001.
Código
Nome da Disciplina
ECOM105 Processamento Digital de Sinais
Ementa:
CH
30
Introdução. Sinais, sistemas e processamento de sinais. Sinais determinísticos. Sinais no tempo discreto.
Transformada Z. Análise espectral de sinais e sistemas. Transformada Fourier. Sinais aleatórios. Amostragem
de sinais. Filtros digitais. Análise de PDS com ferramenta computacional.
Bibliografia:
OPPENHEIM, Alan V.; SCHAFER, Ronald W. Discrete-Time Signal Processing. Prentice Hall Press.
OPPENHEIM, Alan V.; SCHAFER, Ronald W. Digital Signal Processing. Prentice Hall Press.
PROAKIS, John G.; MANOLAKIS, Dimitris G. Digital Signal Processing : Principles, Algorithms, and
Applications. Prentice Hall Press.
Código
Nome da Disciplina
ECOM106 Estatística Computacional
Ementa:
CH
30
Introdução à estatística computacional. Método de substituição. Métodos de máxima verossimilhança,
inferência bayesiana e de otimização não linear. Ensaios monte carlo. Plataformas computacionais.
Bibliografia:
GIVENS, G.H.; HOETING, J.A. Computational Statistics. 4ª ed. Wiley, New York, 2006.
GENTLE, J.E.; HARDLE, W.; MORI, Y. (Eds). Handbook of Computional Statistics: Concepts and
Methods. 1ª ed., Springer. New York, 2004.
FRERY, A.C.; CRIBARI-NETO, F. Elementos de Estatística Computacional usando Plataformas de
Software Livre Gratuito, IMPA, Rio de Janeiro, 2005.
DALGAARD, P. Introductory Statistics with R, Springer, New York, 2002.
MAMDONALD, J. ; BRANN, J. Data Analysis and Graphics with R: an Example-based Approach.
Cambridge, 2003.
Código
Nome da Disciplina
ECOM107 Microcontroladores e Aplicações
CH
30
39
Ementa:
Introdução. Exemplos de Microarquitetura. Blocos funcionais do processador.
Microinstruções. Microprogramas. Arquitetura, conjunto de instruções, periféricos.
Programação em linguagem assembly. Aplicações de microprocessador e microcontrolador.
Famílias de microprocessadores e microcontroladores. Aplicações.
Bibliografia:
TANENBAUM, A.S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2007.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2010.
Manuais de Fabricantes de Microprocessadores e Microcontroladores.
Código
Nome da Disciplina
ECOM108 Multimídia
Ementa:
CH
30
Introdução. Tecnologias e aplicações multimídia. Mídias Discretas e Contínuas. Técnicas de Compactação e
Compressão. Hardware e software para multimídia. Representação e Processamento de Áudio - Música e
Voz, Imagem e Vídeo. Multimídia na Internet. Sistemas Multimídia e Hipermídia. Linguagens de autoria
multimídia (XML, SMIL, NCL). Ergonomia de interfaces multimídia. Ferramentas de desenvolvimento.
Gerência de produto multimídia. .Infra-estrutura de Redes para Aplicações Multimídia Distribuídas. Direções
do futuro - Tendências.
Bibliografia:
VAUGHAN, T. Multimedia Making it Work. McGraw-Hill, 2001.
PAULA FILHO, W. de P. Multimídia: Conceitos e Aplicações. LTC Editora, 2000.
BUFORD, J. F. K. Multimedia Systems. Addison- Wesley, 1994.
DAN, A., SITARA, D. Multimedia Servers: Applications, Environments, and Design. Morgan
Kaufmman, 1999.
KUO, Franklin F. Multimedia Communications: Protocols & Applications. Prentice Hall, 1997.
HALSALL, F. Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols, and Standards.
Addison-Wesley Publishing, 2000.
STEINMETZ, Ralf; NAHRSTEDT, Klara. Multimedia Fundamentals, Volume I: Media Coding and
Content Processing. 2nd Edition. Prentice Hall, 2002.
Código
ECOM109 Processamento de Imagens
Nome da Disciplina
CH
30
40
Ementa:
Imagens e processamento digital. Digitalização e visualização de imagens. Transferência e armazenamento de
imagens. Processamento de imagens. Análise espectral. Filtragem digital. Técnicas de restauração de imagens.
Classificação de imagens.
Bibliografia:
BARRETT, H. H.; MYERS, K. J. Foundations of Image Science. Wiley-Interscience, 2004.
JAIN, A. K. Fundamentals of Digital Image Processing. Prentice-Hall International Editions, 1989.
RICHARDS, J. A.; JIA, X. Remote Sensing Digital Image Analysis. Springer, 1999.
Código
Nome da Disciplina
ECOM110 Modelagem e Simulação
Ementa:
CH
30
Introdução à simulação. Propriedades e classificação dos modelos de simulação. Geração de números
aleatórios. Noções básicas em teoria dos números. Geração e teste. Distribuições clássicas contínuas e
discretas. Simulação de sistemas discretos e de sistemas contínuos. Verificação e validação de modelos.
Técnicas estatísticas para análise de dados e de resultados de modelos de simulação. Simulação de sistemas
simples de filas. Simulação de sistemas de computação.
Bibliografia:
LAW, Averill M.. Simulation Modeling and Analysis. Mcgraw-Hill, 2006.
JAIN, R.. The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for Experimental Design,
Measurement, Simulation, and Modeling. John Wiley, 1991.
Código
Nome da Disciplina
ECOM111 Análise Formal de Sistemas Complexos
Ementa:
CH
60
Modelos formais, Lógica temporal. Checadores de modelo. Problemas associados a sistemas complexos e
estratégias para resoluções.
Bibliografia:
CHRISTEL, Baier; JOOST-PIETER, Katoen. Principles of Model Checking. London: The MIT Press, 2008.
CLARKE, Edmund; GRUMBERG, Orna; PELED, Doron. Model Checking. London: The MIT Press, 1999.
Código
Nome da Disciplina
ECOM112 Projeto de Sistemas Embarcados
Ementa:
CH
60
Introdução. Prototipação de hardware (FPGAs, ASICs). Prototipação de software. Co-simulação de hardware
e software. Testes. Projeto de um sistema embutido.
41
Bibliografia:
BALL, Stuart R. Debugging Embedded Microprocessor Systems. Newnes, 1998.
VALVANO, Johnatan W. Embedded Microprocessor Systems. Brooks/Cole Pub, 2000.
BARROS, E. Cavalcante, S.; LIMA M. E.; VALDERRAMA, C. Hardware/Software Co-design:
Projetando Hardware e Software Concorrentemente. Livro da Escola de Computação SBC, 2000.
OLDFIELD J.; DORF C. Field Programmable Gate Arrays: Reconfigurable Logic for Rapid
Prototyping and Implementation of Digital Systems. John Wiley & Sons, Inc., 1995.
Código
Nome da Disciplina
ECOM113 Projeto de Automação e Controle
Ementa:
CH
60
Análise e projeto de sistemas de controle: método do lugar das raízes. Análise de resposta em freqüência:
diagramas de Bode, gráficos polares, critério de estabilidade de Nyquist, estabilidade relativa. Análise e
projeto de sistemas de controle no domínio da freqüência. Controladores por Avanço de Fase, Atraso de Fase,
Avanço-Atraso, PI, PD e PID. Exemplos práticos de projeto de sistemas de controle.
Bibliografia:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4ª ed.. Prentice-Hall do Brasil, 2003.
DORF, Richard C. e BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Modernos. 10a edição. LTC, 2009.
KUO, B. C.e GOLNARAGHI, F. Automatic Control Systems. 9rd ed., Wiley, 2009.
ASTRÖM, Karl J.; MURRAY, Richard M. Feedback Systems, Princeton University Press, 1st Edition, 2008.
Código
Nome da Disciplina
ECOM114 Análise de Sistemas – Engenharia de Requisitos
Ementa:
CH
30
Análise orientada a objetos. Técnicas de elicitação e especificação de requisitos. Documentação de requisitos
de software utilizando UML. Técnicas de validação de requisitos. Modelos para especificação de sistemas de
software.
42
Bibliografia:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
PRESSMAN, Roger. Software Engineering: A practitioner’s Approach. McGraw-Hill, 2004.
HULL, E.; JACKSON, K.,Dick, J. Requirements Engineering. SpringerVerlag, 2004.
SOMMERVILLE, Ian; SAWYER, P. Requirements Engineering: A Good Practice Guide. John Wiley &
Sons, 1997.
CHISTEL, M.G.; KANG, K.C. Issues in Requirements Elicitation. Software Engineering Institute,
Technical Report CMU/SEI-92-Tr-12, Pittsburgh, PA.Carnegie Mellon University, Sep, 1992.
SCHNEIDER, G.; WINTERS, J. Applying Use Cases- A practical guide. Addison-Wesley, 1998.
Código
Nome da Disciplina
ECOM115 Arquitetura de Software
Ementa:
CH
30
Iintrodução sobre arquitetura de software e definição dos conceitos. Estilos arquiteturais e arquiteturas de
referência. Visões arquiteturais. Documentação de arquiteturas. Desenvolvimento centrado na arquitetura.
Avaliação de arquiteturas de software.
Bibliografia:
BASS, Len. CLEMENTS, Paul and KAZMAN, Rick. Software Architecture in Practice. Addison-Wesley
Professional, 1st edition 1997.
FOWLER, Martin. Patterns of Enterprise Application Architecture. Addison-Wesley Professional, 2002.
CLEMENTS, Paul. Felix Bachmann, Len Bass, David Garlan, James Ivers, Reed Little, Robert Nord, Judith
Stafford. Documenting Software Architecture: Views and Beyond. Addison Wesley Professional,2002.
Código
Nome da Disciplina
ECOM116 Gerência de Configurações e Mudanças
Ementa:
CH
30
Introdução à gerência de configuração e mudanças, sua importância, sua função no processo de
desenvolvimento de software. Procedimentos de check-in e check-out. Papéis na GC. Controle de Mudanças
(RCMs). Padrões em Gerência de Configuração. Ferramentas de apoio. Processos para controle de mudanças.
Processos para gestão de ambiente.
Bibliografia:
BAYS, M.E. Software Release Methodology. Prentice Hall, 1999.
Configuration Management Today - http://cmtoday.com
Código
Nome da Disciplina
ECOM117 Computação Móvel e Sem Fio
Ementa:
CH
30
Equipamentos móveis. Sistemas Operacionais para ambiente móvel. Linguagens para ambiente móvel.
Restrições e limitações em ambientes móveis. Transmissão de dados sem fio. Aplicações.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Computação Móvel e Sem Fio a ser adotado pelo
professor responsável pela disciplina.
43
Código
Nome da Disciplina
ECOM118 Qualidade de Software
Ementa:
CH
30
O histórico e o conceito de qualidade. O conceito de qualidade de software. Métricas de qualidade de
software. Normas de qualidade de software. Técnicas de garantia da qualidade de software. Teste de software:
conceitos, tipos e aplicação no contexto da qualidade. Modelos de melhoria do processo de software.
Planejamento de sistemas de qualidade de software. Padrões: ISO, SEI, CMMi, MPS-BR.
Bibliografia:
WEBER, Kival. Qualidade de Software: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Makron-Books, 2001.
KOCIANSKI, André. Qualidade de Software. São Paulo: Novatec, 2006.
BARTIE, Alexandre. Garantia da Qualidade de Software. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
SILVA, Ivan. Qualidade em Software. São Paulo: Alta Books, 2005.
Código
Nome da Disciplina
ECOM119 Redes de Petri
Ementa:
CH
30
Introdução à Modelagem de Sistemas e Redes de Petri. Redes de Petri Lugar Transição. Redes de Petri
Coloridas. Redes de Petri Coloridas Temporizadas. Redes de Petri Coloridas Hierárquicas. Análise de
Propriedades. Ferramentas para edição e análise de redes de Petri. Aplicações com redes de Petri.
Bibliografia:
JENSEN, Kurt; KRISTENSEN, Lars M. Coloured Petri Nets: Modelling and Validation of Concurrent
Systems. Springer, 2009.
MURATA, T. Petri net: properties, analysis and application. Proceedings of the IEEE 77(4):541-580,
1989.
JENSEN, Kurt; KRISTENSEN, Lars Michael; WELLS, Lisa. Coloured Petri Nets and CPN Tools for
Modelling and Validation of Concurrent Systems. International Journal on Software Tools for
Technology Transfer. Springer, 2007.
Código
Nome da Disciplina
ECOM120 Técnicas de Reuso de Software
Ementa:
CH
30
Engenharia de Software baseada em reuso de software, Conceitos básicos de Desenvolvimento Baseado em
Componentes. Desenvolvimento Baseado em Componentes, Utilização de Frameworks no desenvolvimento
baseado em componentes, Reuso de componentes baseado na abordagem de Linha de Produto de Software,
Reuso de projetos de software mediante utilização de Padrões de Projeto. Processos de desenvolvimento para
Reuso de Software x Processos de desenvolvimento com Reuso de Software.
44
Bibliografia:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
PRESSMAN, Roger. Engenharia de Software. São Paulo: McGraw-Hill, 2002.
CHEESMAN, John; DANIELS, John. UML Components: A Simple Process for Specifying ComponentBased Software, Addison Wesley, 2001.
FAYAD, Mohamed E.; JOHNSON, Ralph E.; SCHMIDT, Douglas C.. Building Application Frameworks:
Object-Oriented Foundations of Framework Design, John Wiley and Sons, 1999.
CLEMENTS, Paul;
Wesley, 2001.
NORTHROP, Linda. Software Product Lines: Practices and Patterns, Addison
Código
Nome da Disciplina
ECOM121 Fundamentos de Libras
Ementa:
CH
60
Panorama histórico da língua de sinais brasileira, seus fundamentos teóricos e metodológicos; introdução às
competências e habilidades básicas necessárias ao desempenho comunicativo satisfatório nos processos de
interação e inclusão dos surdos no sistema educacional.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função da abordagem adotada pelo professor responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM122 Fundamentos de Matemática
Ementa:
CH
60
Noções de lógica, conjuntos e técnicas de demonstração. Propriedades básicas dos números reais: operações,
produtos notáveis e fatoração, potências e raízes, relação de ordem, valor absoluto, o eixo real. Funções reais:
gráfico de uma função, funções limitadas, funções crescentes e decrescentes, funções pares e ímpares, funções
limitadas. Função linear: equações e inequações do primeiro grau. Função quadrática: equações e inequações
do segundo grau. Funções polinomiais. Funções trigonométricas. Funções exponenciais. Funções
logarítmicas.
45
Bibliografia:
DO CARMO, M. P. Trigonometria e Números Complexos. Coleção do Professor de Matemática. SBM,
2005.
LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C.; WAGNER, E. & MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio.
Vol. 1 e Vol. 3. Coleção do Professor de Matemática. SBM, 2004.
LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C.; WAGNER, E. & MORGADO, A. C. Temas e Problemas Elemenatres.
Coleção do Professor de Matemática. SBM, 2006.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM123 Internet e Web
Ementa:
30
Histórico de Internet e Web. Arquitetura básica de um ambiente Web. Noções de HTML e XML.
Bibliografia:
COMER, D. E. Interligação em Redes com TCP/IP. Vol. 1, 5edn. Campus.
FOROUZAN, B. A. (2006). Data Communications and Networking. 4 edn. Mc-Graw Hill.
KUROSE, J. & Ross, K. (2006). Redes de Computadores e a Internet: Uma Abordagem Top-down .
3 edn. Addison-Wesley.
TANENBAUM, A. S. (2003). Redes de Computadores. 4 edn. Campus.
WORLD WIDE WEB CONSORTIUM (2006). URL: http://www.w3c.org
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM124 Banco de Dados 2
Ementa:
30
Integração de bases de dados. Data Warehouse. Noções de banco de dados distribuído. Noções de banco de
dados orientado a objeto.
Bibliografia:
NAVATHE, S.; ELMASRI, R.E. Sistemas de Banco de Dados. Brasil: Addison Wesley, 2005.
SILBERSCHATZ, Abraham. Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
SETZER, Valdemar. Banco de Dados. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM125 Teste de Software
Ementa:
60
Esta disciplina, aborda o tema da identificação e remoção de falhas em sistemas de software utilizando
estratégias
de
teste
automatizado.
São
abordados
os
seguintes
tópicos:
(1) fundamentos de teste de software; (2) planejamento dos testes; (3) teste caixa preta; (4) teste caixa branca;
(5) teste caixa cinza (baseados na arquitetura); (6) ferramentas para apoio e automação de teste. A
metodologia utilizada terá um caráter teórico-prático, com esposição de conceitos teóricos e exemplos reais,
seguidos por aulas práticas com exercícios de fixação.
46
Bibliografia:
BEIZER, B. Software Testing Techniques. International Thomson Computer Press, 2a ed, 1990.
BINDER, R. Testing OO Systems. Addison Wesley, 2000.
MARTINS, E. Verificação e Validação de Software. Notas de Curso, 2005.
J.MYERS, G. The Art of Software Testing. John Wiley & Sons, 1979.
PRESSMAN, Roger. Software Engineering. A Practitiner’s Approach. 4ª edição, 1997.
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
Código
Nome da Disciplina
ECOM126 Pesquisa Operacional
Ementa:
CH
60
Objetivos da Pesquisa Operacional. Programação Linear. Modelagem. Método Simplex. Problema de
Alocação de Recursos. Dualidade. Avaliação Ótima de Recursos. Análise de Sensibilidade do Modelo de
Programação Linear. Problema de Transporte. Análise de Sensibilidade do Modelo de Transporte. Problema
de Designação.
Bibliografia:
GOLDBARD, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear: Modelos e
Algoritmos. Campus, Rio de Janeiro, 2005.
PRADO, Darci Santos do. Programação Linear. Série Pesquisa Operacional Volume I. Belo Horizonte:
Editora DG, 2003.
ARENALES, M.; ARMENTANO, V.; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa operacional para cursos
de engenharia. Editora Campus, 2007.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. 3. ed.; Editora Campus, 2006.
Código
Nome da Disciplina
ECOM127 Redes de Computadores 2
Ementa:
CH
30
Redes Multimídia. Redes de Alta Velocidade. Redes sem Fio. Mobilidade. Segurança de redes.
Gerenciamento de redes.
Bibliografia:
KUROSE, James F. Redes de Computadores e a Internet:Uma Abordagem Top-down. 3ª ed.. Pearson
Education, 2006.
TANEMBAUM, Andrew. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
SCHILLER, Jochen. Mobile Communications. USA: Addison Wesley, 2003.
Código
ECOM128 Inteligência Artificial 2
Nome da Disciplina
CH
60
47
Ementa:
Visão geral e evolução da Inteligência Artificial Distribuída (IAD). Principais abordagens da IAD. Resolução
distribuída de problemas. Agentes inteligentes. Sistemas multi-agentes. Introdução à computação neural e
evolucionária.
Bibliografia:
REZENDE, S. O. Sistemas Inteligentes: Fundamentos e Aplicações. Manole, 2005.
WOOLDRIDGE, M. An Introduction to MultiAgent Systems. John Wiley & Sons, 2002.
FERBER, J. Multi-Agent Systems: An Introduction to Distributed Artificial Intelligence. AddisonWesley, 1999.
WEISS, G. Multiagent Systems: A Modern Approach to Distributed Artificial Intelligence. MIT Press,
1999.
LUGER, G. F. Inteligência Artificial: Estruturas e Estratégias para a Solução de Problemas Complexos.
4ª ed.. Porto Alegre: Bookman, 2004.
RICH, E.; KNIGHT, K. Inteligência Artificial. São Paulo: McGraw-Hill, 1988.
RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
Código
Nome da Disciplina
CH
ECOM129 Interação Homem-Máquina
Ementa:
30
Os conceitos e fundamentos de interação e interface homem-máquina (IHM). Técnicas de concepção da
interação. Análise de tarefas. Teste de usabilidade e ferramentas de avaliação de interfaces. Persona.
Bibliografia:
KRUG, S. Don’t Make Me Think! A Common Sense Approach to Web Usability. 2 ª ed. Idianapolis: New
Riders, 2005.
DUMAS, J. S.; REDISH, J. C.. A Practical Guide to Usability Testing. Ed. ver.. Intellect, Bristol, 1999.
HACKOS, J. T.; REDISH, J. C. User and Task Analysis for Interface Design. New York: John Wiley &
Sons, 1998.
PRUITT, J.; ADLIN, T. The Persona Lifecycle: Keeping People in Mind Throughout Product Design.
San Francisco: Morgan Kaufmann, 2006.
Código
Nome da Disciplina
ECOM130 Introdução à Administração
Ementa:
CH
60
Espírito Empreendedor, Escolha do Negócio, Conjuntura Econômica, Planejamento Estratégico, Organização
da Empresa, Marketing, Operações, Gestão de Pessoas, Motivação e Liderança, Contabilidade e Finanças para
Empreendedores, Noções de Gestão de Projetos, Planejamento e Implantação do Negócio.
Bibliografia:
MAXIMINIANO, Antonio César. Administração para Empreendedores. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2006.
MAXIMINIANO, A. C. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2004.
FIALHO, Francisco. Empreendedorismo na Era do Conhecimento. Florianópolis: Visual Books, 2006.
SALIM, César. Construindo Planos de Negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
48
49
Disciplinas Eletivas –Tópicos
Código
Nome da Disciplina
ECOM201 Tópicos em Humanidades
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Humanidades a ser adotado pelo professor responsável
pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM202 Tópicos em Computação Científica
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Computação Científica a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM203 Tópicos em Computação Paralela
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Computação Paralela a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM204 Tópicos em Bancos de Dados
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Bancos de Dados a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM205 Tópicos em Software Básico
CH
-
Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Software Básico a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM206 Tópicos em Engenharia de Software
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Engenharia de Software a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM207 Tópicos em Arquitetura de Computadores
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Arquitetura de Computadores a ser adotado pelo
professor responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM208 Tópicos em Comunicação de Dados
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Comunicação de Dados a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM209 Tópicos em Redes de Computadores
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Redes de Computadores a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
51
Código
Nome da Disciplina
ECOM210 Tópicos em Inteligência Artificial
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Inteligência Artificial a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM211 Tópicos Especiais em Computação
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função dos temas especiais em Computação a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM212 Tópicos Especiais em Engenharia
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função dos temas especiais em Engenharia a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM213 Tópicos em Modelagem Computacional de Conhecimento
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Modelagem Computacional de Conhecimento a ser
adotado pelo professor responsável pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM214 Tópicos Especiais em Programação
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
52
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema em Programação a ser adotado pelo professor responsável
pela disciplina.
Código
Nome da Disciplina
ECOM215 Tópicos em Informática na Educação
Ementa:
CH
-
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da
área.
Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema em Informática na Educação a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.
53
6. Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia de Computação, obrigatório,
segundo a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia, cuja carga horária mínima
do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas, tem por objetivo, a
articulação dos conhecimentos teóricos e o exercício da profissão em seu sentido mais amplo,
promovendo atividades voltadas para a formação de profissionais de computação com
conhecimento das diversas realidades do mercado, quer seja nas aplicações de caráter
científico, quer nas de cunho empresarial.
O Estágio Supervisionado é coordenado pelo Colegiado do Curso. Pode ser realizado
ao longo do curso, após o 3° (terceiro) semestre letivo. Durante o Estágio, os alunos deverão
desenvolver atividades práticas que permitam sedimentar os conhecimentos acumulados nas
diversas disciplinas já cursadas e entrar em contato com a realidade local, conhecendo suas
dificuldades e necessidades de aprimoramento.
Os estágios supervisionados deverão ter acompanhamento de um professor do
Instituto de Computação, responsável pela evolução do aluno nas suas atividades práticas,
suprindo-lhe com a orientação e apoio necessários ao seu bom desempenho durante todo o
estágio.
O Estágio Supervisionado poderá ser remunerado ou não, e em instituições de ensino
e pesquisa ou em empresas privadas, desde que haja nelas um profissional da área de
Computação que seja responsável pelas atividades dirigidas do aluno e que possa avaliá-lo no
final do estágio. O Estágio Supervisionado deverá cumprir as normatizações legais vigentes
no país.
7. Trabalho de Conclusão de Curso
A conclusão do curso dependerá da elaboração individual de uma monografia final,
denominada TCC – Trabalho de Conclusão do Curso, apresentada a uma banca examinadora,
sob a coordenação do Colegiado do Curso de Engenharia de Computação, na forma como
dispõe a Resolução n.º 01-IC, de 10.08.2006. O TCC não constitui disciplina apesar de contar
com uma carga horária obrigatória de 90 horas para a integralização curricular.
A monografia representa o trabalho final de curso previsto no Regimento Geral da
Universidade, sendo obrigatória a sua entrega por escrito e a respectiva apresentação
individual perante uma banca examinadora formada por no mínimo 02 (dois) professores que
não participaram da orientação do trabalho. Os TCCs serão normatizados pelas resoluções da
Universidade e por resoluções do Colegiado de Curso.
O TCC tem como finalidade desenvolver a capacidade crítica e a produção criativa do
aluno, demonstrando os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso. Para tanto, além do
auxílio de um orientador o aluno contará na estrutura curricular com uma disciplina de
Metodologia da Pesquisa e Trabalho Científico, visando auxiliá-lo na elaboração da
monografia.
55
8. Atividades Complementares
As atividades complementares devem ser desenvolvidas ao longo do curso, dentro da
carga horária prevista, segundo programação individual de cada aluno.
Ao final do Curso, a Coordenação cadastrará as atividades individuais dos alunos,
definindo a carga horária correspondente a cada atividade, considerando-se, dentre outras e
todas vinculadas a áreas de interesse do curso: pesquisa, extensão, monitoria, eventos
culturais, científicos e estudantis (congressos, seminários, encontros, conferências, palestras,
cursos), núcleos temáticos, temas interdisciplinares, disciplinas extracurriculares ministradas
fora do curso ou por outras instituições, se forem compatíveis com a formação do Profissional
em Engenharia de Computação.
A Parte Complementar do Curso de Engenharia de Computação do Instituto de
Computação da UFAL com carga horária mínima de 200 (duzentas) horas, poderá ser
composta da seguinte forma:
Desdobramento dos Grupos de Atividades
Resolução CEPE n.º 113/95
GRUPO 1
Monitoria.
Até 100 horas por ano completo e no total.
Disciplinas isoladas, de outros cursos.
Total da carga horária da disciplina, até o total de 120 horas.
Local
5 horas por dia sem
10 horas por dia com trabalho
trabalho
GRUPO 2
Participação em eventos: seminários,
congressos,
conferências,
encontros
estudantis, cursos de atualização.
Até 50 horas por ano e até 150 horas no total.
Fora da cidade
10 horas por dia sem
20 horas por dia com trabalho.
trabalho.
Até 50 horas por ano e até 150 horas no total.
Núcleos temáticos.
GRUPO 3
GRUPO 4
Até 150 horas no total.
Atividades de extensão.
Até 100 horas por ano e 150 horas no total.
Estágios extracurriculares.
Até 100 horas por ano e 150 horas no total.
Atividades de pesquisa e iniciação científica.
Até 100 horas por ano e 150 horas no total.
Trabalhos publicados.
30 horas para cada.
Administração e representação em entidades
estudantis.
Até 50 horas por ano e 100 horas no total.
Representação em colegiados da UFAL.
Até 50 horas por ano e 100 horas no total.
As atividades devem ser pertinentes e úteis à formação do Engenheiro de Computação
e admitidas pelo Colegiado do Curso, observada a interdisciplinaridade.
56
Os documentos comprobatórios devem ser visados pelo Coordenador do Curso, com a
respectiva computação da carga horária.
Será ainda fomentada a participação em pesquisa e extensão na área de computação ou
afim e realizadas de modo interligado com o ensino, visando atender à formação fundamental
e prática do Engenheiro de Computação, com a devida valoração como atividade
complementar.
57
9. Avaliação
9.1. Avaliação do Projeto Pedagógico
A avaliação permanente deste Projeto Pedagógico a ser implantado com a
presente proposta é de importância fundamental para aferir o sucesso do currículo proposto
para o Curso, como também para certificar-se da necessidade de alterações futuras que
venham aprimorar o Projeto, tendo em vista o seu caráter dinâmico e a necessidade de
adaptar-se às constantes avaliações que terá que enfrentar.
Seguindo a orientação dos Conselhos Superiores da UFAL, deverão ser
inseridos mecanismos que possibilitem uma avaliação institucional e uma avaliação do seu
desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas vigentes na
Instituição, possibilitando a realização de uma análise diagnóstica e formativa, durante todo o
processo de implantação do atual Projeto Pedagógico.
Tal processo de avaliação deverá utilizar estratégias e táticas que possibilitem
uma discussão ampla, visando detectar as deficiências que porventura existam.
As atividades de extensão universitária, realizadas no âmbito do Curso, em
parceria com órgãos públicos ou empresas privadas, serão também avaliadas pela sociedade,
através de instrumentos adequados, inclusive nos estágios curriculares obrigatórios.
Também será adotado para fins de avaliação do Projeto Pedagógico do curso, o
roteiro proposto pelo INEP/MEC para as condições de ensino, através de alguns dos seguintes
tópicos:
1. Organização Didático-Pedagógica: Administração Acadêmica, Projeto do Curso,
Atividades Acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo Docente: Formação Profissional, Condições de Trabalho, Atuação e
Desempenho Acadêmico e Profissional;
3. Infra-Estrutura: Instalações Gerais, Biblioteca, Instalações e Laboratórios Específicos.
9.2. Avaliação dos Docentes
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas
através de formulário próprio e obedecendo aos critérios do processo de avaliação
Institucional.
58
9.3. Avaliação dos Discentes
A verificação de aprendizagem será realizada pela freqüência e pelo aproveitamento
nos estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente. Essa verificação será aplicada
segundo as resoluções vigentes na Instituição.
9.4. Considerações Finais da Avaliação do Aprendizado
É indispensável que a avaliação seja entendida como um processo amplo de
aprendizagem, envolvendo assim a responsabilidades do professor e a do aluno. Assim, a
avaliação aqui proposta deve-se pautar também em questões de avaliação comportamental,
avaliação humanista, avaliação cognitivista e avaliação no modelo sócio-cultural.
O aluno também será avaliado nas suas atividades de Iniciação Científica, estágios e
monitorias, visando garantir um maior aproveitamento. O Colegiado acompanhará, ainda, o
desempenho dos alunos no ENADE e nas seleções para os programas de pós-graduação
através do POSCOMP que é um dos principais programas de seleção de pós-graduação do
país, na área.
As correntes considerações se garantirão com o empenho da instituição em prover
infra-estrutura básica para seu funcionamento como: espaço físico, laboratórios para práticas
em disciplinas, pesquisas e extensões, conteúdo bibliográfico, e em acompanhamento destas
necessidades no percurso do curso, considerando a sua dinâmica.
59
