Professor Márcio Ribeiro recebe o prêmio John Vlissides Award

O Professor Márcio Ribeiro recebeu o prêmio John Vlissides Award por excelência em pesquisa de software aplicada ao apresentar sua proposta de tese de doutorado no congresso SIGPLAN da ACM.

03/11/2010 09h58 - Atualizado em 19/01/2021 às 15h37
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Professor Márcio expondo suas idéias.

Jhonathan Pino – jornalista, e Laís de Oliveira- estudante de Jornalismo (original no site da UFAL)

O professor Márcio Ribeiro, do Instituto de Computação (IC), recebeu o prêmio John Vlissides Award pelo trabalho Towards Feature Modularization na cidade de Reno, nos Estados Unidos. O professor estava participando do Doctoral Symposium of the ACM SIGPLAN - International Conference on Systems, Programming Languages and Applications: Software for Humanity (SPLASH), que foi realizado entre os dias 17 e 21 de outubro.

O Simpósio de Doutorado contou com vários estudantes de alguns países como Bélgica, Estados Unidos, Portugal e Brasil. Eles apresentaram seus artigos para uma banca de professores de Universidades dos  Estados Unidos e Márcio Ribeiro, que também é aluno de doutorado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), foi um dos sete finalistas convidados para apresentar o artigo no evento.

O prêmio John Vlissides é concedido anualmente para o doutorando que demonstrar um projeto significativo na aplicação de pesquisa em software. O vencedor recebe ainda uma placa de metal e a quantia de US$2.000. Márcio, o primeiro brasileiro a vencer o prêmio, apresentou o artigo Towards Feature Modularization, que explanou um software com o intuito de solucionar problemas no compartilhamento de módulos.

Segundo Márcio, na distribuição de tarefas para a construção de software, os desenvolvedores podem  trabalhar em módulos distintos mas que, de alguma forma,  compartilham código. A interferência entre estes  pode causar problemas e prejudicar a construção do software. “O uso de mensagens informando aos desenvolvedores dos softwares que os módulos estão sendo usados por outra pessoa, evita que as alterações realizadas em um módulo afetem o trabalho do outro. Com isso é possível prevenir erros durante a manutenção do software, aumentando a produtividade dos desenvolvedores e diminuindo os custos”, explica o pesquisador.