Projeto Pedagógico (versão 2019)

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PPC - CC - 2019 - Versão Final.pdf
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                    Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Computação

Graduação em Ciência da Computação
Projeto Pedagógico
2019

Maceió
Dezembro de 2019

Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Computação

Graduação em Ciência da Computação
Projeto Pedagógico do Curso

Elaboração:
Equipe de professores e
técnicos administrativos do
Instituto de Computação da
Universidade Federal de Alagoas

Maceió, Dezembro de 2019.

2

Reitora
Prof.ª Dr.ª Maria Valéria Costa Correia
Vice-reitor

Coordenador do Curso
Prof. Tiago Figueiredo Vieira, PhD
Vice Coordenador do Curso

Prof. Dr. José Vieira da Cruz

Prof. Me. Lucas Amorim

Pró-Reitora de Graduação

Relatoria do Projeto Pedagógico

Prof.ª Dr.ª Sandra Regina Paz da Silva

Prof. Willy Carvalho Tiengo

Coordenadoria de Cursos de Graduação – CCG
Prof.ª Dr.ª Edna Cristina do Prado
Responsável pela Revisão do Projeto Pedagógico
Ionara Duarte - Técnica em Assuntos
Educacionais/CCG/PROGRAD

3

Histórico de Revisões
Data

Descritivo da Alteração

Responsável

04/01/2020

Versão consolidada com os ajustes demandados pela

Willy Tiengo

PROEX e PROGRAD nos termos da Resolução
CONSUNI Nº 96/2019 de 10 dezembro de 2019.
06/01/2020

Atualização do código das disciplinas (obrigatórias e

Willy Tiengo

das ênfases) para corresponder com o código gerado
automaticamente no Sistema Acadêmico.
14/02/2020

06 disciplinas de tópicos foram adicionadas na lista de

Willy Tiengo

disciplinas eletivas.
12/03/2025

Ajustes textuais (NDE)

Membros do NDE

4

Sumário
1.

Identificação ...................................................................................................................... 7
1.1.

Dados da Instituição .................................................................................................. 7

1.2.

Dados do Curso ......................................................................................................... 8

2.

Introdução ......................................................................................................................... 9
2.1.

Breve Histórico do Curso ........................................................................................ 10

2.2.

Contexto regional do Curso ..................................................................................... 10

2.3.

Visão Geral do Curso .............................................................................................. 11

2.4.

Objetivo do Curso .................................................................................................... 12

2.5.

TIC no Processo de Ensino e Aprendizagem: Inovação e Integração na Formação de

Bacharéis em Ciência da Computação................................................................................. 13
3.

Perfil do Egresso .............................................................................................................. 14

4.

Metodologia da SBC ........................................................................................................ 19

5.

Eixos de Formação .......................................................................................................... 21
5.1.

Eixo de Formação: Resolução de Problemas ........................................................... 22

5.2.

Eixo de Formação: Desenvolvimento de Sistemas .................................................. 23

5.3.

Eixo de Formação: Ciência, Tecnologia e Inovação................................................ 24

Matriz Curricular ............................................................................................................. 27

6.

6.1.

Disciplinas Obrigatórias da Formação Geral ........................................................... 31

6.2.

Disciplinas Obrigatórias da Formação com Ênfase ................................................. 35

6.3.

Disciplinas Eletivas ................................................................................................. 37

Extensão .......................................................................................................................... 39

7.

7.1.

Avaliação da Atividade de Extensão ....................................................................... 42

8.

Estágio Supervisionado ................................................................................................... 43

9.

Trabalho de Conclusão de Curso ..................................................................................... 44

10.

Atividades Complementares ........................................................................................ 46

11.

Aspectos Interdisciplinares e de Inclusão .................................................................... 49
5

11.1.

Educação Ambiental ............................................................................................ 49

11.2.

Educação em Direitos Humanos .......................................................................... 50

11.3.

Acessibilidade e Transtorno do Espectro Autista ................................................ 51

11.4.

Tratamento das Relações Étnico-Raciais ............................................................. 52

13.

Avaliação ..................................................................................................................... 53

13.1.

Avaliação do Projeto Pedagógico ............................................................................ 53

13.2.

Avaliação dos Docentes ....................................................................................... 54

13.3.

Avaliação dos Discentes ...................................................................................... 54

13.4.

Considerações Finais da Avaliação do Aprendizado ........................................... 54

15.

Disposições Finais e Transitórias ................................................................................ 55

Referências .............................................................................................................................. 57
ANEXO I - Ementas das Disciplinas....................................................................................... 59
Disciplinas Obrigatórias ...................................................................................................... 59
1º Período ........................................................................................................................ 59
2º Período ........................................................................................................................ 63
3º Período ........................................................................................................................ 66
4º Período ........................................................................................................................ 69
5º Período ........................................................................................................................ 73
6º Período ........................................................................................................................ 76
7º Período ........................................................................................................................ 77
Ênfases............................................................................................................................. 78
Disciplinas Eletivas ............................................................................................................. 91

6

1. Identificação
1.1. Dados da Instituição
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
CNPJ:

00.394.445/0124-52

Município-sede:

Brasília – Distrito Federal (DF).

Dependência:

Administrativa Federal

Instituição mantida:

Universidade Federal de Alagoas

CNPJ:

24.464.109/0001-48

Campus:

A.C. Simões

Reitora:

Maria Valéria Costa Correia

Vice Reitor:

José Vieira Cruz

Unidade Acadêmica Instituto de Computação
Município Sede:

Maceió

Estado:

Alagoas

Região:

Nordeste

Endereço:

Av. Lourival de Melo Mota S/N – Campus A. C. Simões. Bairro:
Tabuleiro do Martins, Cidade: Maceió, Estado: Alagoas. CEP 57072900

Telefone:

+55 (82) 3214-1401.

Portal Eletrônico:

www.ic.ufal.br

E-mail:

Coordenação de Ciência da Computação <coordenacao.cc@ic.ufal.br>

Missão da IES:

A Universidade Federal de Alagoas tem por missão formar
continuamente competências por meio da produção, multiplicação e
recriação dos saberes coletivos e do diálogo com a sociedade.

7

1.2. Dados do Curso
Nome do Curso:

Ciência da Computação.

Modalidade:

Presencial.

Regime:

Semestral.

Título Ofertado:

Bacharel em Ciência da Computação.

Reconhecimento:

Portaria 1121/95 do MEC.

Turno:

Diurno (matutino e vespertino com duas entradas).

Carga Horária:

3.747 horas.

Duração:

Mínima: 08 semestres (04 anos);
Máxima: 12 semestres (06 anos).

Vagas:

1

80 anuais com duas entradas semestrais de 40 alunos1.

Essas quantidades poderão ser alteradas mediante aprovação do Pleno do Instituto de Computação.

8

2. Introdução
Este Projeto Pedagógico do Curso de Ciência da Computação ajusta o atual projeto pedagógico
para tornar a extensão como componente curricular obrigatório nos termos da Resolução
CONSUNI Nº 04/2018, bem como para atender às novas diretrizes tanto do Conselho Nacional
de Educação (CNE) quanto da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O CNE, a partir da
Resolução2 Nº 5, de Novembro de 2016, instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
curso de bacharelado em Ciência da Computação. Já em 2017 e com base na Resolução do
CNE, a SBC publicou um manual com os Referenciais de Formação para os Cursos de
Graduação em Computação3.
Cabe destacar que, como a ciência da computação é uma área do conhecimento em
constante evolução, foi necessário fazer uma reflexão mais aprofundada quanto à estrutura e
eficácia do atual currículo do curso, que foi atualizado há quase 10 anos. “Muito do que se tinha
como indispensável na década passada não é mais usado hoje. Em contrapartida, abriram-se
novas fronteiras do conhecimento, novos desafios, criaram-se novas áreas de pesquisa, novos
interesses, novas necessidades. Além disso, é exigido do profissional do terceiro milênio o
domínio das tendências e concepções de organização do trabalho, das mudanças no conteúdo
do trabalho e das exigências de qualificações impostas pelas novas tecnologias”4.
Em síntese, este PPC torna a extensão componente curricular obrigatório, dá maior
flexibilidade, criando um modelo de ênfases, atualiza-se em relação às novas exigências e
recomendações do MEC, tenta corrigir lacunas do currículo vigente a partir da revisão e
flexibilização do rol de disciplinas do curso.
Os cursos de Ciência da Computação, segundo as diretrizes curriculares do MEC, têm
como objetivo a formação de recursos humanos para o desenvolvimento científico e tecnológico
da área de Computação. Os egressos desses cursos devem estar situados no estado da arte da
Ciência e da Tecnologia da Computação, de tal forma que possam continuar suas atividades na
pesquisa, promovendo o desenvolvimento científico, ou aplicando os conhecimentos científicos
e promovendo o desenvolvimento tecnológico do país.

2

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces005-16pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 (último acesso em agosto de 2019)
3
Zorzo, A. F.; Nunes, D.; Matos, E.; Steinmacher, I.; Leite, J.; Araujo, R. M.; Correia, R.; Martins, S. “Referenciais
de Formação para os Cursos de Graduação em Computação”. Sociedade Brasileira de Computação (SBC). 153p,
2017. ISBN 978-85-7669-424-3.
4
PPC Ciência da Computação, UFC, 2015.

9

Este projeto pedagógico foi elaborado utilizando a metodologia proposta no manual da
SBC que trata dos Referenciais de Formação para os Cursos de Graduação em Computação.

2.1. Breve Histórico do Curso
O Curso de Ciência da Computação da UFAL teve seu funcionamento autorizado a
partir do segundo semestre do ano de 1987, sendo reconhecido pelo MEC em 1995, por meio
da Portaria nº 1121/95. O curso nasceu por uma iniciativa do Departamento de Matemática
Aplicada (MAP), que teve, posteriormente, sua denominação alterada para Departamento de
Tecnologia da Informação (TCI). Com a mudança estrutural da Universidade Federal de
Alagoas, implantada em 2006, o Departamento de Tecnologia da Informação foi transformado
em Unidade Acadêmica sob a denominação de Instituto de Computação (IC), que passou a ser
o responsável pelo referido curso.

2.2. Contexto regional do Curso
O curso de Ciência da Computação do Instituto de Computação da Universidade Federal
de Alagoas - UFAL está inserido em um contexto regional de grande importância para o
desenvolvimento tecnológico e econômico do estado de Alagoas e do Nordeste brasileiro.
Alagoas, historicamente conhecido por sua economia baseada no turismo, na agroindústria e
nos serviços, tem passado por um processo de transformação digital e crescimento do setor
tecnológico, impulsionado pela demanda por inovação e pela expansão da infraestrutura digital.
O Instituto de Computação da UFAL desempenha um papel fundamental nesse cenário,
formando profissionais altamente qualificados e promovendo pesquisas em áreas estratégicas
da computação, como inteligência artificial, segurança da informação, computação em nuvem,
engenharia de software e ciência de dados. A presença do IC contribui diretamente para o
fortalecimento do ecossistema de tecnologia e inovação em Alagoas, fomentando startups,
parcerias com empresas e o crescimento do setor de tecnologia da informação no estado.
O curso também se beneficia da crescente adoção de políticas públicas voltadas para a
inovação e da criação de parques tecnológicos, que buscam atrair investimentos e gerar novas
oportunidades de emprego para profissionais da computação.
Outro aspecto relevante é a contribuição do curso para a inclusão digital e o
desenvolvimento social do estado. Projetos de extensão e pesquisa desenvolvidos pelo
10

IC/UFAL impactam diretamente a sociedade alagoana, promovendo capacitação tecnológica,
ensino de programação para jovens e desenvolvimento de softwares para resolver desafios
locais, como otimização de serviços públicos e soluções para a agricultura familiar.
Desta forma, o curso de Ciência da Computação da UFAL não apenas atende às
demandas do mercado local, mas também se posiciona como um agente de transformação no
cenário regional e nacional, promovendo a inovação, a pesquisa e o desenvolvimento
tecnológico em Alagoas.

2.3. Visão Geral do Curso
O Curso de Ciência da Computação tem a duração mínima de 08 semestres (4 anos) e a
máxima de 12 semestres (6 anos). O curso conta com um total de 2.952 horas de disciplina,
correspondendo a 24 disciplinas obrigatórias (2.016 horas) da formação básica, 05 disciplinas
obrigatórias em cada ênfase (360 horas) e um mínimo de 576 horas em disciplinas eletivas
(esperado 08 disciplinas eletivas). O conteúdo da Formação Básica em Computação é formado
pelo conjunto de disciplinas obrigatórias. Este conjunto de disciplinas obrigatórias visa garantir
a competência mínima necessária a um profissional de computação de nível superior, com os
conhecimentos básicos e alguns específicos das principais áreas da computação que o habilitam
ao exercício da profissão.
A grade curricular apresenta, também, um segundo grupo de disciplinas eletivas
destinadas à formação profissional. Cada disciplina é especializada numa ou mais competências
contribuindo para o perfil do profissional da computação.
Após a integralização dos conteúdos obrigatórios, exige-se a elaboração e apresentação
de uma monografia individual (Trabalho de Conclusão de Curso – TCC) com temática
relacionada ao exercício profissional e/ou acadêmico e com o apoio de um professor orientador.
O TCC é previsto como atividade obrigatória, tendo carga horária para integralização
correspondente a 180 horas.
É facultada ao aluno, a possibilidade de cursar outras disciplinas eletivas ofertadas, bem
como a realização de Atividades Complementares no decorrer do curso.
As Atividades Complementares devem ter uma carga horária de no mínimo 240 horas
e podem ser realizadas por meio de Estágio Supervisionado, abrangendo experiências práticas
em ambiente profissional, no interior da Universidade ou fora dela, ou por meio de outras
atividades regulamentadas pelo CONSUNI/UFAL e por Resoluções do Colegiado de Curso.
Desta forma, a carga horária mínima total do curso será composta como ilustrado do Tabela a
seguir:
11

Atividade

Horas

Disciplinas obrigatórias

2.016

Disciplinas eletivas

936

TCC

180

Atividades Complementares

240

Atividades de Extensão

375
TOTAL

3.747

As horas/aula de disciplinas eletivas cursadas e/ou as atividades complementares
realizadas que ultrapassarem a carga horária total serão lançadas no histórico escolar do aluno,
somando-se à sua integralização curricular.

2.4. Objetivo do Curso
O curso de Ciência da Computação do Instituto de Computação da Universidade Federal
de Alagoas - UFAL tem como objetivo principal formar profissionais com uma base sólida e
abrangente em computação, capacitando-os para atuar de forma competente no mercado de
trabalho e na pesquisa científica. Os egressos do curso são preparados para desenvolver
soluções inovadoras e eficientes para problemas complexos, aplicando conhecimentos teóricos
e práticos em diversas áreas da computação.
Além disso, o curso busca promover a formação de recursos humanos qualificados para
o desenvolvimento científico e tecnológico na área de computação, conforme as Diretrizes
Curriculares Nacionais - DCNs. Isso inclui a capacitação dos alunos para a pesquisa científica,
contribuindo para o avanço do conhecimento e da inovação tecnológica no país.
Para alcançar esses objetivos, o curso oferece uma grade curricular que combina
disciplinas obrigatórias e eletivas, permitindo aos alunos personalizar sua formação de acordo
com seus interesses e as demandas do mercado. A estrutura curricular é projetada para garantir
uma formação abrangente, contemplando desde os fundamentos teóricos até as aplicações
práticas da computação.
Deste modo, o curso de Ciência da Computação da UFAL visa formar profissionais
altamente capacitados, aptos a contribuir significativamente para o desenvolvimento científico
e tecnológico, tanto em âmbito regional quanto nacional.

12

2.5. TIC no Processo de Ensino e Aprendizagem:
Inovação e Integração na Formação de Bacharéis em
Ciência da Computação
integração das TIC no processo de ensino e aprendizagem em Ciência da Computação
é uma estratégia indispensável para formar profissionais preparados para os desafios de um
mercado tecnológico em constante evolução. Assim, as TIC devem ser vistas não apenas como
ferramentas de apoio, mas como componentes centrais na construção de um ensino mais
inclusivo, dinâmico e alinhado com as demandas da sociedade digital contemporânea.
No contexto do curso de Ciência da Computação do Instituto de Computação da
Universidade Federal de Alagoas, o uso estratégico das TIC não apenas reflete a natureza
intrinsecamente digital da área, mas também potencializa o desenvolvimento do pensamento
computacional.
O Instituto de Computação dispõe de quatro laboratórios de informática,
totalizando 112 computadores, sendo que um desses laboratórios, com 20 máquinas, está
disponível para livre acesso dos discentes. Esses espaços possibilitam a prática contínua de
programação, testes de software e desenvolvimento de projetos, consolidando o aprendizado
prático da computação.
Além dos laboratórios de ensino, a infraestrutura do instituto inclui equipamentos de
alto desempenho voltados para pesquisa, como três nós hiperconvergentes, seis servidores e
três rigs de mineração de dados dedicadas ao treinamento de modelos de inteligência artificial.
Estes recursos são essenciais para experimentação e inovação na área, permitindo que os alunos
trabalhem com grandes volumes de dados e explorem técnicas avançadas de aprendizagem de
máquina.
O instituto também conta com um ambiente tecnológico diversificado, incluindo um
braço robótico industrial com múltiplos graus de liberdade, seis robôs móveis cooperativos, 48
FPGAs, 10 kits de processamento de IA embarcada, duas estações de borda para IA 5G, duas
câmeras 5G com IA embarcada e três Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs). Estes
equipamentos ampliam as possibilidades de aprendizado em áreas como robótica, automação e
sistemas embarcados.
A infraestrutura ainda abrange uma mini fábrica de sistemas embarcados, composta por
dois sistemas pick-and-place (um semiautomático e outro automático), uma fresa CNC de alta
rotação, um forno de três estágios para PCBs, além de stencil, laminadora e fresa a laser. Estes

13

recursos permitem a prototipação e desenvolvimento de hardware, aproximando os estudantes
das práticas da indústria.
Na área de instrumentação eletrônica, o instituto conta com um analisador de espectro,
22 multímetros de alta precisão, 20 osciloscópios de alta frequência, 28 fontes de bancada DC,
16 geradores de sinal arbitrário e um medidor de qualidade de energia. Esta infraestrutura
possibilita experimentos de eletrônica avançada, contribuindo para a formação de profissionais
capacitados para o desenvolvimento e análise de sistemas computacionais e eletrônicos.
O suporte tecnológico oferecido pelo Instituto de Computação viabiliza o uso das TIC
de maneira ampla, permitindo que os estudantes tenham acesso a ferramentas e metodologias
modernas. Ambientes de desenvolvimento integrados, sistemas de controle de versão e
plataformas de computação em nuvem são amplamente utilizados para reforçar os conceitos
teóricos aprendidos em sala de aula, proporcionando uma formação alinhada com as demandas
do mercado e da pesquisa científica.

3. Perfil do Egresso
O egresso deste curso deverá apresentar uma formação sólida e abrangente, que
conjugue conhecimentos teóricos e práticos em Ciência da Computação, Matemática e áreas
correlatas, preparando-o para atuar de forma competente e inovadora em um cenário
globalizado e em constante transformação tecnológica. Em síntese, espera-se que o profissional
formado seja:
§

Tecnicamente Preparado e Multidisciplinar: possua domínio dos fundamentos
teóricos e práticos da Computação, capazes de subsidiar o desenvolvimento de
aplicativos de propósito geral, ferramentas e infraestrutura de software, soluções
baseadas em inteligência artificial, ciência de dados, bem como sistemas
embarcados. Este sólido embasamento, aliado à formação matemática, permite
a construção de modelos computacionais robustos e a criação de soluções para
problemas complexos, integrando diversos domínios de conhecimento;

§

Com Visão Global e Interdisciplinar: desenvolva uma compreensão ampla dos
sistemas computacionais, transcendendo os detalhes de implementação,
integrando diferentes áreas e reconhecendo as inter-relações entre tecnologia,
ciências humanas e sociais. Seja capaz de identificar oportunidades e desafios

14

que emergem na interface entre a tecnologia e as demandas do mercado, da
sociedade e do meio ambiente;
§

Eticamente Responsável e Socialmente Consciente: entenda o impacto das
tecnologias computacionais na sociedade e atue de forma reflexiva,
considerando aspectos éticos, legais, políticos e ambientais. Demonstre
sensibilidade quanto aos efeitos diretos e indiretos de suas soluções,
contribuindo para o desenvolvimento sustentável e para a promoção do bemestar social;

§

Inovador e Empreendedor: reconheça que a inovação e a criatividade são
elementos centrais para o avanço científico e tecnológico, estando apto a
desenvolver soluções disruptivas, seja individualmente ou em equipe. Este
profissional deverá também ter uma visão de negócios, identificando
oportunidades e articulando projetos que possam transformar ideias inovadoras
em produtos ou serviços de impacto;

§

Competente na Resolução de Problemas e na Gestão de Projetos: seja habilidoso
na identificação e análise de problemas com solução algorítmica, utilizando
ambientes de programação e metodologias que garantam qualidade, eficiência e
confiabilidade na implementação de sistemas. Demonstre capacidade de
gerenciar projetos em Tecnologia da Informação, equilibrando aspectos
técnicos, quantitativos e qualitativos, e adequando as soluções às necessidades
presentes e futuras;

§

Comunicativo, Raciocinador Crítico e Colaborativo: possua habilidades para
apresentar e defender projetos e soluções técnicas, tanto de forma oral quanto
escrita, facilitando a comunicação com públicos diversos. Esteja preparado para
trabalhar em equipe, exercendo liderança, coordenação e cooperação, e
valorizando o intercâmbio de conhecimentos como forma de aprimoramento
contínuo e desenvolvimento do raciocínio crítico;

§

Comprometido com a Aprendizagem Contínua, Desenvolvimento da Ciência e
a Atualização Profissional: reconheça a importância da autogestão da
aprendizagem, mantendo-se sempre atualizado diante das rápidas mudanças
tecnológicas e das novas demandas do mercado global. Profissional capaz de
compreender a importância do desenvolvimento de pesquisas em Ciências da
Computação, aprimorando assim essa área de conhecimento. Este compromisso
com o aprimoramento pessoal e profissional é essencial para a adaptação e
evolução frente aos desafios futuros.
15

Em suma, o egresso do Bacharelado em Ciência da Computação será um profissional
capaz de integrar conhecimentos técnicos e humanísticos, atuando de forma crítica, inovadora
e responsável. Sua formação lhe permitirá não apenas resolver problemas complexos por meio
da construção e implementação de soluções computacionais, mas também contribuir para o
desenvolvimento científico, econômico e social de sua região, do país e do mundo.
O curso está formatado para atender as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso
de bacharelado em Ciência da Computação estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação
a partir da Resolução5 Nº 5, de Novembro de 2016, que estabelece:
Art. 4º Os cursos de bacharelado e de licenciatura da área de Computação
devem assegurar a formação de profissionais dotados:
I - de conhecimento das questões sociais, profissionais, legais, éticas, políticas
e humanísticas;
II - da compreensão do impacto da computação e suas tecnologias na sociedade
no que concerne ao atendimento e à antecipação estratégica das necessidades
da sociedade;
III - de visão crítica e criativa na identificação e resolução de problemas
contribuindo para o desenvolvimento de sua área;
IV - da capacidade de atuar de forma empreendedora, abrangente e cooperativa
no atendimento às demandas sociais da região onde atua, do Brasil e do mundo;
V - de utilizar racionalmente os recursos disponíveis de forma transdisciplinar;
VI - da compreensão das necessidades da contínua atualização e
aprimoramento de suas competências e habilidades;
VII - da capacidade de reconhecer a importância do pensamento computacional
na vida cotidiana, como também sua aplicação em outros domínios e ser capaz
de aplicá-lo em circunstâncias apropriadas; e
VIII - da capacidade de atuar em um mundo de trabalho globalizado.
§ 1º Levando em consideração a flexibilidade necessária para atender domínios
diversificados de aplicação e as vocações institucionais, espera-se que os
egressos dos cursos de bacharelado em Ciência da Computação:

5

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces005-16pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 (último acesso em agosto de 2019)

16

I - possuam sólida formação em Ciência da Computação e Matemática que os
capacitem a construir aplicativos de propósito geral, ferramentas e
infraestrutura de software de sistemas de computação e de sistemas
embarcados, gerar conhecimento científico e inovação e que os incentivem a
estender suas competências à medida que a área se desenvolve;
II - adquiram visão global e interdisciplinar de sistemas e entendam que esta
visão transcende os detalhes de implementação dos vários componentes e os
conhecimentos dos domínios de aplicação;
III - conheçam a estrutura dos sistemas de computação e os processos
envolvidos na sua construção e análise;
IV - dominem os fundamentos teóricos da área de Computação e como eles
influenciam a prática profissional;
V - sejam capazes de agir de forma reflexiva na construção de sistemas de
computação, compreendendo o seu impacto direto ou indireto sobre as pessoas
e a sociedade;
VI - sejam capazes de criar soluções, individualmente ou em equipe, para
problemas complexos caracterizados por relações entre domínios de
conhecimento e de aplicação;
VII - reconheçam o caráter fundamental da inovação e da criatividade e
compreendam as perspectivas de negócios e oportunidades relevantes.
(...)
Art. 5º Os cursos de bacharelado e licenciatura da área de Computação devem
formar egressos que revelem pelo menos as competências e habilidades comuns
para:
I - identificar problemas que tenham solução algorítmica;
II - conhecer os limites da computação;
III - resolver problemas usando ambientes de programação;
IV - tomar decisões e inovar, com base no conhecimento do funcionamento e
das características técnicas de hardware e da infraestrutura de software dos
sistemas de computação consciente dos aspectos éticos, legais e dos impactos
ambientais decorrentes;
V - compreender e explicar as dimensões quantitativas de um problema;
VI - gerir a sua própria aprendizagem e desenvolvimento, incluindo a gestão de
tempo e competências organizacionais;
17

VII - preparar e apresentar seus trabalhos e problemas técnicos e suas soluções
para audiências diversas, em formatos apropriados (oral e escrito);
VIII - avaliar criticamente projetos de sistemas de computação;
IX - adequar-se rapidamente às mudanças tecnológicas e aos novos ambientes
de trabalho;
X - ler textos técnicos na língua inglesa;
XI - empreender e exercer liderança, coordenação e supervisão na sua área de
atuação profissional;
XII - ser capaz de realizar trabalho cooperativo e entender os benefícios que
este pode produzir.
§ 1º Levando em consideração a flexibilidade necessária para atender domínios
diversificados de aplicação e as vocações institucionais, os cursos de
bacharelado em Ciência da Computação devem prover uma formação
profissional que revele, pelo menos, as habilidades e competências para:
I - compreender os fatos essenciais, os conceitos, os princípios e as teorias
relacionadas à Ciência da Computação para o desenvolvimento de software e
hardware e suas aplicações;
II - reconhecer a importância do pensamento computacional no cotidiano e sua
aplicação em circunstâncias apropriadas e em domínios diversos;
III - identificar e gerenciar os riscos que podem estar envolvidos na operação
de equipamentos de computação (incluindo os aspectos de dependabilidade e
segurança);
IV - identificar e analisar requisitos e especificações para problemas específicos
e planejar estratégias para suas soluções;
V - especificar, projetar, implementar, manter e avaliar sistemas de
computação, empregando teorias, práticas e ferramentas adequadas;
VI - conceber soluções computacionais a partir de decisões visando o equilíbrio
de todos os fatores envolvidos;
VII - empregar metodologias que visem garantir critérios de qualidade ao longo
de todas as etapas de desenvolvimento de uma solução computacional;
VIII - analisar quanto um sistema baseado em computadores atende os critérios
definidos para seu uso corrente e futuro (adequabilidade);
IX - gerenciar projetos de desenvolvimento de sistemas computacionais;
18

X - aplicar temas e princípios recorrentes, como abstração, complexidade,
princípio de localidade de referência (caching), compartilhamento de recursos,
segurança, concorrência, evolução de sistemas, entre outros, e reconhecer que
esses temas e princípios são fundamentais à área de Ciência da Computação;
XI - escolher e aplicar boas práticas e técnicas que conduzam ao raciocínio
rigoroso no planejamento, na execução e no acompanhamento, na medição e
gerenciamento geral da qualidade de sistemas computacionais;
XII - aplicar os princípios de gerência, organização e recuperação da
informação de vários tipos, incluindo texto imagem som e vídeo;
XIII - aplicar os princípios de interação humano-computador para avaliar e
construir uma grande variedade de produtos incluindo interface do usuário,
páginas WEB, sistemas multimídia e sistemas móveis.
A partir dessa Resolução do CNE, a SBC elaborou uma metodologia para elaboração
de projeto de pedagógico dos cursos de Ciência da Computação. Este projeto pedagógico foi
confeccionado segundo essa metodologia e, a partir desse momento, irá se referir os aspectos
tratados no manual “Referenciais de Formação para os Cursos de Graduação em Computação
elaborado” da SBC.

4. Metodologia da SBC
A SBC destaca que a sua metodologia “adota uma abordagem que muda o paradigma
estruturante de currículos de formação de uma orientação usual por conteúdos que devem ser
assimilados pelos alunos, para uma orientação a competências esperadas ao egresso do curso.
As principais vantagens de uso de uma abordagem por competências são: sua reconhecida
capacidade em dar significado ou razão aos conteúdos de conhecimento que compõem o
currículo; a ampliação do currículo para incluir habilidades e atitudes, além de conhecimento;
e uma maior aderência ao perfil do egresso esperado pelo curso6. Sabe-se da existência de
diferentes modelos de referência para definição de competências, sendo que, para os RFs
utiliza-se um modelo de referência baseado na Taxonomia de Bloom Revisada7. Neste modelo,

6

Van der Klink, M., Boon, J., Schlusmans, K., (2007) Competências e Ensino Superior Profissional: Presente e
Futuro. Revista Europeia de Formação Profissional, n.40,p.72-89.
7
Ferraz, A.P.C.M., Belhot, R.V. (2010) Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do
instrumento para definição de objetivos instrucionais, Gestão & Produção, v. 17, n.2, p.421-423.

19

uma competência pode expressar o conhecimento, as habilidades ou as atitudes esperadas do
egresso do curso, sob a perspectiva de objetivos de aprendizagem (o que o aluno será capaz
de). Além disso, a articulação e estruturação das competências foram estabelecidas em eixos
temáticos de formação8. Com base nesta abordagem, os RFs foram estruturados conforme
apresentado na Figura 1. Em linhas gerais, o perfil esperado para o egresso determina o
objetivo geral do curso, decomposto em diferentes eixos de formação. Os eixos de formação
objetivam capacitar o egresso em competências genéricas. Para alcançar cada competência,
são relacionadas diversas competências derivadas, que determinam a necessidade de serem
desenvolvidas em conteúdos específicos.”

Figura 1. Estrutura conceitual dos Referenciais de Formação em Computação
Fonte: SBC, 2017.
O manual da SBC esclarece que “ter competência é a capacidade de um indivíduo em
mobilizar recursos, tais como conhecimentos, habilidades, atitudes e valores, para a sua
atuação em situações reais complexas. Assim, um conteúdo associado a certa competência do
Bacharel em Ciência da Computação corresponde, intrinsecamente, a um ou mais desses
recursos. Por exemplo, pode-se dizer que um Bacharel em Ciência da Computação tem a
competência de desenvolver sistemas computacionais. Para isso, a sua formação deverá
contemplar, dentre outros, os seguintes conteúdos: Métodos Formais, Algoritmos, Técnicas de
Programação e Ética. Cada um desses conteúdos dará ao Bacharel uma parte dos

8

Anastasiou, L.G.C. (2010) Desafios da Construção Curricular em Visão Integrativa: Elementos para Discussão.
In: Dalben, A.I.L.F. et al. (orgs) Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente. Belo
Horizonte. Autêntica. Textos do XV ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino.

20

conhecimentos e habilidades que precisará para desenvolver sistemas computacionais (o saber
fazer), além de influenciar na maneira como aplicará tais conhecimentos e habilidades (o saber
ser).

5. Eixos de Formação
A metodologia da SBC emprega a noção de eixo de formação para organizar competências e
conteúdos. O próprio manual esclarece que “diferentemente do emprego usual do termo “eixo”
na estruturação de cursos para designar um agrupamento de disciplinas, um “eixo de
formação” refere-se a uma perspectiva da formação do Bacharel em Ciência da Computação.
Para cada perspectiva, é definida uma competência do egresso para tratar uma situação
complexa típica que normalmente faz parte da realidade profissional do Bacharel em Ciência
da Computação, incluindo o que deve saber fazer e como deve se comportar. Espera-se que,
em situações reais, as competências de mais de um eixo de formação sejam combinadas, sem
uma clara separação entre elas. A divisão em eixos de formação tem como objetivo apenas a
organização de conceitos e a explicitação dos modos fundamentais da atuação profissional do
Bacharel em Ciência da Computação.”
A primeira etapa importante foi delimitar os eixos de formação do curso. A SBC elenca
os seguintes eixos de formação:
§

Resolução de Problemas;

§

Desenvolvimento de Sistemas;

§

Desenvolvimento de Projetos;

§

Implantação de Sistemas;

§

Gestão de Infraestrutura;

§

Aprendizado Contínuo e Autônomo;

§

Ciência, Tecnologia e Inovação.

Como forma de subsidiar a definição dos eixos de formação, foi aberta uma consulta
pública, em que foi solicitado para o participante atribuir uma nota de 1 (pouco importante) a 5
(muito importante) para cada eixo. Os resultados da consulta (média aritmética) estão
apresentados na Tabela 1.
Tabela 1. Resultado da Consulta sobre Eixos de Formação

Eixos de Formação
1. Resolução de Problemas

Docentes (26)

Alunos (70)

Sociedade (7)

4,92

4,69

5,00
21

2. Desenvolvimento de Sistemas

4,36

4,45

4,57

3. Desenvolvimento de projetos

3,73

4,26

4,86

4. Implantação de Sistemas

2,85

3,90

3,43

5. Gestão de Infraestrutura

2,85

3,64

3,29

6. Aprendizado Contínuo e Autônomo

4,00

4,27

4,57

7. Ciência, Tecnologia e Inovação

4,69

4,44

4,71

A partir dos resultados, ficou definido que o foco do curso seria nos seguintes eixos de
formação:
§

Resolução de Problemas;

§

Desenvolvimento de Sistemas;

§

Ciência, Tecnologia e Inovação.

A SBC no seu manual para cada eixo de formação, definiu cada competência derivada
como sendo exatamente igual a alguma competência prevista nas diretrizes nacionais de curso
(DCN). O documento ressalta que, “por uma questão de simplicidade, o termo competência
DCN é usado para designar tanto competência, propriamente dita, como habilidade, pois as
DCN16 listam conjuntamente as competências e habilidades dos egressos dos cursos, sem
preocupação em estabelecer qualquer relacionamento hierárquico entre os itens”. A seguir
será apresentado detalhamento desses três eixos de formação conforme material da SBC.

5.1. Eixo de Formação: Resolução de Problemas
A resolução de problemas por meio da computação é possível com a execução de passos finitos
e bem definidos. Nesse sentido, os egressos devem ser “capazes de criar soluções,
individualmente ou em equipe, para problemas complexos caracterizados por relações entre
domínios de conhecimento e de aplicação" [DCN 2012].
COMPETÊNCIA: Resolver problemas que tenham solução algorítmica, considerando os
limites da computação, o que inclui:
§

Identificar os problemas que apresentem soluções algorítmicas viáveis;

§

Selecionar ou criar algoritmos apropriados para situações particulares;.

§

Implementar a solução usando o paradigma de programação adequado.
22

A seguir são apresentadas as Competências Derivadas para o Eixo de Formação de
Resolução de Problemas:
1. Identificar problemas que tenham solução algorítmica (CG-I);
2. Conhecer os limites da computação (CG-II);
3. Resolver problemas usando ambientes de programação (CG-III);
4. Compreender e explicar as dimensões quantitativas de um problema (CG-V);
5. Reconhecer a importância do pensamento computacional no cotidiano e sua
aplicação em circunstâncias apropriadas e em domínios diversos (CEII);
6. Conceber soluções computacionais a partir de decisões, visando o equilíbrio de
todos os fatores envolvidos (CE-VI);
7. Aplicar temas e princípios recorrentes, como abstração, complexidade, princípio
de localidade de referência (caching), compartilhamento de recursos, segurança,
concorrência, evolução de sistemas, entre outros, e reconhecer que esses temas
e princípios são fundamentais à área de Ciência da Computação (CE-X).

5.2. Eixo de Formação: Desenvolvimento de Sistemas
O desenvolvimento de sistemas computacionais inclui tanto a criação de sistemas quanto a
adaptação de sistemas existentes. Deve contemplar o levantamento de requisitos funcionais e
não-funcionais, a sua análise, modelagem, projeto, implementação e teste. Em todo o processo
de desenvolvimento dos sistemas computacionais devem-se empregar teorias, métodos,
técnicas e ferramentas para garantia e controle de qualidade do processo e do produto. Este
eixo é definido pelas DCN16 como: "especificar, projetar, implementar, manter e avaliar
sistemas de computação, empregando teorias, práticas e ferramentas adequadas" (CE-V).
COMPETÊNCIA: Desenvolver sistemas computacionais que atendam qualidade de processo
e de produto, considerando princípios e boas práticas de engenharia de sistemas e engenharia
de software, incluindo:
§

Identificar, analisar, especificar, validar requisitos;

§

Projetar soluções computacionais em harmonia com o ambiente social e físico
no seu entorno de aplicação;

§

Implementar

sistemas

computacionais

utilizando

ambientes

de

desenvolvimento apropriados;
§

Testar e manter sistemas computacionais.

23

A seguir são apresentadas as Competências Derivadas para o Eixo de Formação de
Desenvolvimento de Sistemas:
1. Resolver problemas usando ambientes de programação (CG-III);
2. Tomar decisões e inovar, com base no conhecimento do funcionamento e das
características técnicas de hardware e da infraestrutura de software dos sistemas
de computação, consciente dos aspectos éticos, legais e dos impactos ambientais
decorrentes (CG-IV);
3. Avaliar criticamente projetos de sistemas de computação (CG-VIII);
4. Ler textos técnicos na língua inglesa (CG-X);
5. Ser capaz de realizar trabalho cooperativo e entender os benefícios que este pode
produzir (CG-XII);
6. Compreender os fatos essenciais, os conceitos, os princípios e as teorias
relacionadas à Ciência da Computação para o desenvolvimento de software e
hardware e suas aplicações (CE-I);
7. Identificar e analisar requisitos e especificações para problemas específicos e
planejar estratégias para suas soluções (CE-IV);
8. Empregar metodologias que visem garantir critérios de qualidade ao longo de
todas as etapas de desenvolvimento de uma solução computacional (CE-VII);
9. Analisar quanto um sistema baseado em computadores atende os critérios
definidos para seu uso corrente e futuro (adequabilidade) (CE-VIII);
10. Aplicar os princípios de gerência, organização e recuperação da informação de
vários tipos, incluindo texto imagem som e vídeo (CE-XII);
11. Aplicar os princípios de interação humano-computador para avaliar e construir
uma grande variedade de produtos incluindo interface do usuário, páginas WEB,
sistemas multimídia e sistemas móveis (CE-XIII).

5.3. Eixo de Formação: Ciência, Tecnologia e Inovação
Os cientistas da computação são responsáveis pela pesquisa e desenvolvimento em
Computação. Cabe a eles desenvolver teorias, métodos, linguagens e modelos [DCN 2012].
Um curso de Ciência da Computação deve fornecer aos seus egressos uma base teórica sólida
que os permita desenvolver estudos avançados e prepará-los para os grandes desafios da
computação nas próximas décadas. A inovação em computação exige conhecimentos
científicos e tecnológicos que vão além dos necessários para suas aplicações tradicionais.

24

Além disso, a formação do egresso deve levar em conta a cultura das pessoas envolvidas, as
oportunidades do mercado e as necessidades da sociedade.
COMPETÊNCIA: Desenvolver estudos avançados visando o desenvolvimento científico e
tecnológico da computação e a criação de soluções computacionais inovadoras para
problemas em qualquer domínio de conhecimento, abrangendo:
§

Entender os fundamentos teóricos da ciência da computação em profundidade.

§

Dominar as ferramentas matemáticas necessárias para a pesquisa e
desenvolvimento em computação;

§

Conhecer os princípios de construção das diversas tecnologias da computação,
como arquiteturas de máquinas, linguagens, compiladores, sistemas
operacionais, bancos de dados e redes de computadores;

● Adaptar-se a novos domínios de aplicação, que envolvam contextos
particulares e novas tecnologias;
● Realizar ações inovadoras na busca de soluções computacionais mais eficazes,
incluindo novos produtos e processos;
● Adequar-se rapidamente às mudanças tecnológicas e aos novos ambientes de
trabalho.
A seguir são apresentadas as Competências Derivadas para o Eixo de Formação de
Ciência, Tecnologia e Inovação:
1. Identificar problemas que tenham solução algorítmica (CG-I);
2. Conhecer os limites da computação (CG-II);
3. Tomar decisões e inovar, com base no conhecimento do funcionamento e das
características técnicas de hardware e da infraestrutura de software dos sistemas
de computação, consciente dos aspectos éticos, legais e dos impactos ambientais
decorrentes (CG-IV);
4. Compreender e explicar as dimensões quantitativas de um problema (CG-V);
5. Compreender os fatos essenciais, os conceitos, os princípios e as teorias
relacionadas à Ciência da Computação para o desenvolvimento de software e
hardware e suas aplicações (CE-I);
6. Identificar e analisar requisitos e especificações para problemas específicos e
planejar estratégias para suas soluções (CE-IV);
7. Conceber soluções computacionais a partir de decisões visando o equilíbrio de
todos os fatores envolvidos (CE-VI);
25

8. Aplicar temas e princípios recorrentes, como abstração, complexidade, princípio
de localidade de referência (caching), compartilhamento de recursos, segurança,
concorrência, evolução de sistemas, entre outros, e reconhecer que esses temas
e princípios são fundamentais à área de Ciência da Computação (CE-X).

26

6. Matriz Curricular
Para os três eixos de formação definidos para o Curso, a SBC elenca 68 conteúdos
potenciais para serem abordados como forma de alcançar o desenvolvimento das competências
esperadas do egresso. Contudo, a própria SBC adverte que sua abordagem “consiste em
relacionar o ‘máximo’ de competências e conteúdos, considerando o que se usa normalmente,
segundo o CR05 (SBC, 2005), o Currículo ACM/IEEE 2013 e cursos de graduação no Brasil e
no exterior. Dessa forma, cada curso poderá fazer o seu próprio "corte" para definir suas
competências e conteúdos, bem como definir sua própria estratégia de implementação (o
projeto didático-pedagógico), considerando contexto regional e corpo docente. Faz parte da
estratégia de implementação de cada curso em particular definir como as competências
derivadas e seus conteúdos associados serão abordados, em abrangência e profundidade, nos
diversos componentes curriculares do projeto didático-pedagógico: disciplinas, atividades
complementares, trabalhos integradores, etc. É possível, inclusive, que certas competências
derivadas e conteúdos associados estejam presentes em mais de uma disciplina, com níveis
de abrangência e profundidade distintos”.
Como forma de subsidiar a avaliação dos Conteúdos para estruturação e definição das
disciplinas, foi aberta uma consulta pública, em que foi solicitado para o participante atribuir
uma nota de 1 (pouco importante) a 5 (muito importante) para cada um dos 68 conteúdos
elencados pela SBC. Os resultados da consulta (média aritmética) estão apresentados na Tabela
2.
Tabela 2. Resultado da Consulta sobre os Conteúdos
Eixos de Formação

Docentes (22)

Alunos (105)

Algoritmos

5,00

4,91

Estruturas de Dados

4,86

4,75

Inteligência Artificial e Computacional

4,77

4,69

Programação Orientada a Objetos

4,68

4,55

Projeto de Algoritmos

4,57

4,73

Engenharia de Software

4,59

4,46

27

Redes de Computadores

4,59

4,36

Banco de Dados

4,50

4,33

Complexidade de Algoritmos

4,41

4,52

Probabilidade e Estatística

4,50

4,13

Arquitetura e Organização de Computadores

4,50

4,07

Lógica Matemática

4,41

4,24

Técnicas de Programação

4,29

4,40

Programação Imperativa

4,37

4,11

Sistemas Operacionais

4,18

4,26

Projeto de Sistemas Computacionais

4,14

4,24

Teoria da Computação

4,23

3,78

Programação de Aplicações Web

4,00

4,24

Cálculo

4,19

3,68

Compiladores

3,86

4,27

Segurança de Sistemas Computacionais

3,86

4,24

Computação em Nuvem

3,91

4,13

Programação de Aplicativos para Dispositivos Móveis

3,82

4,12

Computação Gráfica

3,95

3,92

Metodologia Científica

4,00

3,79

Processamento de Imagens

3,95

3,81

Internet das Coisas (IoT)

3,82

4,01

Teoria dos Grafos

3,68

4,16

Programação Funcional

3,75

3,97

Padrões de Projetos

3,68

4,11

Sistemas Distribuídos

3,64

4,07

Processamento Distribuído

3,68

3,94

Matemática Discreta

3,70

3,88

Sistemas Embarcados

3,68

3,71
28

Álgebra Linear

3,62

3,80

Gerenciamento de Projetos

3,64

3,74

Geometria Analítica

3,62

3,74

Programação em Lógica

3,67

3,62

Processamento Paralelo

3,55

3,86

Avaliação de Desempenho

3,52

3,86

Pesquisa Operacional e Otimização

3,45

3,80

Interação Humano-Computador

3,57

3,50

Sistemas de Tempo Real

3,38

3,86

Empreendedorismo

3,64

3,11

Cálculo Numérico

3,45

3,51

Métodos Formais

3,43

3,40

Sistemas Concorrentes

3,29

3,71

Métodos Quantitativos em Computação

3,45

3,31

Arquiteturas Paralelas de Computadores

3,36

3,43

Recuperação da Informação

3,27

3,44

Criptografia

3,00

3,74

Realidade Virtual e Aumentada

3,05

3,39

Automação

2,95

3,30

Dependabilidade

3,06

2,97

Inglês Instrumental

3,05

2,98

Sistemas Multimídia

2,90

3,30

Ética em Computação

2,73

2,92

Comunicação Profissional

2,59

3,23

Comportamento Humano nas Organizações

2,68

2,76

Computação e Sociedade

2,71

2,67

Legislação de Informática

2,55

3,06

Propriedade Intelectual

2,59

2,76
29

História da Computação

2,43

2,60

Fundamentos de Administração

2,38

2,61

Privacidade e Direitos Civis

2,16

2,80

Sustentabilidade

2,10

2,67

Fundamentos de Economia

1,95

2,50

Meio Ambiente

2,00

2,11

A partir dessa consulta, foram priorizados os Conteúdos com maior avaliação entre os
docentes e alunos. A matriz curricular do curso pode ser visualizada no Quadro 1. Com essas
disciplinas obrigatórias da formação geral (24), foi possível abordar 35 dos 68 (51%) conteúdos
possíveis. E com esses 35 conteúdos, a formação geral já alcança 100% das competências
para os três eixos de formação definidos para o curso.

30

Quadro 1. Matriz Curricular do Curso
Semestre
1

2

3

4

5

6

Disciplina
LÓGICA PARA

MATEMÁTICA

COMPUTAÇÃO

DISCRETA

GEOMETRIA

ESTRUTURA DE

ANALÍTICA

DADOS

ÁLGEBRA LINEAR

TEORIA DA
COMPUTAÇÃO

SISTEMAS
OPERACIONAIS

E TRABALHO
INDIVIDUAL

8

DIFERENCIAL E

COMPUTAÇÃO,
PROGRAMAÇÃO 1

INTEGRAL (144H)

ELETIVA

SOCIEDADE E
ÉTICA

ORGANIZAÇÃO E
ARQUITETURA DE

BANCO DE DADOS

ELETIVA

COMPUTADORES

TEORIA DOS

PROBABILIDADE E

REDES DE

GRAFOS

ESTATÍSTICA

COMPUTADORES

PROGRAMAÇÃO 2

PROGRAMAÇÃO 3

INTELIGÊNCIA

COMPUTAÇÃO

ARTIFICIAL

GRÁFICA

ELETIVA

PROJETO E
ANÁLISE DE

ELETIVA

ALGORITMOS

COMPILADORES

ELETIVA

PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (288H)

MET. DE PESQUISA

7

CÁLCULO

NOÇÕES DE
DIREITO

ELETIVA

ELETIVA

ELETIVA

ELETIVA

ELETIVA

ELETIVA

ELETIVA

ELETIVA

6.1. Disciplinas Obrigatórias da Formação Geral
O Ordenamento Curricular do Curso de Ciência da Computação é formado pelas disciplinas a
seguir relacionadas por semestre:
DISCIPLINAS 1º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD9

1°

COMP35 Programação 1

Total

36

36

0

72

48

24

0

72

9
COMP36 Lógica para Computação
0

9

Ensino a Distância

31

COMP36 Computação, Sociedade e Ética

72

0

0

72

48

24

0

72

72

72

0

144

1
COMP36 Matemática Discreta
2
COMP36 Cálculo Diferencial e Integral
3
Carga Horária Total

360

DISCIPLINAS 2º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD

COMP36 Estrutura de Dados

Total

48

24

0

72

48

24

0

72

48

24

0

72

48

24

0

72

4
COMP36 Banco de Dados
2°

5
COMP36 Organização e Arquitetura de
6

Computadores

COMP36 Geometria Analítica
7
--

Eletiva

--

--

--

72

Carga Horária Total

360

DISCIPLINAS 3º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA
3°

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD

COMP36 Redes de Computadores

48

24

Total

0

72

8
32

COMP36 Teoria dos Grafos

48

24

0

72

48

24

0

72

48

24

0

72

9
COMP37 Probabilidade e Estatística
0
COMP37 Álgebra Linear
1
--

Eletiva

--

--

--

72

Carga Horária Total

360

DISCIPLINAS 4º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD

COMP37 Programação 2

Total

36

36

0

72

36

36

0

72

48

24

0

72

48

24

0

72

2
COMP37 Programação 3
3
COMP37 Projeto e Análise de Algoritmos
4° 4
COMP37 Teoria da Computação
6
--

Eletiva

--

--

--

Carga Horária Total

72
360

Extensão
COMP37 PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 1

75

7

DISCIPLINAS 5º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
5°

CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD

Total

33

COMP37 Sistemas Operacionais

48

24

0

72

48

24

0

72

48

24

0

72

48

24

0

72

8
COMP37 Compiladores
9
COMP38 Inteligência Artificial
0
COMP38 Computação Gráfica
1
--

Eletiva

--

--

--

72

Carga Horária Total

360
Extensão

COMP38 PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 2

75

3

DISCIPLINAS 6º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD

COMP38 Projeto e Desenvolvimento de Sistemas

72

216

Total

0

288

2
--

6°

Eletiva

--

--

--

72

Carga Horária Total

360
Extensão

COMP38 PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 3

75

4

DISCIPLINAS 7º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA
7°

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD

COMP38 Metodologia de Pesquisa e Trabalho
6

36

36

Total

0

72

Individual
34

COMP38 Noções de Direito

72

0

0

72

7
--

Eletiva

--

--

--

72

--

Eletiva

--

--

--

72

--

Eletiva

--

--

--

72

Carga Horária Total

360
Extensão

COMP38 PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 4

75

8

DISCIPLINAS 8º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA

SEMESTRAL
Teórica Prática EAD

8°

Total

--

Eletiva

--

--

--

72

--

Eletiva

--

--

--

72

--

Eletiva

--

--

--

72

--

Eletiva

--

--

--

72

--

Eletiva

--

--

--

72

Carga Horária Total

360
Extensão

COMP38 PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 5

75

5

6.2. Disciplinas Obrigatórias da Formação com Ênfase
Com o objetivo de dar maior flexibilidade de formação para o aluno, o curso passa a adotar um
modelo de ênfase, permitindo que o aluno se especialize em área da computação de seu maior
interesse. Isso aumenta a versatilidade do curso e tem o potencial de manter a motivação e o
engajamento dos alunos.
O curso terá as seguintes ênfases:

35

§

COMPUTAÇÃO VISUAL: área da ciência da computação que incide sobre os
aspectos relacionados a técnicas de processamento, síntese, armazenamento,
recuperação, visualização, e análise de imagens digitais;

§

SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO: área da ciência da computação que incide
sobre os aspectos relacionados a hardware, sistemas embarcados, automação e
controle; e robótica;

§

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: área da ciência da computação que incide
sobre os aspectos relacionados ao projeto e implementação de software com
qualidade a partir de técnicas de engenharia de software e de novas tecnologias;

§

SISTEMAS INTELIGENTES: área da ciência da computação que incide
sobre os aspectos relacionados a técnicas de inteligência artificial.

O colegiado manterá atualizado o rol de disciplinas eletivas para cada ênfase e o aluno
que integralizar todas as disciplinas obrigatórias mais três disciplinas eletivas da mesma ênfase
fará jus, ao final do curso, a um certificado de conclusão de ênfase a ser emitido pela
coordenação do curso. Observados todos os requisitos, é facultado ao aluno a obtenção de mais
de um certificado de conclusão de ênfase.
O Ordenamento Curricular das Ênfases do Curso de Ciência da Computação é formado
pelas disciplinas a seguir:

COMPUTAÇÃO

SISTEMAS

SISTEMAS DE

SISTEMAS DE

VISUAL

INTELIGENTES

COMPUTAÇÃO

INFORMAÇÃO

OBRIGATÓRIAS
COMP389 - CONCEITOS DE
COMP404 - CÁLCULO 3

COMP404 - CÁLCULO 3

COMP404 - CÁLCULO 3

LINGUAGEM DE
PROGRAMAÇÃO

COMP390 -

COMP390 -

APRENDIZAGEM DE

APRENDIZAGEM DE

MÁQUINA

MÁQUINA

COMP393 - REDES

COMP393 - REDES

NEURAIS E

NEURAIS E

APRENDIZADO

APRENDIZADO

PROFUNDO

PROFUNDO

COMP396 PROCESSAMENTO
DIGITAL DE IMAGENS

COMP391 - SISTEMAS

COMP392 - SISTEMAS

DIGITAIS

DISTRIBUÍDOS

COMP393 - FPGA

COMP395 - INTERAÇÃO
HOMEM-MÁQUINA

COMP397 - COMPUTAÇÃO COMP398 - SISTEMAS

COMP399 - GERÊNCIA DE

EVOLUCIONÁRIA

PROJETO

EMBARCADOS

36

COMP400 - VISÃO

COMP401 - CIÊNCIA DE

COMPUTACIONAL

DADOS

COMP402 -

COMP403 - SEGURANÇA

MICROCONTROLADORES DE SISTEMAS
E APLICAÇÕES

COMPUTACIONAIS

6.3. Disciplinas Eletivas
Na tabela a seguir, está elencada um conjunto de disciplinas que poderão ser ofertadas de forma
a permitir ao aluno integralizar sua carga horária de disciplinas eletivas. O colegiado poderá
autorizar excepcionalmente carga horária semestral superior a 72 horas para disciplinas eletivas.
DISCIPLINAS ELETIVAS
CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA

CH
SEMESTRAL

CC1941

Cálculo 4

72

CC1942

Cálculo Numérico

72

CC1943

Circuitos Digitais

72

CC1944

Circuitos Impressos

72

CC1945

Fundamentos de Libras

72

CC1946

Geometria Computacional

72

CC1947

Pesquisa Operacional

72

CC1948

Programação para Sistemas Embarcados

72

CC1949

Projeto de Sistemas Embarcados

72

CC1950

Tópicos em Arquitetura de Computadores

72

CC1951

Tópicos em Banco de Dados

72

CC1952

Tópicos em Computação Científica

72

CC1953

Tópicos em Computação Paralela

72

CC1954

Tópicos em Computação Visual

72

CC1955

Tópicos em Comunicação de Dados

72

CC1956

Tópicos em Desenvolvimento de Sistemas

72

CC1957

Tópicos em Engenharia de Software

72

CC1958

Tópicos em Humanidades

72

CC1959

Tópicos em Informática na Educação

72

CC1960

Tópicos em Inteligência Artificial

72

CC1961

Tópicos em Linguagens de Programação

72

CC1962

Tópicos em Programação

72
37

CC1963

Tópicos em Redes de Computadores

72

CC1964

Tópicos em Sistemas de Computação

72

CC1965

Tópicos em Sistemas de Informação

72

CC1966

Tópicos em Sistemas Distribuídos

72

CC1967

Tópicos em Sistemas Inteligentes

72

CC1968

Tópicos em Software Básico

72

COMP405

Tópicos em Ciência da Computação 1

72

COMP406

Tópicos em Ciência da Computação 2

72

COMP407

Tópicos em Ciência da Computação 3

72

COMP409

Tópicos em Matemática para Computação 1

72

COMP410

Tópicos em Matemática para Computação 2

72

COMP411

Tópicos em Matemática para Computação 3

72

COMP412

Tópicos em Física para Computação 1

72

COMP413

Tópicos em Física para Computação 2

72

COMP414

Tópicos em Física para Computação 3

72

38

7. Extensão
Em acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Educação nº 7, de 18 de dezembro de
2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e
regulamenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, as atividades acadêmicas de
extensão do curso de graduação em Ciência da Computação serão dispostas na forma de
componentes curriculares, considerando-os em seus aspectos que se vinculam à formação dos
estudantes, conforme previstos no Plano de Desenvolvimento Institucionais (PDIs), e nos
Projetos Pedagógico Institucional (PPIs) da UFAL, de acordo com o perfil do egresso,
estabelecido neste PPC e nos demais documentos normativos próprios.
As atividades de extensão do curso de Ciência da Computação compõem 375h, que
representam 10% do total da carga horária curricular do curso e serão caracterizadas como um
processo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico, tecnológico, com a
finalidade de promover a interação transformadora entre as instituições de ensino superior e os
outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, em
articulação permanente com o ensino e pesquisa.
O curso de Ciência da Computação contempla Atividades Curriculares de Extensão
como Componentes Curriculares de Extensão conforme as novas diretrizes da Resolução
CONSUNI 04/2018 que regulamentou as ações de extensão como componente curricular,
visando à capacitação do aluno e sua aproximação com a comunidade.
As Dimensões da extensão são compromissos prioritários ou elementos estruturantes
que devem funcionar como diretrizes gerais da extensão orientando o planejamento, a execução
e a avaliação das ações extensionistas. Assim, a UFAL institui quatro dimensões estratégicas
como seguem: a) formação acadêmica; b) produção de conhecimento; c) interação com a
sociedade e d) produção, preservação e difusão cultural.
A participação do aluno é um dos pilares das ações que viabiliza a extensão como
momento da prática profissional, da consciência social e do compromisso político, devendo ser
obrigatória para todos os cursos, desde o primeiro semestre, se possível, e estar integrada a
programas decorrentes das Unidades Acadêmicas e à temática curricular, sendo computada para
a integralização do currículo dos discentes. Assim, as atividades (AÇÕES) de extensão devem
ser parte integrante dos currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% do
total de créditos curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão
universitária como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o decênio 2014
a 2024.
39

O Curso oferece em cinco momentos seguidos (a partir do 4º período) atividades
curriculares de extensão de caráter obrigatório identificadas como – Práticas de Extensão em
Ciência da Computação 1, 2, 3, 4 e 5 – com atividades diversificadas, voltadas para o estudo,
planejamento e realização das ações extensionistas, visando proporcionar aos discentes
atividades de campo, coletas e tratamento de dados para a construção de diagnósticos e de
pesquisas com metodologias participativas e de intervenção que aproximem o aluno da
comunidade ou tragam a comunidade até a Universidade. Estas atividades e ações serão
implementadas na forma de três (3) tipos distintos. Serão no mínimo em dois (2) projetos
distintos (executados por no mínimo dois semestres) com foco nos processos de Educação da
Sociedade e em comunidades com vulnerabilidade social. As especificações destes programas
e projetos de extensão ficarão a cargo do Núcleo de Extensão da Unidade.
Dessa forma, o curso procurou refletir a ampliação da carga-horária de extensão no
desenvolvimento de ações extensionistas obrigatórias a partir da metade do curso com as
atividades curriculares de extensão (ACEs), chamadas no nosso curso de Práticas de Extensão
em Ciência da Computação, com o objetivo de implementar o contato do aluno com as
atividades de extensão desenvolvidas no Programa de Extensão do Instituto de Computação
(cujas atividades terão Resoluções e Programações específicas, publicizadas pelos meios
apropriados do Instituto aos alunos). Além disso, as próprias alterações no quadro de docentes
e de suas temáticas de interesse impulsionaram a criação de novas ações de extensão.
A seguir são apresentadas as ementas das 05 ACEs e suas respectivas cargas-horárias.
As especificidades de cada ACE constam no Programa de Extensão do IC.

PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 1 (ACE1)
Carga-horária Total

75H

EMENTA

Realização e Promoção de Atividades em Projeto de Extensão com
duração de 02 semestralidades vinculado ao Programa de Extensão
do Instituto de Computação. Outras ações extensionistas podem ser
desenvolvidas em articulação ao projeto principal, tais como,
eventos, cursos e produtos na parceria entre os alunos e a
comunidade.

40

PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 2 (ACE2)
Carga-horária Total 75H
EMENTA

Realização e Promoção de Atividades em Projeto de Extensão com
duração de 02 semestralidades vinculado ao Programa de Extensão
do Instituto de Computação. Outras ações extensionistas podem ser
desenvolvidas em articulação ao projeto principal, tais como,
eventos, cursos e produtos na parceria entre os alunos e a
comunidade.

PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 3 (ACE3)
Carga-horária Total 75H
EMENTA

Realização e Promoção de Atividades em Projeto de Extensão com
duração de 02 semestralidades vinculado ao Programa de Extensão
do Instituto de Computação. Outras ações extensionistas podem ser
desenvolvidas em articulação ao projeto principal, tais como,
eventos, cursos e produtos na parceria entre os alunos e a
comunidade.

PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 4 (ACE4)
Carga-horária Total 75H
EMENTA

Realização e Promoção de Atividades em Projeto de Extensão com
duração de 02 semestralidades vinculado ao Programa de Extensão
do Instituto de Computação. Outras ações extensionistas podem ser
desenvolvidas em articulação ao projeto principal, tais como,
eventos, cursos e produtos na parceria entre os alunos e a
comunidade.

PRÁTICA DE EXTENSÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 5 (ACE5)

41

Carga-horária Total 75H
EMENTA

Realização e Promoção de Atividades de Extensão
(cursos/evento/produto/prestação de serviço) vinculadas ao Programa
de Extensão do Instituto de Computação. Outras ações extensionistas
podem ser desenvolvidas em articulação ao projeto principal, tais
como, eventos, cursos e produtos na parceria entre os alunos e a
comunidade.

7.1. Avaliação da Atividade de Extensão
Cada ACE terá um professor responsável em cada semestre o qual será incumbido de realizar
a avaliação dos alunos por meio de fatores como frequência, engajamento no processo e
resultados obtidos.

42

8. Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado do Curso de Computação, não obrigatório, tem por objetivo a
articulação dos conhecimentos teóricos e o exercício da profissão em seu sentido mais amplo,
promovendo atividades voltadas para a formação de profissionais de computação com
conhecimento das diversas realidades do mercado, quer seja nas aplicações de caráter científico,
quer nas de cunho empresarial.
O Estágio Supervisionado de Computação é coordenado pelo Colegiado do Curso e
tem caráter optativo. Pode ser realizado ao longo do curso, após o 3° (terceiro) semestre letivo.
Durante o Estágio, os alunos deverão desenvolver atividades práticas que permitam sedimentar
os conhecimentos acumulados nas diversas disciplinas já cursadas e entrar em contato com a
realidade local, conhecendo suas dificuldades e necessidades de aprimoramento e automação.
Os estágios supervisionados deverão ter acompanhamento de um professor do Instituto
de Computação, responsável pela evolução do aluno nas suas atividades práticas, suprindo-lhe
com a orientação e apoio necessários ao seu bom desempenho durante todo o estágio.
O Estágio Supervisionado poderá ser remunerado ou não, e em instituições de ensino e
pesquisa ou em empresas privadas, desde que haja nelas um profissional da área de Computação
que seja responsável pelas atividades dirigidas do aluno e que possa avaliá-lo no final do
estágio.

43

9. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade acadêmica curricular com carga
horária de 180 horas cujo objetivo é desenvolver e verificar as habilidades cognitivas de
compreensão, aplicação, análise, avaliação e criação acerca dos conhecimentos científicos,
técnicos e culturais produzidos ao longo do curso. Por meio de TCC, os estudantes devem
aplicar conhecimentos de vanguarda na produção de aplicações científicas, tecnológicas ou de
inovações.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é regulamentado no Art. 18 da Resolução
CONSUNI nº 25, de 26 de outubro de 2005, e pela Instrução Normativa10 Nº 02
PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro de 2013, sendo componente curricular
obrigatório, centrado em determinada área teórico-prática ou de formação profissional, como
atividade de síntese e integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa.
O Art. 18 da Resolução supracitada, define o TCC como componente curricular
obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a seguinte
conformação:
§

O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para
integralização do Curso;

§

A matrícula no TCC se dará automaticamente a partir do período previsto no
PPC para sua elaboração, não tendo número limitado de vagas, nem sendo
necessária a realização de sua matrícula específica no Sistema Acadêmico;

§

A avaliação do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após
a entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete),
nas condições previstas no PPC;

§

Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que
cumprir todas as exigências da matriz, deverá realizar matrícula vínculo no
início de cada semestre letivo subsequente, até a entrega do TCC ou quando
atingir o prazo máximo para a integralização de seu curso, quando então o
mesmo será desligado.

10

https://ufal.br/estudante/graduacao/normas/estagio-curricular/instrucao-normativa-prograd-forum-daslicenciaturas-no-01-de-27-de-setembro-de-2013 (último acesso em agosto de 2019)

44

O colegiado do curso deverá editar norma complementar de forma a regulamentar o
aproveitamento de publicação de artigo científico como TCC.
O colegiado do curso ou o conselho do Instituto de Computação estabelecerão
regulamentação própria, observadas as regras acadêmicas da UFAL, especificando critérios,
procedimentos e mecanismos de avaliação, além das diretrizes e técnicas relacionadas à sua
elaboração.

45

10. Atividades Complementares
As

Atividades

Complementares

são

componentes

curriculares

enriquecedores

e

implementadores do próprio perfil do formando e deverão possibilitar o desenvolvimento de
habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do aluno, inclusive as adquiridas fora do
ambiente acadêmico, que serão reconhecidas mediante processo de avaliação. As Atividades
Complementares possuem carga horária de 240 horas e podem incluir atividades desenvolvidas
na própria Instituição ou em outras instituições e variados ambientes sociais, técnico-científicos
ou profissionais de formação profissional, incluindo:
§

experiências de trabalho;

§

estágios não obrigatórios;

§

extensão universitária;

§

iniciação científica;

§

participação em eventos técnico-científicos;

§

publicações científicas;

§

programas de monitoria e tutoria

§

disciplinas de outras áreas

§

representação discente em comissões e comitês;

§

participação em empresas juniores;

§

incubadoras de empresas;

§

atividades de empreendedorismo e inovação.

O Colegiado do Curso de Ciência da Computação fará avaliação dos casos omissos nas
modalidades, acima citadas, decidindo sobre sua validade para a integralização da carga horária
como atividade complementar. Para a contabilização da carga horária das atividades
complementares, o discente deverá preencher o formulário de solicitação para o registro das
mesmas, onde listará as atividades realizadas durante sua vida acadêmica. Esse formulário será
fornecido na Coordenação do curso de Ciência da Computação e deverá ser entregue à
coordenação, juntamente com comprovantes de participação/execução das atividades
realizadas. Os documentos comprobatórios se caracterizam por; diplomas; certificados;
declarações; materiais gráficos; dentre outros.
A Parte Complementar do Curso de Ciência da Computação do Instituto de Computação
da UFAL com carga horária mínima poderá ser composta da segundo o quadro a seguir.
Grupo Descrição

Cód.

Subgrupo

Atividade

Documentos de Comprovação Valor em Horas

46

Até 100 horas por semestre,
1

Monitoria em disciplinas

Documento emitido pela

respeitando o teto de 150 horas

de graduação

Coordenação de Monitoria.

para o total de atividades deste
tipo.

1

Atividades
de Ensino

Desenvolvimento ou
FLX01

participação no
desenvolvimento de
2

material informacional
(divulgação científica) ou
didático (livros, CD-ROM.

Cópia do material

20 horas por material

desenvolvido e certificado do

desenvolvido respeitando o teto

Coordenador ou organizador

de 80 horas para atividades deste

do projeto

tipo.

Histórico Escolar

Até 180 horas.

Vídeos, exposições)

1

Disciplina eletiva, cursada
e com aprovação, na UFAL
Participação em Jornadas,
Simpósios, Congressos,

2

de

Palestras, Conferências,

Aproveitamento da carga horária
Certificado de participação

freqüência, tipo de participação

e outros.

FLX02

e relatório individual

Extensão
3

Outras Atividades de
Extensão

circunstanciado e avaliativo.
Certificado de participação

Participação como ouvinte, Certificado de participação
4

em minicursos, cursos de

emitido pela entidade

extensão, oficinas,

promotora, constando a carga

seminários, entre outros

horária da atividade

Atividades de pesquisa
1

com bolsa ou sem bolsa
(Instituições fomentadoras
de pesquisa científica).
Atividades de pesquisa

2

3

Atividades
de Pesquisa

com bolsa ou sem bolsa em
um grupo de pesquisa do
IC

pelo Colegiado de Curso,
mediante certificado de

Debates, Mesas Redondas

Atividades
2

Seminários, Encontros,

Igual à carga horária
especificada no certificado de
participação, respeitando o teto
de 60 horas para o total de
atividades deste tipo.

Documento emitido pelo
Órgão que financiou a
pesquisa que comprove a
aprovação do relatório final ou 90 horas por ano de bolsa,
parcialmente.

respeitando o teto de 180 horas
para atividades deste tipo.

Documento emitido pelo (a)
coordenador (a) do Grupo de
Pesquisa.

FLX03
10 horas por comunicações ou
Apresentação de
3

comunicações ou posters
em eventos científicos

posters apresentados, ou carga
Certificado de apresentação

horária apresentada no

emitido pelo evento

certificado de participação,
respeitando o teto de 80 horas
para atividades deste tipo.

4

Publicação de trabalhos

Cópia do material publicado e 10 horas por publicações em

completos em anais de

certificado do organizador dos anais, respeitando o teto de 40

eventos científicos

anais do evento

horas para atividades deste tipo.

47

5

Publicação de resumos em

Cópia do material publicado e

anais de eventos

certificado do organizador dos

científicos.

anais do evento.

Publicação de artigos em
6

periódicos de divulgação
científica ou de caráter não

científica com ISSN e

20 horas para atividades deste
tipo.

respeitando o teto de 60 horas
para atividades deste tipo.

Publicação de artigos em
7

em anais, respeitando o teto de

15 horas por artigo publicado
Cópia do material publicado

científico

periódicos de divulgação

05 horas por resumo publicado

30 horas por artigo publicado
Cópia do material publicado

respeitando o teto de 60 horas
para atividades deste tipo.

Conselho Editorial
Desenvolvimento ou

8

participação na elaboração Cópia do material

20 horas por material

de instrumentos de

desenvolvido e certificado do

desenvolvido respeitando o teto

pesquisa, guias ou

Coordenador ou organizador

de 80 horas para atividades deste

catálogos de acervo de

do projeto

tipo.

Certificado de participação

10 horas por evento organizado,

emitido pela entidade

respeitando o teto de 40 horas

promotora.

para atividades deste tipo.

memória e/ou exposições
Organização ou
9

participação na
organização de eventos
científicos.

Atas ou documentos similares
Atividades
4

de

FLX04

Extensão

1

Representação estudantil-

que atestem a nomeação e

Colegiado da Graduação,

participação e término do

CA, DCE e UNE

mandato, emitidas pelo Órgão
Colegiado

60 horas por ano de mandato,
respeitando o teto de 120 horas
para o total de atividades deste
tipo.

A codificação das atividades da Parte Flexível obedecerá ao padrão FLX 00 a.b.cde,
onde:
§

a: 1,2, 3 ou 4 identifica os Grupos 1, 2, 3 ou 4, respectivamente;

§

b: corresponde aos subgrupos de cada grupo, abaixo especificados;

§

cde: é o registro de carga horária relativa à atividade considerada.

Por exemplo, 002 (duas horas), 020 (vinte horas), 200 (duzentas horas).
As atividades devem ser pertinentes e úteis à formação do Bacharel em Ciência da
Computação e admitidas pelo Colegiado do Curso, observada a interdisciplinaridade.
Os documentos comprobatórios devem permanecer sob a guarda do aluno, em pasta
própria, depois de visados pela coordenação do Curso, com a respectiva computação da carga
48

horária.
Será ainda fomentada a participação em pesquisa e extensão na área de computação ou
afim e realizadas de modo interligado com o ensino, visando atender à formação fundamental
e prática do bacharel em computação, com a devida valoração como atividade complementar.
Mais informações acerca da regulamentação sobre a contabilização de carga horária
flexível está disponível na Resolução11 nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995.
Estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação.

11. Aspectos Interdisciplinares e de Inclusão
11.1. Educação Ambiental
A Lei Federal Nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto Nº 4.281,
de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental (EA) e institui a
Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente essencial e permanente
da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e
modalidades do processo educativo. Nos termos da Resolução Nº 2, de 15 de junho de 2012 do
Conselho Nacional de Educação, entende-se que “o papel transformador e emancipatório da
Educação Ambiental se torna cada vez mais visível diante do atual contexto nacional e mundial
em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da
biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias
evidenciam-se na prática social”.
Dessa forma, atendendo a recomendação da DCN de Educação Ambiental, que aponta
que não se deve a Educação Ambiental, “como regra, ser implantada como disciplina ou
componente curricular específico”, o Projeto Pedagógico do curso de Ciência da Computação
incorpora a Educação Ambiental de diferentes formas, tais como:
§

na disciplina obrigatória Computação, Sociedade e Ética;

§

em atividade de extensão com na área temática Meio Ambiente contemplada do
Programa de Extensão do Instituto de Computação;

11

https://ufal.br/estudante/graduacao/normas/documentos/resolucoes/resolucao_113_95_cepe
acesso em agosto de 2019).

(último

49

§

a partir de diversas formas de participação previstas nas atividades
complementares do curso tais como, participação dos alunos em seminários,
eventos, fóruns de discussão etc;

§

a partir de cooperações interdisciplinares com outros cursos como, por exemplo,
o Núcleo de Educação Ambiental (NEA), ligado ao Centro de Educação, mas
que está aberto a apoiar o trabalho de educação ambiental em diversos cursos.
O NEA desenvolve atividades com o Coletivo Jovem, cursos de formação para
professores e estudantes sobre Educação Ambiental, curso de especialização em
Educação Ambiental (2012).

11.2. Educação em Direitos Humanos
Conforme disposto no Parecer CNE/CP N° 8/2012, que estabelece Diretrizes Nacionais
para a Educação em Direitos Humanos e que originou a Resolução CNE/CP N° 1/2012, a
Educação em Direitos Humanos deverá estar presente na formação inicial e continuada de todos
os profissionais das diferentes áreas do conhecimento. O objetivo principal é a formação de
indivíduos capazes de promover a educação para a mudança e a transformação social.
No Contexto deste Projeto Pedagógico, a Educação em Direitos Humanos baseia-se no
ensino de direito constitucional que estará fundamentada nos seguintes princípios estabelecidos
no Art. 3º da RESOLUÇÃO CNE Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012:
I.

dignidade humana;

II.

igualdade de direitos;

III.

reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades;

IV.

laicidade do Estado;

V.

democracia na educação;

VI.

transversalidade, vivência e globalidade; e

VII.

sustentabilidade socioambiental.

No curso de Ciência da Computação, a inserção dos conhecimentos indispensáveis à
Educação em Direitos Humanos ocorrerá das seguintes formas:
§

como um conteúdo específico na disciplina de Noções de Direito; e

50

§

nos demais componentes, a exemplo das atividades complementares, de
extensão, e de pesquisa, desenvolvidas ao longo do curso, de forma transversal
e interdisciplinar.

11.3. Acessibilidade e Transtorno do Espectro Autista
Núcleo de Acessibilidade da Ufal - NAC, criado em 2013, atua de forma a oferecer o
Atendimento Educacional Especializado (AEE) aos estudantes público-alvo, que é um serviço
que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as
barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas.
O AEE tem por objetivo complementar ou suplementar a formação do estudante por
meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as
barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.
Esse atendimento tanto pode ser feito através de acompanhamento nas salas de aulas
que os alunos frequentam, quanto em atividades na sala do NAC em horário oposto ao das
aulas, para assessorar na confecção de trabalhos acadêmicos. O NAC pode fazer adaptação de
materiais didáticos, além de capacitar os docentes para o uso de tecnologias assistivas, como
por exemplo, recursos de informática para transformar textos em áudio para pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência educacional à
pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva abertos à toda a
comunidade acadêmica.
O curso de Ciência da Computação já tem histórico de formação de alunos tanto com
transtorno do espectro autista quanto com deficiência visual e contou com apoio do NAC.
Tanto em relação ao atendimento de alunos com deficiência, conforme disposto na Lei
Nº 13.146, de 6 de julho de 2015, quanto em relação ao atendimento de alunos com transtorno
do espectro autista, conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, o curso
adotará as seguintes medidas nos termos do Art. 30 da Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015:
I.

atendimento preferencial à pessoa com deficiência;

II.

disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às
necessidades específicas do candidato com deficiência;

III.

solicitar à administração central da UFAL a disponibilização de recursos de
acessibilidade e de tecnologia assistiva adequados, previamente solicitados e
escolhidos pelo aluno com deficiência;

51

IV.

dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo aluno com deficiência,
nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da
necessidade;

V.

adoção de critérios de avaliação das provas escritas, discursivas ou de redação
que considerem a singularidade linguística da pessoa com deficiência, no
domínio da modalidade escrita da língua portuguesa;

VI.

outras providências no âmbito da competência do colegiado do curso.

11.4. Tratamento das Relações Étnico-Raciais
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de questões e
temáticas relacionadas a afrodescendentes e povos originários estão sendo abordadas em
algumas disciplinas e atividades curriculares do curso, sendo direcionadas com mais
profundidade nas disciplinas de Computador, Sociedade e Ética Profissional e Noções de
Direito, além de serem abordados nas ações de extensão. Tais disciplinas são ministradas de
forma interdisciplinar e transdisciplinar e buscam discutir a formação da sociedade
contemporânea que incluem a importância de pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais
diferentes, as quais contribuíram para formação histórica e cultural do Brasil. São esclarecidos
conceitos para o fortalecimento da igualdade básica do ser humano e superação de preconceitos
e desqualificações com que os negros e os povos indígenas sofreram ao longo do tempo.

12. Apoio ao discente
A instituição oferece um conjunto abrangente de programas e iniciativas voltadas ao
apoio integral dos discentes, buscando dar amplo suporte para que o aluno se desenvolva no
curso de maneira adequada para sua formação no ensino superior. Nesse sentido, são
contempladas ações que vão desde o apoio extraclasse e o atendimento psicopedagógico até a
oferta de programas de acessibilidade, atividades de nivelamento e atividades extracurriculares
– que não são computadas como atividades complementares – , além do incentivo à participação
em centros acadêmicos, grupos de pesquisa, programas de extensão e intercâmbios nacionais e
internacionais.
No âmbito acadêmico, são desenvolvidas diversas ações, projetos e atividades
institucionais e docentes para apoiar o estudante. Destacam-se iniciativas como o Programa de
Iniciação à Docência (PIBID/PED), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica
52

(PIBIC), Programas de Monitoria, entre outros, que visam ampliar a formação e a integração
dos alunos à vida acadêmica.
Além disso, conforme determina o Decreto 7611/2011, a instituição garante as
possibilidades de atendimento educacional especializado, direcionado a alunos com
deficiências e/ou necessidades específicas. Este apoio inclui a definição de critérios de
avaliação, a preparação e a confecção de material didático adequado, bem como a adequação
das linguagens utilizadas, assegurando a inclusão e o acesso equitativo aos conteúdos.
No campo da assistência estudantil, a preocupação com a promoção da permanência dos
alunos se reflete em diversas ações e projetos institucionais, comunitários e estudantis. Entre as
iniciativas, destaca-se o Programa Bolsas de Permanência (PBP), que, juntamente com outros
projetos, tem como objetivo reduzir a evasão e oferecer suporte que abrange aspectos
psicológicos, sociais e econômicos. Além disso, a universidade oferece aos alunos
possibilidades de moradia na residência universitária e amplo acesso ao restaurante
universitário.
Adicionalmente, normas, programas extraclasses e projetos institucionais ou específicos
são implementados para proporcionar aos alunos condições otimizadas de aproveitamento dos
estudos, facilitar o nivelamento acadêmico e promover a redução da evasão. Tais iniciativas
também incluem o fomento à participação em centros acadêmicos e em intercâmbios,
reforçando o compromisso da instituição com a formação integral dos seus discentes.

13. Avaliação
13.1. Avaliação do Projeto Pedagógico
A avaliação permanente deste Projeto Pedagógico a ser implantado com a presente proposta é
de importância fundamental para aferir o sucesso do currículo proposto para o Curso, como
também para certificar-se da necessidade de alterações futuras que venham aprimorar o Projeto,
tendo em vista o seu caráter dinâmico e a necessidade de adaptar-se às constantes avaliações
que terá que enfrentar.
Seguindo a orientação dos Conselhos Superiores da UFAL, deverão ser inseridos
mecanismos que possibilitem uma avaliação institucional e uma avaliação do seu desempenho
acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas vigentes na Instituição,
53

possibilitando a realização de uma análise diagnóstica e formativa, durante todo o processo de
implantação do atual Projeto Pedagógico.
Tal processo de avaliação deverá utilizar estratégias e táticas que possibilitem uma
discussão ampla, visando detectar as deficiências que porventura existam.
As atividades de extensão universitária, realizadas no âmbito do Curso, em parceria com
órgãos públicos ou empresas privadas, serão também avaliadas pela sociedade, através de
instrumentos adequados, inclusive nos estágios curriculares não obrigatórios.
Também será adotado para fins de avaliação do Projeto Pedagógico do curso, o roteiro
proposto pelo INEP/MEC para as condições de ensino, através dos seguintes tópicos:
1. Organização Didático-Pedagógica: Administração Acadêmica, Projeto do
Curso, Atividades Acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo Docente: Formação Profissional, Condições de Trabalho, Atuação e
Desempenho Acadêmico e Profissional;
3. Infraestrutura: Instalações Gerais, Biblioteca, Instalações e Laboratórios
Específicos.

13.2. Avaliação dos Docentes
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas através de
formulário próprio e obedecendo aos critérios do processo de avaliação Institucional.

13.3. Avaliação dos Discentes
A verificação de aprendizagem será realizada pela frequência e pelo aproveitamento nos
estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente. Essa verificação será aplicada segundo
as resoluções vigentes.

13.4. Considerações Finais da Avaliação do Aprendizado
É indispensável que a avaliação seja entendida como um processo amplo de aprendizagem,
envolvendo assim as responsabilidades do professor e a do aluno. Assim, a avaliação aqui
proposta deve-se pautar também em questões de avaliação comportamental, avaliação
humanista, avaliação cognitivista e avaliação no modelo sociocultural. Considera-se que as
pessoas aprendem de maneira diferente e em momentos diferentes.
O aluno também será avaliado nas suas atividades de Iniciação Científica, estágios e
monitorias, visando garantir um maior aproveitamento. O Colegiado acompanhará, ainda, o
54

desempenho dos alunos no ENADE e nas seleções para os programas de pós-graduação por
meio do POSCOMP que é um dos principais programas de seleção de pós-graduação do país.

14. NDE
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) foi estruturado no âmbito do curso de Ciência
da Computação da UFAL através da RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL e é um
órgão consultivo e propositivo em matéria acadêmica, responsável por acompanhar e atuar no
processo de concepção, consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto Pedagógico
do Curso (PPC). No Instituto de Computação (IC) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL),
o NDE do curso de Ciência da Computação desempenha um papel fundamental na garantia da
qualidade e relevância da formação oferecida aos estudantes. O núcleo é composto por docentes
do Instituto de Computação, indicados pelo colegiado do curso para um mandato de, pelo
menos, três anos. Estes membros trabalham em conjunto para assegurar que o PPC esteja
alinhado às diretrizes curriculares nacionais e às demandas do mercado de trabalho,
promovendo uma formação sólida e atualizada para os alunos. O curso de Ciência da
Computação da UFAL destaca-se por sua excelência, o que reflete o compromisso do NDE e
de toda a comunidade acadêmica com a qualidade do ensino oferecido.

15. Disposições Finais e Transitórias
1. Caberá ao colegiado, em cooperação com o professor da disciplina, manter tanto as
ementas quanto as bibliografias das disciplinas atualizadas, fazendo as adequações
sempre que necessárias;
2. O colegiado poderá, observados os normativos e limites legais, modificar a carga horária
presencial das disciplinas para carga horária de Ensino a Distância (EaD) e vice-versa;
3. O colegiado poderá submeter à aprovação do Pleno do Instituto de Computação
alterações na matriz curricular deste Projeto Pedagógico, podendo adicionar ou remover
disciplinas, tornar obrigatória ou eletiva e alterar a organização das disciplinas ao longo
dos períodos;
4. A disciplina COMP363 - Cálculo Diferencial e Integral será avaliada após 06 semestres
(três anos), podendo, por deliberação do Pleno do IC, ser desmembrada em 02
55

disciplinas (Cálculo 1 e 2) com carga horária de 72H semestrais cada uma, não haveria,
portanto, aumento de carga horária total do curso;
5. Os alunos poderão solicitar a migração para o novo projeto pedagógico a qualquer
tempo;
6. O Projeto Pedagógico publicado em 2011 será descontinuado a partir do semestre
2021.1, podendo o Pleno do Instituto de Computação, mediante solicitação do
colegiado, ampliar esse prazo de transição;
7. A qualquer tempo, todos os alunos em situação acadêmica de impossibilidade de
concluir o curso até 2021.1 poderão ser migrados para o novo projeto pedagógico a
partir de decisão do colegiado;
8. O colegiado do curso deverá observar os princípios da razoabilidade e
proporcionalidade ao analisar caso a caso a situação acadêmica de cada aluno, buscando
propor soluções de forma a proporcionar a conclusão do curso, devendo o aluno cumprir
os planos traçados pelo colegiado;
9. Em caráter de excepcionalidade, o colegiado pode ofertar pontualmente disciplinas da
matriz curricular atual após 2021.1, condicionada à conclusão em semestre prédeterminado;
10. Após trancamento do curso, o aluno que retorne deverá aderir à nova matriz curricular
por impossibilidade de manutenção da matriz anterior;
11. Para os alunos que optarem pela migração do projeto pedagógico publicado em 2011
para o presente, será admitido o prazo máximo de 14 semestres para a integralização do
curso, computados os semestres já cursados;
12. O Pleno do Instituto de Computação poderá decidir pela ampliação e diminuição de
vagas do curso.

56

Referências
1. UFAL. Resolução Nº 25/2005 - CEPE, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. Institui e
regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de
Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006, 26 Outubro 2005.
2. SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO. Referenciais de Formação para
Cursos

de

Graduação

em

Computação,

2017.

Disponivel

em:

<http://www.sbc.org.br/documentos-da-sbc/send/131-curriculos-de-referencia/1165referenciais-de-formacao-para-cursos-de-graduacao-em-computacao-outubro-2017>.
Acesso em: 24 Fevereiro 2018.
3. CNE. Resolução Nº 5, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2016. Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para os cursos de graduação na área da Computação,
Brasília, 16 Novembro 2016.
4. BRASIL. Lei Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação
ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras
providências., Brasília, 27 Abril 1999. Acesso em: 3 Julho 2017.
5. BRASIL. Decreto Nº 4.281, DE 25 DE JUNHO DE 2002. Regulamenta a Lei no
9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação
Ambiental, e dá outras providências, Brasília, 25 Junho 2002. Acesso em: 3 Julho
2017.
6. CNE. Resolução Nº 2, DE 15 DE JUNHO DE 2012. Estabelece as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental., Brasília, 15 Junho 2012. 1-7.
7. CNE. Parecer CNE/CP 008/2012, DE 06 DE MARÇO DE 2012. Diretrizes Nacionais
para a Educação em Direitos Humanos, Brasília, 30 Maio 2012.
8. CNE. Resolução Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais
para a Educação em Direitos Humanos, Brasília, 30 Maio 2012.
9. BRASIL. Lei Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. Inclusão da Pessoa com
Deficiência, Brasília, 6 Julho 2015. Acesso em: 3 Julho 2017.
10. BRASIL. Lei Nº 12.764, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Institui a Política
Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista;
e altera o § 3o do art. 98 da Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990. , Brasília, 27
Dezembro 2012. Acesso em: 3 Julho 2017.
57

11. UFAL. Resolução Nº 25/90 - CEPE, DE 30 DE OUTUBRO DE 1990. Estabelece
normas para reformulação curricular na UFAL, 30 Outubro 1990.
12. UFAL. Resolução Nº 04/2018-CONSUNI/UFAL. Regulamenta as ações de extensão
como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de
graduação da UFAL, Maceió, 19 Fevereiro 2018.
13. UFAL. Instrução Normativa Nº 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de
Setembro de 2013. Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) nos cursos de graduação da UFAL, Maceió, 27 Setembro 2013.

58

ANEXO I - Ementas das Disciplinas
Disciplinas Obrigatórias
1º Período
Código

Nome da Disciplina

COMP359 Programação 1

CH

72

Ementa:
Conceitos básicos de linguagens de programação; estruturas de controle; ambiente de programação; conceitos
básicos de programação imperativa; estilo de programação; algoritmos; representação interna dos dados e
sistema de numeração.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM002.
Bibliografia Obrigatória:
1- MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em linguagem C. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2008. xxii, 405 p ISBN 9788576051916 (broch.).
2- FORBELLONE, Andre Luiz Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação. 2. ed.
Makron Books, 2000. xiv, 197 p.; ISBN 8534611246 : (Broch.)
3- EVARISTO, Jaime. Aprendendo a programar: programando em linguagem C. Rio de Janeiro: Book
Express, c2001.. ix, 205 p. ISBN 8586846813 : (Broch.).

Bibliografia Complementar:
1- XAVIER, Gley Fabiano Cardoso. Lógica de Programação. 11. ed. São Paulo: SENAC, 2007. xxv, 374 p.1
CD-ROM ((Nova Série Informática)) ISBN 9788573595253 (broch.)
2- VILARIM, Gilvan de Oliveira. Algoritmo: programação para iniciantes . 2.ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2004. 270 p. ISBN 857393316X.
3- FARRER, Harry. Algoritmos estruturados: programação estruturada de computadores. 3. ed. Rio de Janeiro:
LTC- Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., 2008. 284 p. ISBN 9788521611806 : (Broch.). Classificação:
004.421.021 A396 3.ed. Ac.37436
4- ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi. Fundamentos da programação
de computadores: algoritmos, pascal e c/c++ e Java. 2. ed. São Paulo: Prentice-Hall, c2008.. viiii, 434 p. ISBN
5- DAMAS, Luís; BERNARDO FILHO, Orlando (trad.). Linguagem C. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2007.
410 p. ISBN 9788521615194 (broch.)

59

Código

Nome da Disciplina

COMP360 Lógica para Computação

CH

72

Ementa:
introdução; lógica proposicional; lógica dos predicados; prova automática de teoremas; aplicações práticas para
computação; tópicos avançados: lógicas não clássicas.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM014.
Bibliografia:
1- POLYA, George. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do método matemático. Rio de Janeiro:
Interciência, 2006.
2- SOUZA, João Nunes de. Lógica para ciência da computação: uma introdução concisa. 2 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, c2008.
3- CASANOVA, Marco Antônio; GIORNO, Fernando A. C. (Fernando Antonio de Castro); FURTADO,
A. L. (Antônio Luiz). Programação em lógica e a linguagem PROLOG. São Paulo, c1987.

Bibliografia Complementar:
1- CARNIELLI, W., EPSTEIN,R. Pensamento Crítico: O Poder Da Lógica e da Argumentação - Editora
Ridell 5ª Edição , 2023.
2- ENDERTON, Herbert B. A mathematical Introduction to logic. 2 ed. United States of America: Academic
Press, c2001.
3- MAIER, David; WARREN, David S. Computing with Logic: Logic Programming with Prolog. Menlo
Park, Calif.: Benjamin/Commings, c1988.
4- KREEFT, P. Lógica socrática: Um livro de lógica que usa o método socrático, questões platônicas e
princípios aristotélicos. Kírion Edições, 2024.
4- FORESMAN, G., FOSL,P. and Watson, J.The Critical Thinking Toolkit.Wiley, 2016.
5- TINDALE, C. Fallacies and Argument Appraisal.CAMBRIDGE UNIVERSITY PRESS, 2007.

Código

Nome da Disciplina

COMP361 Computação, Sociedade e Ética

CH

72

Ementa:
Conceitos gerais básicos de sociologia; impacto social de novas tecnologias na história; mudanças sociológicas
disparadas pela informática; percepções e expectativas do público sobre essas mudanças; conceitos gerais
básicos de ética e direito; cibercrimes; propriedade intelectual e pirataria; privacidade e cidadania;

60

responsabilidade legal e segurança; a questão ambiental e a computação; problemas sócioambientais; questões
da atualidade e considerações sobre o futuro; estudos de casos.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM047 e CCOM046.
Bibliografia:
1- BARGER, Robert N. Ética na computação: uma abordagem baseada em casos . Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2011. xiv, 226 p. ISBN 9788521617761(broch.).
2- DYSON, Esther. Release 2.0: a nova sociedade digital. Trad. Sônia T. Mendes Costa. Rio de Janeiro:
Campus, 1998, p. 156. ISBN 9788535202465
3- PAESANI, Liliana Minardi. Direito e internet: liberdade de informação, privacidade e responsabilidade
civil. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2013. xii, 128 p. ISBN 9788522478910 (broch.)

Bibliografia Complementar:
1- GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 14.ed. Campinas, SP: Papirus, 2015. 126p.
(Magistério: formação e trabalho pedagógico). ISBN 9788530804336 (Broch.).
2- NAZARENO, Claudio. Tecnologias da informação e sociedade: o panorama brasileiro. Brasília, DF: 2007..
187 p. (9). ISBN 9788573654783 (broch.).
3- NASCIMENTO, Décio Estevão do (Org.). Tecnologia e sociedade: transformações sociais. Curitiba: 2011.
422 p. ISBN 9788570140746 (broch.).
4- BRANCO, Gilberto et al. (..). Propriedade intelectual. Curitíba, PR: Aymará: UTFPR, 2011.. 95 p.
(UTFinova). ISBN 9788578417574 (broch.).
5- WEBER, Max. Conceitos básicos de sociologia. 5. ed. São Paulo: Centauro, c2008. 103 p. ISBN
9788588208261 (broch.)

Código

COMP362 Matemática Discreta

Nome da Disciplina

CH

72

Ementa:
Teoria dos conjuntos; teoria combinatória; relações; funções; lógica e comprovação: equivalência, implicação,
inferência, indução e recursão; álgebra discreta; teoria dos números: divisibilidade, números primos, MDC e
MMC, aritmética modular e criptografia.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM010.
Bibliografia:

61

1- EVARISTO, Jaime; PERDIGÃO, Eduardo.. Introdução à álgebra abstrata. Maceió: EDUFAL, 2002. 220 p.
ISBN 8571771251 (broch.).
2- MENEZES, Paulo Blauth; UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Instituto de
Informática. Matemática discreta: para computação e informática. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005. 258 p.
(Livros didáticos ((Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Informática); 16). ISBN
9788577802692 : (Broch.).
3- GRAHAM, Ronald L.,; KMUTH, Donald E.,; PATASHNIK, Oren. Matematica concreta: fundamentos para
a Ciência da Computação. 2.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008. 475 p. ISBN 8521610408
(broch.).

Bibliografia Compartilhada:
1- LOVÁSZ, Lászlói. Matemática discreta: elementar e além. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2005. 285 p. (Coleção Textos Universitários). ISBN 978858581828X (broch.).
2- MORGADO, Augusto Cesar; CARVALHO, Paulo Cezar Pinto. Matemática discreta. Rio de Janeiro:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2014. x, 192 p. (Coleção PROFMAT ; 12). ISBN 9788583370154
(broch.).
3- LIPSCHUTZ, Seymour. Teoria e problemas de matemática discreta. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
511 p. (Schaum) ISBN 9788536303611 (broch.).
4- SCHEINERMAN, Edward R. Matemática discreta: uma introdução. 2. ed. São Paulo: 2011. xviii, 573 p.
ISBN 139788522107964 (broch.).
5- GERSTING, Judith L.. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação: um tratamento moderno
de matemática discreta. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., c2004.. xiv,
597 p. ISBN 8521614227 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP363 Cálculo Diferencial e Integral

CH

144

Ementa:
Limites e continuidade de funções; derivadas; aplicações da derivada; teorema de rolle; teorema do valor médio;
teorema do valor médio generalizado; integrais definidas; integrais indefinidas; técnicas de integração.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM004 e CCOM011.
Bibliografia:
1- STEWART, James; MORETTI, Antonio Carlos; MARTINS, Antonio Carlos Gilli (Trad.). Cálculo. 5.
ed. São Paulo: CENGAGE Learning, c2006. v. 2 ISBN 8522104794 (broch. : vol. 1).
2- STEWART, James; MORETTI, Antonio Carlos; MARTINS, Antonio Carlos Gilli (Trad). Cálculo. São
Paulo: CENGAGE Learning, c2010. 2 v. ISBN 9788522106615 (V.2 : broch.).

62

3- CARNEIRO, Carlos E. I; PRADO, Carmen P. Cintra do; SALINAS, Silvio R. A. Introdução elementar
às técnicas do cálculo diferencial e integral. São Paulo: Livraria da física, 2007. ix, 56, [1] p. : ISBN
9788588325869 : (Broch.)

Bibliografia Complementar:
1- BOULOS, Paulo; ABUD, Zara Issa. Cálculo diferencial e integral. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, c 2002. 2 v. ISBN 853461458X (broch.)
2- MAURER, Willie Alfredo. Curso de cálculo diferencial e integral. Universidade de São Paulo, 258 p. ISBN
(broch.).
3- GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019. v.2 ISBN
9788521635444. Classificação: 517 G948c 6.ed. Ac.73889
4- HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L.. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 10. ed.
Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., 2010. xiv, 587 p. ISBN 9788521617525
(broch.).
5- CALDEIRA, André Machado; SILVA, Luiza Maria Oliveira da,; MACHADO, Maria Augusta Soares. Précálculo. 3. ed. rev. atual. São Paulo: CENGAGE Learning, c2014.. 558 p. ISBN 9788522116126 (broch).

2º Período
Código

Nome da Disciplina

COMP364 Estrutura de Dados

CH

72

Ementa:
Recursão; algoritmos de busca e ordenação; introdução à análise de algoritmos; elementos de estruturas de
dados lineares; estrutura de dados não lineares; aplicações de estrutura de dados.

Pré-requisito: COMP359 (Programação 1).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM009.
Bibliografia:
1- CORMEN, Thomas H.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria e prática. Rio de janeiro: Elsevier, 2012.
926 p. ISBN 9788535236996 (broch.).
2- LAFORE, Robert. Estruturas de dados & algoritmos em java. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna,
c2004. xxvi,702 p. ISBN 8573933755 (Broch.).
3- TENENBAUM, Aaron M; LANGSAM, Yedidyah; AUGENSTEIN, Moshe. Estruturas de dados usando
C. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Makron Books, 2005. 884 p. ISBN 8534603480 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- CORMEN, Thomas H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Clifford. Introduction to
algorithms. 3rd ed. Cambridge: MIT Press, 2009.. 1292 p. ISBN 9780262533058.

63

2- SZWARCFITER, Jayme Luiz.; MARKENSON, Lilian.. Estruturas de dados e seus algoritmos. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1994. 320 p. ISBN 9788521617501 (broch.).
3- PEREIRA, Silvio do Lago. Estruturas de dados fundamentais: conceitos e aplicações. 12. ed. rev. e
atualiz. São Paulo: Érica, 2009.. 238 p. ISBN 9788571943704 (broch.).
4- ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Java e C++. São Paulo: Thomson
Learning, 2015. xx, 621 p. ISBN 9788522105250 (Broch.).
5- KRUSE, Robert L; RYBA, Alexander J. Data Structures and Program Design in C++ . Prentice Hall,
1999.

Código

Nome da Disciplina

COMP365 Banco de Dados

CH

72

Ementa:
Conceitos básicos de banco de dados; modelagem de dados; banco de dados relacionais; banco de dados objetorelacionais; dados semi-estruturados; aplicações.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM021.
Bibliografia:
1- ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Sham. Sistemas de banco de dados. 6. ed. São Paulo: Pearson Addison
Wesley, c2011.. 788 p. ISBN 9788579360855 (broch.).
2- DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 865 p. ISBN
9788535212730 (broch.).
3- HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. xii, 282 p.
(Livros didáticos informática UFRGS 4). ISBN 9788577803828 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. 5. ed.
Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2006. 781 p. ISBN 8535211078 (broch.).
2- SETZER, Valdemar W.; SILVA, Flávio Soares Corrêa da. Bancos de dados: aprenda o que são, melhore
o seu conhecimento, construa os seus. [1. ed.]. São Paulo, SP: Edgard Blücher, 2005. ix, 380 p. ISBN
8521203616
3- SUEHRING, Steve. MySQL: a bíblia. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2002. xxviii, 674 p.1 CD-ROM ISBN
8535210849 : (broch.)
4- MORELLI, Eduardo Terra. Oracle 9i: fundamental SQL, PL/SQL e administração. São Paulo: Érica,
2002. 428 p. ISBN 8571948747.

64

5- MACHADO, Felipe Nery Rodrigues. Tecnologia e projeto de data warehouse: uma visão
multidimensional. 4.ed.rev. e atual. São Paulo: Livros Érica, 2008. 318 p. : ISBN 9788536500126 : (Broch.)

Código

Nome da Disciplina

CH

COMP366 Organização e Arquitetura de Computadores

72

Ementa:
Organização básica de computadores; organização interna do processador; noções para desenvolvimento de
sistema operacional; programação em linguagem de montagem.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM026.
Bibliografia:
1- TANENBAUM, Andrew S.. Organização estruturada de computadores. 6. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007. xvii, 605 p. ISBN 9788581435398 (broch.).
2- STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. 8. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2010. xiv, 624 p. ISBN 9788576055648 (Broch.).
3- PATTERSON, David A; HENNESSY, John L. Organização e projetos de computadores: a interface
hardware/software. 5.ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2017. xxi, 501 p. ISBN 9788535287936.

Bibliografia Complementar:
1- MURDOCCA, Miles J.; HEURING, Vincent P. Computer architecture and organization: an integrated
approach. New Jersey: John Wiley, c2007. xx, 524 p. ISBN 9780471733881 (enc.).
2- MONTEIRO, Mario A. (Mario Antonio).. Introdução a organização de computadores. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., 2007.. xiv, 698 p. ISBN 9788521615439 (broch.)
3- NORTON, Peter. Introdução a informática. Makron Books, 1997.. 619 p. ISBN 8534605157 : (Broch.).
4- CARVALHO, André Ponce de Leon F. de; LORENA, Ana Carolina. Introdução à computação: hardware,
software e dados. Rio de Janeiro: LTC, c2017. 182 p ISBN 9788521631071 (Broch.).
5- WAKERLY, John F. Digital design: principles and practices . 4th ed. Upper Saddle River, N.J.: Pearson
Prentice Hall, c2006. xxiv, 895 p. ISBN 9780131863897 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP367 Geometria Analítica

CH

72

Ementa:
Sistemas de coordenadas no plano; a reta; a circunferência; as cônicas; cálculo vetorial; coordenadas no espaço;
retas e planos; mudança de coordenadas (rotação e translação); relação entre retas e planos.

65

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM005.
Bibliografia:
1- CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:
Prentice-Hall, Pearson Education, 2005. xiv, 543 p. ISBN 9788587918918 (broch.).
2- PRÍNCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. 36. ed. São Paulo (SP): Nobel,
1985. 311p. (1) ISBN 8521301626
3- CONDE, Antonio. Geometria analítica. São Paulo: Atlas, 2004.. 165 p. ISBN 8522436460 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- DE CAROLI, Alésio.; CALLIOLI, Carlos A.; FEITOSA, Miguel O. Matrizes vetores geometria analitica:
teoria e exercícios. São Paulo: Nobel, c1976. 212 p. ISBN 9788521302126 : (Broch.)
2- STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books,
c1987. x, 583 p. ISBN 0074504126 (broch.).
3- CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:
Prentice-Hall, Pearson Education, 2005. xiv, 543 p. ISBN 9788587918918 (broch.).
4- REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTCLivros Técnicos Científicos Editora S./A., 1996. 242 p. ISBN 9788521610656 (broch.).
5- SEBASTIANI, Marcos. Introdução a geometria analítica complexa. 2. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2010.
265 p. ((Projeto Euclides)) ISBN 8524402180 (broch.).

3º Período
Código

Nome da Disciplina

COMP368 Redes de Computadores

CH

72

Ementa:
Introdução e principais conceitos; aplicações em redes de computadores; aplicações cliente servidor; serviços
web; camada de aplicação, transporte, rede e enlace.

Pré-requisito: COMP359 (Programação 1).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM032.
Bibliografia:
1- Kurose, J.F., Ross, K.W., Redes de Computadores e a Internet, 6ª Edição, Pearson Education, 2013.
2- TANENBAUM, A. S, Wetherall, D. Redes de Computadores. Prentice Hall, 5a. Edição
3- PETERSON, Larry. Computer Networks: a Systems Approach. USA: Morgan Kaufmann, 2003.

Bibliografia Complementar:
66

1- FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4. ed. Porto Alegre: Bookman,
2006.. 840p. ISBN 9788586804885
2- FOROUZAN, Behrouz A.; FEGAN, Sophia Chung. Data communications and networking. 4th ed. New
York: McGraw-Hill, 2007. 1134 p. (McGraw-Hill Forouzan Networking Series). ISBN 9780072967753
3- KUMAR, Anurag; MANJUNATH, D; KURI, Joy. Communication networking: an analytical approach. San
Francisco: Elsevier, c2004. xxvii, 929 p. (Morgan Kaufmann series in networking.) ISBN 0124287514
4- COMER, Douglas. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados, ligação inter-redes e
Web. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 632 p. ISBN 9788560031368
5- BURGESS, Mark. Princípios de administração de redes e sistemas. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 455 p.
ISBN 8521614802

Código

Nome da Disciplina

COMP369 Teoria dos Grafos

CH

72

Ementa:
Grafos, subgrafos e grafos orientados; florestas e árvores; busca em grafos, conectividade e cortes; árvore
geradora, distâncias, fluxo em rede e emparelhamentos; problemas intratáveis.

Pré-requisito: COMP364 (Estrutura de Dados) e COMP362 (Matemática Discreta).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM030 e CCOM039.
Bibliografia:
1- BOAVENTURA NETTO, Paulo Oswaldo. Grafos: teoria, modelos, algoritmos. 4. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2006.. xiv, 313 p ISBN 9788521203919 (broch.).
2- BOAVENTURA NETTO, Paulo Oswaldo; JURKIEWICZ, Samuel. Grafos: introdução e prática. São
Paulo, SP: Editora Blucher, c2009. 162 p. ISBN 9788521204732 (Broch.).
3- GRAHAM, Ronald L.,; KMUTH, Donald E.,; PATASHNIK, Oren. Matematica concreta: fundamentos
para a Ciência da Computação. 2.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008. 475 p. ISBN
8521610408 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- GERSTING, Judith L.. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação: um tratamento moderno
de matemática discreta. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., c2004.. xiv,
597 p. ISBN 8521614227 (broch.).
2- NAGAMOCHI, Hiroshi; IBARAKI, Toshihide. Algorithmic aspects of graph connectivity. Cambridge;
New York: Cambridge University Press, 2008. xv, 375 p. (Encyclopedia of mathematics and its applications
; 123) ISBN 9780521878647 (enc.)
3- SZWARCFITER, Jayme Luiz. Grafos e algoritmos computacionais. 2a ed., 1a reimpr. Rio de Janeiro:
Campus, 1988. 216p. ISBN 8570013418 : (Broch.)

67

4- SHIRLEY, Peter; MARSCHNER, Stephen Robert. Fundamentals of computer graphics. 3 ed. Natick,
Mass.: c2009. xiii, 752 p. ISBN 9781568814698 (enc.).
5- BERGE, Claude. The theory of graphs. Mineola, N.Y.: Dover, 2001. viii, 247 p. ISBN 0486419754 :
(broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP370 Probabilidade e Estatística

CH

72

Ementa:
Estatística descritiva; probabilidade; estatística inferencial.

Pré-requisito: COMP363 (Cálculo Diferencial e Integral).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM022.
Bibliografia:
1- MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 8. ed. São Paulo: Saraiva,
c2013. 548 p. ISBN 9788502207998 (broch.).
2- MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antônio Carlos Pedroso de. Noções de probabilidade e
estatística. 6. ed. rev. São Paulo: EDUSP, 2005. xv, 392 p. ISBN 8531406773 (broch.).
3- MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e
Científicos Editora S./A., 1983. 426 p. ISBN 8521602944.

Bibliografia Complementar:
1- TRIOLA, Mario F.. Introdução à estatística. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos
Editora S./A., c2015. xxviii, 707 p. ISBN 9788521622062 (broch.).
2- SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e estatística. São Paulo: Pearson Education do Brasil, c1977. 1978
2004 518 p. (Schaum) ISBN 8534613001 : (broch.).
3- FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade; TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística
aplicada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1990. 267 p. ISBN 8522419019 : (Broch.).
4- LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2010. xiv, 637 p. ISBN 9788576053729 (broch.).
5- JAMES, Barry R. Probabilidade: um curso em nível intermediário. 3. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2011.
299 p. (Coleção projeto Euclides). ISBN 9788524401015 (broch.).

Código

COMP371 Álgebra Linear

Nome da Disciplina

CH

72

Ementa:

68

Sistemas de equações; espaço euclidiano no Rn; transformações lineares; autovalores e autovetores; exercícios
escolares.

Pré-requisito: COMP367 (Geometria Analítica).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM012.
Bibliografia:
1- STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books,
c1987. x, 583 p. ISBN 0074504126 (broch.).
2- BOLDRINI, José Luiz (org.). Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, c1986. 411 p. ISBN 8529402022
(Broch.).
3- ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear: com aplicações. 10. ed. Porto Alegre: Bookman,
2012. xv, 768 p. ISBN 9788540701694 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- LIMA, Elon Lages. Álgebra linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006. 357 p. (Matemática universitária).
ISBN 8524400897 (Broch.).
2- LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc. Álgebra linear: Resumo da teoria, 600 problemas resolvidos,
524 problemas propostos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 432 p. (Coleção Schaum). ISBN
9788577808335 (broch.).
3- CALLIOLI, Carlos A.; DOMINGUES, Hygino H.; COSTA, Roberto Celso Fabricio. Álgebra linear e
aplicações. 6. ed. São Paulo: Atual, c1990. 352 p. ISBN 9788570562975.
4- HOFFMAN, Kenneth; KUNZE, Ray. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 1971. 407 p. ISBN
9780135367971 (enc.).
5- LANG, Serge. Álgebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. XII, 508 p. (Clássicos da
matemática) ISBN 9788573937466 (broch.).

4º Período
Código

Nome da Disciplina

COMP372 Programação 2

CH

72

Ementa:
Fundamentos de programação orientada a objetos, qualidade de software e teste de software; estilo de
programação; projeto de implementação; introdução a padrões de projetos.

Pré-requisito: COMP364 (Estrutura de Dados), COMP365 (Banco de Dados) e COMP368
(Redes de Computadores).
Correquisito: COMP373 (Programação 3).
Equivalência: CCOM016.
69

Bibliografia:
1-STROUSTRUP, Bjarne. Programming: principles and practice Using C++. Upper Saddle River: AddisonWesley, c2009. xxviii, 1236 p. ISBN 9780321543721 (Broch.).
2- STROUSTRUP, Bjarne. A linguagem de programação C++. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. 823p.
ISBN 8573076992 : (Broch.)
3- DEITEL, Harvey M., |d 1945-. Java como programar. 6. e.d. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2005.. 1110 p. +CD-ROM ISBN 8576050196 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- BARMES, David J; KÖLLING, Michael. Programação orientada a objetos com Java: uma introdução
prática usando o BlueJ. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2009.. 455 p. ISBN 9788576051879
(broch.).
2- MONTENEGRO, Fernando; PACHECO, Roberto. Orientação a objetos em C++. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, c1994. xix, 394 p. ISBN (Broch.).
3- ARNOLD, Ken,; GOSLING, James; HOLMES, David S. (David Sheridan). A linguagem de
programação Java. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 799 p. ISBN 9788560031641 : (Broch.).
4- SCENCIO, Ana Fernanda Gomes.; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi. Fundamentos da
programação de computadores: algoritmos, pascal e c/c++ e Java. 3. ed. São Paulo: Pearson Education,
c2012.. x, 569 p. ISBN 9788564574168 broch.
5- DEITEL, Harvey M., |d 1945-; DEITEL, Paul J.. C++ como programar. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2015. Quantidade : 10 xlii, 1163 p. + 1 CD-ROM ISBN 9788576050568 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP373 Programação 3

CH

72

Ementa:
Linguagem de marcação, estilo e de script; programação para web e/ou móvel; noções de usabilidade.

Pré-requisito: COMP364 (Estrutura de Dados), COMP365 (Banco de Dados) e COMP368
(Redes de Computadores).
Correquisito: COMP372 (Programação 2).
Equivalência: CCOM007 e CCOM006.
Bibliografia:
1- GOODMAN, Danny. JavaScript: a bíblia. Rio de Janeiro: Elsevier, c2001. 909 p.CD-ROM ISBN
8535208283 : (Broch.)
2- ALVES, William Pereira. Java para web: desenvolvimento de aplicação. São Paulo: Erica, 2015. 384 p.
ISBN 9788536514864 (broch.).

70

3- SCHILLER, Jochen H. Mobile communications. 2nd ed. London: Addison-Wesley, c2003. xviii, 492 p.
ISBN 0321123816 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- NIELSEN, Jakob,; BUDIU, Raluca. Usabilidade móvel. Rio de janeiro: Elsevier: Campus, c2014. xv,
203 p. ISBN 9788535264272 broch.
2- LUCKOW, Décio Heinzelmann. Programação java para web: aprende desenvolver uma aplicação
financeira pessoal com as ferramentas mais modernas da plataformas java. 2. ed. São Paulo: Novatec Editora
Ltda, 677 p. ISBN 9788575224458 (broch.).
3- DALL' OGLIO, Pablo. PHP: programando com orientação a objetos. São Paulo: Novatec Editora Ltda,
c2007. 574 p. : ISBN 9788575221372 : (Broch.)
4- TERUEL, Evandro Carlos. Arquitetura de sistemas para Web com Java utilizando Design Patterns e
Frameworks. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, c2012. 543 p. ISB 9788539902217 : (broch.)
5- LECHETA, Ricardo R. Google Android: aprenda a criar aplicações para dispositivos móveis com o
Android SDK. 5. ed. São Paulo: Novatec, 2016. 1067 p. ISBN 9788575224687 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP374 Projeto e Análise de Algoritmos

CH

72

Ementa:
Projeto de algoritmos; análise de complexidade de algoritmos; apresentação de problemas de otimização;
problemas NP-completos.

Pré-requisito: COMP364 (Estrutura de Dados) e COMP369 (Teoria dos Grafos).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM020.
Bibliografia:
1- CORMEN, Thomas H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Clifford. Introduction to
Algorithms. 3. ed. Cambridge: MIT Press, 2009. 1292 p. ISBN 9780262533058 (broch.).
2- SEDGEWICK, Robert; FLAJOLET, Philippe. An Introduction to the Analysis of Algorithms. 2. ed.
Upper Saddle River, NJ: Addison-Wesley, c2013. xvii, 572 p. ISBN 9780321905758 (enc.).
3- LAFORE, Robert. Estruturas de Dados & Algoritmos em Java. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna,
c2004. xxvi, 702 p. ISBN 8573933755 (Broch.).

Bibliografia Complementar:
1- SEDGEWICK, Robert; WAYNE, Kevin. Algorithms. 4. ed. Upper Saddle River, N.J.: Addison-Wesley,
2011. xiii, 955 p. ISBN 9780321573513 (enc.).
2- CORMEN, Thomas H. et al. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Elsevier, c2002. xvii, 916 p.
ISBN 9788535209266 (broch.).

71

3- SKIENA, Steven S. The Algorithm Design Manual. 2. ed. New York: Springer, c2008. xvi, 730 p. ISBN
9781848000698 (enc.).
4- AHO, Alfred V.; HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D. Data Structures and Algorithms. Reading
(Massachusetts): Addison Wesley, c1983. 427 p. ISBN 0201000237 (broch.).
5- WIRTH, Niklaus. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, c1989. 255
p. ISBN 8570540337 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP376 Teoria da Computação

CH

72

Ementa:
Alfabeto. linguagens e operações com linguagens. gramáticas formais e autômatos. tipos de linguagens e a
hierarquia de chomsky; autômatos finitos e de pilha. máquinas de turing; tese de church-turing. modelos de
computação. teoria das funções recursivas; decidibilidade. problema da parada; reducibilidade; complexidade
computacional.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM008 e CCOM015.
Bibliografia:
1- LEWIS, Harry R; PAPADIMITRIOU, Christos H. Elementos de teoria da computação. 2. ed. rev. Porto
Alegre: Bookman, 2000.. 344 p. ISBN 8573075341 : (Broch.).
2- HOPCROFT, John E.; MOTWANI, Rajeev; ULLMAN, Jeffrey D.; SOUZA, Vanderberg D. de (Trad.).
Introdução à teoria de autômatos, linguagens e computação. Rio de Janeiro: Campus, c2002. 560 p. ISBN
8535210725 : (Broch.).
3- MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens formais e autômatos. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 215 p
(Livros didáticos ; n. 3) ISBN 8524105542 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- SIPSER, Michael. Introdução à teoria da computação. São Paulo: Thomson Learning, 2007.. xxi, 459 p.
ISBN 9788522104994 : (Broch.).
2- DIVÉRIO, T ; MENEZES, P. B.. Teoria da Computação. . Sagra-Luzzatto. 2005.
3- BREINERD, W. S.. Theory of Computation. . John Wiley & Sons. 1974
4- COPELAND, J. (Editors) The Essential Turing: Seminal Writings in Computing, Logic , Philosophy,
Artificial Intelligence ,and Artificial Life: Plus The Secrets of Enigma. Oxford Unoversity Press, 2001.
5- MAHESH, K.Theory of Computation A Problem-Solving Approach, Wiley, 2012.

72

5º Período
Código

Nome da Disciplina

COMP378 Sistemas Operacionais

CH

72

Ementa:
Estrutura de um sistema operacional; processos concorrentes; escalonamento; gerenciamento de memória;
memória virtual; gerenciamento de disco; sistemas de arquivo; estudos de casos.

Pré-requisito: COMP366 (Organização e Arquitetura de Computadores).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM034.
Bibliografia:
1- TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo: Pearson Education :
Prentice Hall, 2010.. xii, 653 p. ISBN 9788576052371
2- SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter B.; GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas
operacionais. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, c2010. xvii, 515 p. ISBN
9788521617471 (broch.).
3- DEITEL, Harvey M., |d 1945-; DEITEL, Paul J.; CHOFFNES, David R. Sistemas operacionais. 3. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.- xxi, 760 p. ISBN 9788576050117 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Operating systems: design and implementation.
3rd ed. Upper Saddle River, N.J.: Prentice-Hall, c2006.. 1054 p. ISBN 0131429388
2- SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter B; GAGNE, Greg. Operating system concepts with Java.
7.th ed. Hoboken: John Wiley, c2007. xxiv, 966 p. ISBN 047176907X : (enc.).
3- MACHADO, Francis B (Francis Berenger); MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 3.
ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., 2002. xvi,311p. ISBN 852161329 :
(Broch.).
4- BOVET, Daniel P; CESATI, Marco. Understanding the Linux kernel. 3rd ed. Beijing: O'Reilly, c2006.
xvi, 923+1 p. ISBN 9780596005658(broch.).
5- TANENBAUM, Andrew S.; STEEN, Maarten Van. Sistemas distribuídos: princípios e paradigmas. 2.
ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. x, 402 p. ISBN 9788576051428 : (broch.)

Código

COMP379 Compiladores

Nome da Disciplina

CH

72

Ementa:

73

Estudo de técnicas avançadas de compilação de linguagens imperativas, funcionais ou lógicas; projeto e
implementação de um compilador.

Pré-requisito: COMP364 (Estrutura de Dados) e COMP376 (Teoria da Computação).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM035.
Bibliografia:
1- AHO, Alfred V.; LAM, Monica S.; SETHI, Ravi.; ULLMAN, Jeffrey D. Compiladores: princípios,
técnicas e ferramentas. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 2007. x, 634 p. ISBN 9788588639249 (broch.).
2- PRICE, Ana Maria de Alencar.; TOSCANI, Simão Sirineo. Implementação de linguagens de
programação: compiladores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. 195 p. ISBN 9788577803484 (broch.).
3- PITTMAN, Thomas.; PETERS, James F. The art of compiler design: theory and pratice. Englewood
Cliffs: Prentice-Hall, c1992. xi, 420p. ISBN 0130461601 : (Broch.).

Bibliografia Complementar:
1- HOPCROFT, John E.; MOTWANI, Rajeev; ULLMAN, Jeffrey D.; SOUZA, Vanderberg D. de (Trad.).
Introdução à teoria de autômatos, linguagens e computação. Rio de Janeiro: Campus, c2002. 560 p. ISBN
8535210725 : (Broch.).
2- DIVERIO, Tiarajú Asmuz; MENEZES, Paulo Blauth. Teoria da computação: máquinas universais e
computabilidade.. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.. 288 p. (Livros didáticos informática ufrgs ; 5) ISBN
9788577808243 (broch.).
3- MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens formais e autômatos. 6 ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 256 p.
(Livros didáticos informática UFRGS ; v. 3.). ISBN 9788577807659 (broch.).
4- TUCKER, Allen B; NOONAN, Robert E; MARQUES, Eduardo; FERNANDES, Márcio Merino (Rev).
Linguagens de programação: princípios e paradigmas. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. xxiii, 599 p.
ISBN 9788577260447 : (broch.).
5- SIPSER, Michael. Introdução à teoria da computação. São Paulo: Thomson Learning, 2007.. xxi, 459 p.
ISBN 9788522104994 : (Broch.).

Código

COMP380 Inteligência Artificial

Nome da Disciplina

CH

72

Ementa:
Busca; raciocínio e representação do conhecimento; sistemas multiagentes; aprendizagem de máquina; tópicos
avançados.

Pré-requisito: COMP360 (Lógica para Computação) e COMP364 (Estrutura de Dados).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM033.
74

Bibliografia:
1- RUSSELL, Stuart J.; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 1021 p.
ISBN 8535211772 (broch.).
2- BITTENCOURT, Guilherme. Inteligência Artificial: Ferramentas e Teorias. 3. ed. rev. Florianópolis,
SC: Editora da UFSC, 2006. 371 p.
3- COELHO, Helder. Inteligência Artificial em 25 Lições. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1995.
532 p. ISBN 9723106795 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- NASCIMENTO JÚNIOR, Cairo Lúcio; YONEYAMA, Takashi. Inteligência Artificial em Controle e
Automação. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 218 p. ISBN 8521203101 (broch.)
2- BRAGA, Antônio de Pádua; CARVALHO, André Ponce de Leon F. de; LUDERMIR, Teresa Bernarda.
Redes Neurais Artificiais: Teoria e Aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2007. 226
p. ISBN 9788521615644 (broch.)
3- VALENÇA, Mêuser. Aplicando Redes Neurais: Um Guia Completo. Olinda, PE: Editora Livro Rápido
- Elógica, 2005. 246 p. + CD-ROM. ISBN 9788589501811 (broch.).
4- ABRAHAM, Ajith; CHEN, Yuehui (editor). Computational Intelligence in Bioinformatics. Berlin,
Heidelberg: Springer-Verlag, c2008. 326 p. ISBN 9783540768002 (enc.).
5- WOOLDRIDGE, Michael. An Introduction to Multiagent Systems. 2. ed. Great Britain: John Wiley &
Sons, c2009. xxii, 461 p. ISBN 9780470519462 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP381 Computação Gráfica

CH

72

Ementa:
Introdução à gráficos no computador; interfaces de entrada e de saída; primitivas gráficas; imagens no
computador.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM041.
Bibliografia:
1- CONCI, Aura; AZEVEDO, Eduardo; LETA, Fabiana R. Computação gráfica: teoria e prática. Rio de
Janeiro: ELSEVIER, 2008. 2 v. + 1 CD-ROM.
2- HEARN, D. W; BAKER, M. Pauline. Computer graphics with OpenGL. 3 rd. New Jersey: Pearson
Prentice Hall, 2004.

75

3- ANGEL, Edward; SHREINER, Dave. Interactive computer graphics: a top-down approach eith shaderbased opengl. 6th. ed. Boston: Pearson Addison Wesley, 2012.. 730 p. ISBN 0132545233 (enc.).

Bibliografia Complementar:
1- LIPCHAK, Benjamin; HAEMEL, Nicholas; WRIGHT, Richard S.; SELLERS, Graham. OpenGL:
superbible : comprehensive tutorial and reference. 5th ed. Boston, USA: Addison-Wesley, 2011. xxxii, 969
p. ISBN 9780321712615 : (broch.)
2- FOLEY, James D.. Computer graphics: principles and practice . 2. ed. Boston, Estados Unidos: AddisonWesley, c2006. 1175 p. (The systems programming). ISBN 0201848406 : (enc.).
3- BUSS, Samuel R. 3D computer graphics: a mathematical introduction with OpenGL. New York:
Cambridge University Press, 2003 371 p. ISBN 0521821037 : (Enc.)
4- LIPCHAK, Benjamin; HAEMEL, Nicholas; WRIGHT, Richard S.; SELLERS, Graham. OpenGL:
superbible : comprehensive tutorial and reference. 5th ed. Boston, USA: Addison-Wesley, 2011. xxxii, 969
p. ISBN 9780321498823
5- GOMES, Jonas de Miranda; VELHO, Luiz. Computação gráfica: imagem . Rio de Janeiro: IMPA,
Sociedade Brasileira de Matemática, 1994. xiii, 421 p. (Série de computação e matemática) ISBN
8524400889 (broch.).

6º Período
Código

Nome da Disciplina

COMP382 Projeto e Desenvolvimento de Sistemas

CH

288

Ementa:
Conceitos básicos de engenharia de software; ferramentas da engenharia de software; metodologias de
desenvolvimento de software; especificações de requisitos; análise e projeto; implementação; depuração e
testes; controle de qualidade e inspeção; teste de software; concepção de interfaces amigáveis; comportamento
humano nas organizações; liderança; comunicação profissional; empreendedorismo; trabalho em equipe.

Pré-requisito: TODAS AS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 1º AO 5º PERÍODO.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM003, CCOM023, CCOM028, CCOM031, CCOM036 e CCOM042.
Bibliografia:
1- SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 9. ed.,
c2007.. xiii, 529 p. ISBN 9788588639287 (broch.).
2- RESSMAN, Roger S. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 8. ed. Porto Alegre: AMGH
Editora, 2016.. 940 p. ISBN 9788580555332 (broch.).
3- PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall,
c2004. xix, 535 p. ISBN 9788587918314 :(broch.).

76

Bibliografia Complementar:
1- PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH
Editora, 2011.. 780 p. ISBN 9788563308337 (broch.).
2- SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 9. ed.,
c2011.. xiii, 529 p. ISBN 9788579361081 (broch.).
3- ALEXANDE,Bartié. Garantia da qualidade de software: as melhores práticas de engenharia de software
aplicadas à sua empresa. Rio de Janeiro, RJ: Campus, 2002. 291 p ISBN 9788535211245(broch.).
4- BAIER, Christel; KATOEN, Joost-Pieter. Principles of model checking. Cambridge: The Mit Press,
2008. xvii, 963 p. ISBN 9780262026499(enc.).
5- DELAMARO, Márcio,; MALDONADO, José Carlos,; JINO, Mario, ((org.)). Introdução ao teste de
software. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.. 430 p. (Sociedade brasileira de computação). ISBN
9788535283525 (broch.).

7º Período
Código

Nome da Disciplina

COMP386 Metodologia de Pesquisa e Trabalho Individual

CH

72

Ementa:
A pesquisa científica; metodologia geral da pesquisa; tipos de pesquisa; métodos e técnicas de pesquisa;
pesquisa bibliográfica; leitura de documentos técnicos em inglês; elaboração de um projeto individual de estudo
ou pesquisa; redação de documentos técnicos e científicos; apresentação de seminários.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM001 e CCOM013.
Bibliografia:
1- R. S. Wazlawick. Metodologia de pesquisa para Ciência da Computação. 3º Edição, 2020. GEN LTC.
2- G. L. Volpato. Guia prático para redação científica. 2015. Editora Best Writing.
3- A bússola do escrever : desafios e estratégias na orientação escrita de teses e dissertações - 2. ed. / 2006.

Bibliografia Complementar:
1- G. L. Volpato. Dicas para redação científica. 4º Edição, 2016. Editora Best Writing.
2- F. P. Nascimento & F. L. L. Souza. Metodologia da pesquisa científica. 2015. Editora Thesaurus.
3- J. Zobel. Writing for Computer Science: The art of effective communication. 2º Edição. 2015, Springer.
4- APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento
científico. São Paulo: Atlas, 2004.

77

5- DIOGENES, Eliseu. Como definir uma amostra numa pesquisa científica: uma contribuição para
elaboração de monografias, dissertações e teses. Maceió: EDUFAL, 2009.

Código

Nome da Disciplina

COMP387 Noções de Direito

CH

72

Ementa:
Noções gerais de direito; direito constitucional e os direitos humanos; propriedade industrial e direito autoral;
e legislação específica.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM045.
Bibliografia:
1- NADER, Paulo. Introdução ao estudo do direito. 43. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2021. xxxviii, 418 p.
ISBN 9788530991944 (broch.).
2- POLETTI, Ronaldo. Introdução ao direito. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. xxi, 363p. ISBN
9788502072282 (broch.).
3- PAESANI, Liliana Minardi. Direito e internet: liberdade de informação, privacidade e responsabilidade
civil. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2013. xii, 128 p. ISBN 9788522478910 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- PINHEIRO, Patricia Peck. Direito digital. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 472 p. ISBN 9788502096189
(broch.).
2- BRANCO, Gilberto et al. (..). Propriedade intelectual. Curitíba, PR: Aymará: UTFPR, 2011.. 95 p.
(UTFinova). ISBN 9788578417574 (broch.).
3- MACHADO, Hugo de Brito; SEGUNDO, Hugo de Brito Machado (atualizador). Introdução ao estudo
do direito. (2024) 4ª edição, Editora Foco, 248 p. ISBN: 9786561200592 Broch.
4- SEGUNDO, Hugo de Brito Machado. Direito e Inteligência Artificial: O Que os Algoritmos Tem a
Ensinar Sobre Interpretação, Valores e Justiça. (2024) 2ª Ed. 144 p. ISBN. 9786555159523
5- Coeckelbergh, Mark. Ética na inteligência artificial. (2024). 1ª edição. Ubu Editora. 192 p. ISBN:
9788571261242.

Ênfases
Código

COMP404 Cálculo 3

Nome da Disciplina

CH

72

Ementa:
78

Curvas parametrizadas. Comprimento de arco. Curvatura e Torsão. Triedro de Frenet. Funções de várias
variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas
direcionais. Gradiente. Regra da Cadeia. Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa.
Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Fórmula de Taylor.

Pré-requisito: (COMP363) Cálculo Diferencial e Integral.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM025.
Bibliografia:
1- STEWART, James; CASTRO, Helena Maria Ávila de (Trad.). Cálculo. Volume 2. 4. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, c2017. v. 2 ISBN 9788522125845 (v.2 : broch.).
2- THOMAS, George Brinton. Cálculo. Volume 2. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson Education do Brasil,
c2013.. 2v. ISBN 9788581430874 (broch.)
3- LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. Volume 2. 3. ed. São Paulo: Harbra, c 1994. 2 v.
ISBN 9788529402062 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. Volume 2. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros
Técnicos e Científicos Editora S./A., c2003. 2 v. ISBN 8521613709 (broch.)
2- SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. Volume 2. 2. ed. Makron Books, c 1995.
2 v. ISBN 9788534603102 (broch.)
3- GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Volume 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019. v.2
ISBN 9788521635444.
4- GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo B: funções de várias variáveis,
integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007. 435
p. (A Biblioteca do CECA possui a 2.ed. 2007). ISBN 9788576051169.
5- ROGAWSKI, Jonathan David; DOERING, Claus Ivo, (Trad.). Cálculo. Porto Alegre, RS: Bookman,
2009. v. 2 ISBN 9788577802715 broch. : v.2.

Código

Nome da Disciplina

COMP389 Conceitos de Linguagem de Programação

CH

72

Ementa:
Fundamentos da análise de linguagens de programação. Nomes, ligação, checagem de tipos e escopos. Tipos
de dados. Expressões, atribuição e estruturas de controle. Subprogramas.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
79

Equivalência: CCOM027.
Bibliografia:
1- SEBESTA, Robert W; PIVETA, Eduardo Kessler ((trad.)). Conceitos de linguagens de programação. 9.
ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. ix, 792 p. ISBN: 9788577807918
2- TUCKER, Allen B; NOONAN, Robert E; MARQUES, Eduardo; FERNANDES, Márcio Merino (Rev).
Linguagens de programação: princípios e paradigmas. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. xxiii, 599 p.
ISBN 9788577260447 : (broch.).
3- MELO, Ana Cristina Vieira de; SILVA, Flávio Soares Corrêa da. Princípios de linguagens de
programação. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 211 p. ISBN 8521203225 : (Broch.).

Bibliografia Complementar:
1- ABELSON, Harold; SUSSMAN, Gerald Jay; SUSSMAN, Julie. Structure and interpretation of computer
programs. 2nd ed. Cambridge: MIT Press, 1996. xxiii, 657 p. : ISBN 0262011530 : (Broch.)
2- SCOTT, Michael Lee. Programming language pragmatics. 2nd. Amsterdam: Elsevier, 2006. xxxi, 910 p.
: 1 CD-ROM ISBN 9780123745149 : (Broch.)
3- Louden, Kenneth C.; Lambert, Kenneth A. Published by Cengage Learning, 2011. ISBN:
9781111529413.
4- Benjamin C. Pierce. 2002. Types and Programming Languages (1st. ed.). The MIT Press.
5- Daniel P. Friedman and Mitchell Wand. 2008. Essentials of Programming Languages, 3rd Edition (3rd.
ed.). The MIT Press. ISBN 9780262062794.

Código

Nome da Disciplina

COMP390 Aprendizagem de Máquina

CH

72

Ementa:
Introdução; AM (aprendizagem de máquina) supervisionada simbólica; AM supervisionada
estocástica; AM supervisionada conexionista; AM não supervisionada; AM por reforço;
limites teóricos; análise de componentes principais (PCA), ICA; projeto.
Pré-requisito: COMP404 (Cálculo 3).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- RUSSELL, Stuart J.; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 1021 p.
ISBN 8535211772 (broch.).
2- TAN, Pang-Ning; STEINBACH, Michael; KUMAR, Vipin. Introdução ao Data Mining: Mineração de
Dados. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2009. xxi, 900 p. ISBN 9788573937619 (broch.).

80

3- WITTEN, I. H.; FRANK, Elbe; HALL, Mark A. Data Mining: Practical Machine Learning Tools and
Techniques. 3. ed. Amsterdam: Elsevier, c2011. xxxiii, 629 p. ISBN 9780123748560 (broch.).
1- BRAGA, Antônio de Pádua; CARVALHO, André Ponce de Leon F. de; LUDERMIR, Teresa Bernarda.
Redes Neurais Artificiais: Teoria e Aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2007. 226
p. ISBN 9788521615644 (broch.).
2- VALENÇA, Mêuser. Aplicando Redes Neurais: Um Guia Completo. Olinda, PE: Editora Livro Rápido
- Elógica, 2005. 246 p. + CD-ROM. ISBN 9788589501811 (broch.).
3- FLAIG, Ruediger-Marcus. Bioinformatics Programming in Python: A Practical Course for Beginners.
Germany: c2008. ix, 418 p. ISBN 9783527320943 (broch.).
4- SUNG, Wing-Kin. Algorithms in Bioinformatics: A Practical Introduction. Boca Raton: Chapman &
Hall/CRC, c2010. xvii, 381 p. ISBN 9781420070330 (enc.).
5- HAYKIN, Simon S. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 900 p.
ISBN 9788573077186 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP391 Sistemas Digitais

CH

72

Ementa:
Álgebra booleana; VHDL; circuitos combinacionais; circuitos sequenciais.

Pré-requisito: COMP404 (Cálculo 3).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- DALTRINI, Beatriz Mascia.; JINO, Mario,; MAGALHÃES, Leo Pini. Introdução a sistemas de
computação digital. São Paulo: Makron Books, c1999. xv, 239p. ISBN 8534609861 : (Broch.).
2- D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. Rio de Janeiro: LTC-Livros
Técnicos e Científicos Editora S./A., 2012.. 292 p. ISBN 9788521620549 (broch.).
3- WAKERLY, John F. Digital design: principles and practices . 4th ed. Upper Saddle River, N.J.: Pearson
Prentice Hall, c2006. xxiv, 895 p. ISBN 9780131863897 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- VAHID, Frank. Digital design: with RTL Design, VHDL, and Verilog . 2nd ed. Danvers, Mass.: Wiley,
2011. xvi, 575 p. ISBN 9780470531082 (enc.).
2- MAXFIELD, Clive. The design warrior's' guide to FPGAs: devices, tools and flows.. Boston: Elsevier,
2004. 542 p. : +01 CD ROM ISBN 139780750676045 : (Broch).
3- TOCCI, Ronald J. et al. Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações , 10ª ed. Prentice Hall Brasil, 2003.

81

4- IDOETA, I.V., CAPUANO, F.G. Elementos de eletrônica digital . Livros Érica Ed. Ltda.
5- CARRO, Luigi. Projeto e Prototipação de Sistemas Digitais , 1ª ed. Editora UFRGS, 2001.

Código

Nome da Disciplina

COMP392 Sistemas Distribuídos

CH

72

Ementa:
Caracterização de sistemas de computação distribuída. Modelos de sistemas distribuídos. Processos em sistemas
distribuídos. Objetos distribuídos. Sincronização e coordenação. Serviços de sistemas distribuídos. Segurança
em sistemas distribuídos. Novos modelos de sistemas distribuídos. Algoritmos distribuídos. Replicação e
tolerância a falhas.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM044.
Bibliografia:
1- TANENBAUM, Andrew S.,; STEEN, Maarten Van. Distributed systems: principles and paradigms . 2th.
Upper Saddle River, NJ: Prentice-Hall, c2007. xviii 686 p. ISBN 9780132392275 (enc.).
2- COULOURIS, George. Distributed systems: concepts and design. 5th ed. Boston: Addison Wesley,
2012.. xvi, 1047p. ISBN 9780132143011:(Enc.).
3- COMER, Douglas. Interligação em rede com TCP/IP. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, c2006. nv. ISBN
9788535220179 (Broch.)

Bibliografia Complementar:
1- DEITEL, Harvey M., |d 1945-. Java como programar. 8.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
c2010.. 1144 p. + CD-ROM ISBN 9788576055631 (broch.).
2- BEN-ARI, M.. Principles of concurrent and distributed programming. 2nd ed. Harlow: Addison-Wesley,
2006. xv, 361 p. ISBN 9780321312839 : (broch.).
3- DEHGHANI, Zhamak. Data Mesh: Delivering Data-Driven Value at Scale. O’Reilly Media, 2022.
4- CACHIN, Christian; GUERRAOUI, Rachid; RODRIGUES, Luiz. Introduction to Reliable and Secure
Distributed Programming. 2. ed. Springer, 2011.
5- ERL, Thomas; PUTTINI, Ricardo; MAHMOOD, Zaigham. Cloud Computing: Concepts, Technology &
Architecture. Peason 2nd Edition, 2023.

Código

Nome da Disciplina

CH

82

COMP393 Redes Neurais e Aprendizado Profundo

72

Ementa:
Redes biológicas; modelos de neurônios; arquitetura e aprendizado nas redes neurais; aplicações.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- HAYKIN, Simon S. Neural Networks: A Comprehensive Foundation. 2. ed. Upper Saddle River:
Prentice-Hall, c1999. 842 p. ISBN 0132733501 (enc.).
2- BRAGA, Antônio de Pádua; CARVALHO, André Ponce de Leon F. de; LUDERMIR, Teresa Bernarda.
Redes Neurais Artificiais: Teoria e Aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2007. 226
p. ISBN 9788521615644 (broch.).
3- VALENÇA, Mêuser. Aplicando Redes Neurais: Um Guia Completo. Olinda, PE: Editora Livro Rápido
- Elógica, 2005. 246 p. + CD-ROM. ISBN 9788589501811 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- HAYKIN, Simon S. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 900 p.
ISBN 9788573077186 (broch.).
2- GOODFELLOW, Ian; BENGIO, Yoshua; COURVILLE, Aaron. Deep Learning. Cambridge: MIT Press,
2016. 800 p. ISBN 9780262035613 (broch.).
3- CHOLLET, François. Deep Learning with Python. Shelter Island: Manning Publications, 2017. 384 p.
ISBN 9781617294433 (broch.).
4- GÉRON, Aurélien. Hands-On Machine Learning with Scikit-Learn, Keras, and TensorFlow. 2. ed.
Sebastopol: O'Reilly, 2019. 856 p. ISBN 9781492032649 (broch.).
5- NIELSEN, Michael A. Neural Networks and Deep Learning. 2015.

Código

COMP393 FPGA

Nome da Disciplina

CH

72

Ementa:
Projeto de sistemas digitais com FPGA.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:

83

1- MAXFIELD, Clive. The design warrior's' guide to FPGAs: devices, tools and flows.. Boston: Elsevier,
2004. 542 p. : +01 CD ROM ISBN 139780750676045 : (Broch).
2- PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010.
3- Randy Katz, Gaetano Borrielo, “Contemporary Logic Design”., 2nd ed., Prentice Hall, 2005.

Bibliografia Complementar:
1- John P. Uyemura, “Sistemas digitais: Uma abordagem integrada”, Thomson, 2002.
2- Frank Vahid, Roman Lysecky, “Verilog for Digital Design”, 1st ed., Wiley, 2007.
3- John F. Wakerly, “Digital design: Principles and practices”, Prentice Hall, 2005.
4- PEDRONI, Volnei A. Digital electronics and design with VHDL. Morgan Kaufmann, 2008.
5- PEDRONI, Volnei A. Circuit design with VHDL. MIT press, 2004.

Código

Nome da Disciplina

COMP395 Interação Homem-Máquina

CH

72

Ementa:
Os conceitos e fundamentos de interação e interface homem-máquina (IHM). Técnicas de concepção da
interação. Análise de tarefas. Teste de usabilidade e ferramentas de avaliação de interfaces. Persona.

Pré-requisito: COMP373 (Programação 3).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM043 e CCOM046.
Bibliografia:
1- BARBOSA, Simone Diniz Junqueira; SILVA, Bruno Santana, Interação humano-computador. Rio de
Janeiro: ELSEVIER, c2010. 384 p. (Série SBC, Sociedade Brasileira de Computação). ISBN
9788535234183 (Broch.).
2- KRUG, Steve. Não me faça pensar: uma abordagem de bom senso à usabilidade na web. 2. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Alta Books, 2008. xv, 201 p. ISBN 9788576082713 (Broch.).
3- ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen.; PREECE, Jennifer,; GASPARINI, Isabela (Trad.). Design de
interação: além da interação humano-computador. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. xiv, 585 p. ISBN
9788582600061 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- BENYON, David. Interação humano-computador. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. 442 p.
ISBN 9788579361098.
2- NORMAN, Donald A. The Design of Everyday Things: Revised and Expanded Edition. 5. ed. New York:
Basic Books, 2013. 347 p. ISBN: 9780465050659.

84

3- NIELSEN, Jakob,; BUDIU, Raluca. Usabilidade móvel. Rio de janeiro: Elsevier: Campus, c2014. xv,
203 p. ISBN 9788535264272 broch.
4- Ben Shneiderman, Catherine Plaisant, Maxine Cohen, Steven Jacobs, Niklas Elmqvist, and Nicholas
Diakopoulos. 2016. Designing the User Interface: Strategies for Effective Human-Computer Interaction
(6th. ed.). Pearson.
5- NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na web. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2006. xxiv,
406 p. ISBN 9788535221909 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP396 Processamento Digital de Imagens

CH

72

Ementa:
Imagens e processamento digital; digitalização e visualização de imagens; transferência e armazenamento de
imagens; processamento de imagens; análise espectral; filtragem digital; técnicas de restauração de imagens;
classificação de imagens. Morfologia. Segmentação. Representação e Descrição.

Pré-requisito: COMP381 (Computação Gráfica).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- GONZALEZ, Rafael C.; WOODS, Richard E. Digital Image Processing. 4. ed. Upper Saddle River:
Pearson, 2018. 1168 p. ISBN 9780133356724 (broch.).
2- GONZALEZ, Rafael C.; WOODS, Richard E.; EDDINS, Steven L. Digital Image Processing Using
MATLAB. 3. ed. Knoxville: Gatesmark Publishing, 2020. 840 p. ISBN 9780982085400 (broch.).
3- PRATT, William K. Digital Image Processing. 4. ed. Hoboken: Wiley, 2007. 782 p. ISBN
9780471767770 (broch.). Quantidade:

Bibliografia Complementer:
1- JAIN, Anil K. Fundamentals of Digital Image Processing. Upper Saddle River: Prentice Hall, 1989. 569
p. ISBN 9780133361650 (broch.).
2- PETROU, Maria; PETROU, Costas. Image Processing: The Fundamentals. 2. ed. Chichester: Wiley,
2010. 888 p. ISBN 9780470745861 (broch.).
3- SONKA, Milan; HLAVAC, Vaclav; BOYLE, Roger. Image Processing, Analysis, and Machine Vision.
4. ed. Boston: Cengage Learning, 2014. 870 p. ISBN 9781133593607 (broch.).
4- SHAPIRO, Linda G.; STOCKMAN, George C. Computer Vision. Upper Saddle River: Prentice Hall,
2001. 608 p. ISBN 9780130307965 (broch.).
5- CASTLEMAN, Kenneth R. Digital Image Processing. Upper Saddle River: Prentice Hall, 1996. 667 p.
ISBN 9780132114677 (broch.).

85

Código

Nome da Disciplina

COMP397 Computação Evolucionária

CH

72

Ementa:
Algoritmos genéticos; programação genética; aplicações de algoritmos genéticos; métodos hídricos de
computação evolucionista e neural; métodos alternativas de otimização; estudos de casos da computação
evolucionista e neural; outras técnicas: raciocínio baseado em casos, aprendizagem por reforço, etc. projeto.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- Eiben, A. E. & Smith, J. E. (2015). Introduction to Evolutionary Computing. Springer 2nd edition.
2- Goldberg, D. E. (1989). of Genetic Algorithms in Search, Optimization, and Machine Learning. Reading,
Ma: Addison-Wesley.
3- Holland, J. H. (1975). Adaptation in Natural and Artificial Systems, Cambridge, MA: MIT Press.

Bibliografia Complementar:
1- Koza, J. R. (1992). Genetic Programming, Cambridge, MA: MIT Press. (Quantidade : 0)
2- Ghosh, A. & Tsutsui, S. (Eds.) (2003). Advances in Evolutionary Computing: Theory and Applications.
Springer.
3- Kallel, L., Naudts, B., & Rogers, A. (Eds.) (2001). Theoretical Aspects of Evolutionary Computing.
Springer.
4- Ricardo Linden, Algoritmos Genéticos: Uma Importante Ferramenta da Inteligência Computacional.
Editora Brasport, 3 edição, 2012.
5- GASPAR-CUNHA, António, TAKAHASHI, Ricardo H. C., ANTUNES, Carlos Henggeler. Manual de
Computação Evolutiva e Metaheurística. Imprensa da Universidade de Coimbra/Editora da Universidade
Federal de Minas Gerais, 2013.

Código

Nome da Disciplina

COMP398 Sistemas Embarcados

CH

72

Ementa:
Definição do conceito de software embarcado e Sistemas Operacionais de Tempo Real. Abstração de hardware,
administração de recursos e ambiente multitarefas. Ambientes de desenvolvimento. Plataformas de hardware
para sistemas embarcados. Plataformas de software para sistemas embarcados. Aplicações.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
86

Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- NOERGAARD, Tammy. Embedded systems architecture: a comprehensive guide for engineers and
programmers . Amsterdam: Elsevier, c2005. xiv, 640, [2] p. (Embedded technology series). ISBN
9780750677929(enc.).
2- VALVANO, Jonathan W. Embedded Systems: Introduction to ARM Cortex-M Microcontrollers.
Volume 1. (2017) CreateSpace Independent Publishing Platform, 507 p. ISBN 9781477508992 (broch.).
3- Berger, Arnold S.. Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools, and Techniques.
(2001). 1st edition. CMP Books. 237 p. ISBN: 978-1578200733

Bibliografia Complementar:
1- WOLF, Mailyn. Computers as Components: Principles of Embedded Computing System Design. (2022)
5th edition. Morgan Kaufmann. 560 p. ISBN: 9780323851282 (Quantidade: NÃO DISPONÍVEL)
2- GANSSLE, Jack G. The art of designing embedded systems. 2. ed. Boston, Estados Unidos: Elsevier,
2008. 298 p. ISBN 9780750686440 : (broch.)
3- LACAMERA, Daniele. Embedded Systems Architecture: Design and write software for embedded
devices to build safe and connected systems. (2023) 2nd edition, Packt Publishing, 342 p. ISBN:
9781803239545.
4- PECKOL, James K. Embedded Systems: A Contemporary Design Tool. (2019) 2nd edition. Wiley. 1088
p. ISBN: 9781119457503.
5- ZURAWSKI, Richard. Embedded Systems Handbook. (2009) Second Edition 2-Volume Set, CRC Press,
1503 p. ISBN: 9781420074109

Código

Nome da Disciplina

COMP399 Gerência de Projeto

CH

72

Ementa:
Ciclo de vida e organização de projetos. Gestão da integração. Gestão do escopo. Gestão do tempo. Gestão de
custos. Gestão de qualidade. Gestão de recursos humanos. Gestão de comunicações. Gestão de riscos. Gestão
de aquisições. Software para gestão de projetos.

Pré-requisito: COMP382 (Projeto e Desenvolvimento de Sistemas).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: CCOM048.
Bibliografia:
1- PMI INSTITUTE.

Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos .

Pennsylvania, EUA: Project Management Institute, 2004.

87

2- HELDMAN, K. Gerência de Projetos: Guia Para o Exame Oficial do PMI . São Paulo: Campus, 2005.
3- PRADO, D. S. Gerenciamento de Projetos nas Organizações . Belo Horizonte: EDGerencial, 1999.

Bibliografia Complementar:
1- DINSMORE, C. Como se Tornar Um Profissional em Gerenciamento de Projetos . Rio de Janeiro:
Qualitymark,, 2005.
2- CARVALHO, Marly Monteiro; RABECHINI JR., Roque. Fundamentos em Gestão de Projetos. 5ªed.
São Paulo, SP: Atlas, 2018.
3- KEELLING, R. Gestão de projetos: uma abordagem global. 4ª ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2018.
4- MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de Projetos. 4ª ed. São Paulo, SP: Ed. Atlas, 2018.
5- RABECHINI JR., R. O Gerente de Projetos na Empresa. 3ª ed. São Paulo, SP: Atlas, 2011.

Código

Nome da Disciplina

COMP400 Visão Computacional

CH

72

Ementa:
Visão por computador. Aquisição de imagem e sensores de visão. Pré-processamento e segmentação de
imagens. Descrição, reconhecimento de padrões e decisão. Representação. Visão 2D e 3D. Movimento.
Rastreamento. Modelos de câmeras. Redes Neurais Convolucionais. Arquiteturas e aplicações.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- .SZELISKI, Richard. Computer Vision: Algorithms and Applications. 2. ed. New York: Springer, 2022.
925 p. ISBN 9783030343712 (broch.).
2- FORSYTH, David A.; PONCE, Jean. Computer Vision: A Modern Approach. 2. ed. Upper Saddle River:
Pearson, 2011. 792 p. ISBN 9780136085928 (broch.).
3- HARTLEY, Richard; ZISSERMAN, Andrew. Multiple View Geometry in Computer Vision. 2. ed.
Cambridge: Cambridge University Press, 2003. 672 p. ISBN 9780521540513 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- PRINCE, Simon J. D. Computer Vision: Models, Learning, and Inference. Cambridge: Cambridge
University Press, 2012. 580 p. ISBN 9781107011793 (broch.).
2- SHAPIRO, Linda G.; STOCKMAN, George C. Computer Vision. Upper Saddle River: Prentice Hall,
2001. 608 p. ISBN 9780130307965 (broch.).
3- DAVIS, James W.; SHARMA, Visha. Visual Surveillance and Monitoring. New York: Springer, 2005.
250 p. ISBN 9780387237813 (broch.).

88

4- SONKA, Milan; HLAVAC, Vaclav; BOYLE, Roger. Image Processing, Analysis, and Machine Vision.
4. ed. Boston: Cengage Learning, 2014. 870 p. ISBN 9781133593607 (broch.).
5- BRADSKI, Gary; KAEHLER, Adrian. Learning OpenCV: Computer Vision with the OpenCV Library.
2. ed. Sebastopol: O'Reilly, 2013. 580 p. ISBN 9781449314651 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

COMP401 Ciência de Dados

CH

72

Ementa:
Introdução à Ciência dos Dados; Análise Visual de Dados; Estatística Computacional; Soluções em Mineração
de Dados; Projeto de Ciência dos Dados.

Pré-requisito: COMP370 (Probabilidade e Estatística).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- WITTEN, I. H.; FRANK, Elbe; HALL, Mark A. Data Mining: Practical Machine Learning Tools and
Techniques. 3. ed. Amsterdam: Elsevier, c2011. xxxiii, 629 p. ISBN 9780123748560 (broch.).
2- RUSSELL, Stuart J.; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 1021 p.
ISBN 8535211772 (broch.).
3- SHAN, Carl; WANG, Henry; CHEN, William; SONG, Max. The Data Science Handbook. [S.l.]: [s.n.],
2015. 300 p. ISBN 9780692380280 (broch.).

Bibliografia Complementar:
1- PROVOST, Foster; FAWCETT, Tom. Data Science for Business: What You Need to Know About Data
Mining and Data-Analytic Thinking. 2. ed. Sebastopol: O'Reilly, 2013. 414 p. ISBN 9781449361327
(broch.).
2- KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling with Data: A Data Visualization Guide for Business
Professionals. Hoboken: Wiley, 2015. 288 p. ISBN 9781119002253 (broch.).
3- GÉRON, Aurélien. Hands-On Machine Learning with Scikit-Learn, Keras, and TensorFlow: Concepts,
Tools, and Techniques to Build Intelligent Systems. 3. ed. Sebastopol: O'Reilly, 2022. 856 p. ISBN
9781098125974 (broch.).
4- O'NEIL, Cathy; SCHUTT, Rachel. Doing Data Science: Straight Talk from the Frontline. Sebastopol:
O'Reilly, 2013. 408 p. ISBN 9781449358655 (broch.).
5- TAN, Pang-Ning; STEINBACH, Michael; KUMAR, Vipin. Introduction to Data Mining. 2. ed. Boston:
Pearson, 2019. 864 p. ISBN 9780133128901 (broch.).

Código

Nome da Disciplina

CH

89

COMP402 Microcontroladores e Aplicações

72

Ementa:
Introdução. Exemplos de Microarquitetura. Blocos funcionais do processador. Microinstruções.
Microprogramas. Arquitetura, conjunto de instruções, periféricos. Programação em linguagem assembly.
Aplicações de microprocessador e microcontrolador. Famílias de microprocessadores e microcontroladores.
Aplicações.

Pré-requisito: Nenhum.
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
1- TANENBAUM, Andrew S.. Organização estruturada de computadores. 6. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007. xvii, 605 p. ISBN 9788581435398 (broch.).
2- STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. 8. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2010. xiv, 624 p. ISBN 9788576055648 (Broch.).
3- PEREIRA, F. Tecnologia ARM: microcontroladores de 32 bits. 1. ed. São Paulo, SP: Érica, 2007.

Bibliografia Complementar:
1- SOUZA, D. J. Desbravando o PIC: baseado no microcontrolador PIC16F84. 2. ed. São Paulo: Érica,
2007.
2- OLIVEIRA, A. S.; ANDRADE, F. S. Sistemas embarcados: hardware e firmware na prática. São Paulo:
Érica, 2006.
3- SILVA JÚNIOR, V. P. Aplicações práticas do Microcontrolador 8051. 9. ed. São Paulo: Érica, 2000.
4- OLIVEIRA, A. S.; ANDRADE, F. S. Sistemas embarcados: hardware e firmware na prática. São Paulo:
Érica, 2006.
5- TOCCI, R. J. Sistemas digitais: princípio e aplicações. Rio de Janeiro: Ed. Prentice Hall do Brasil, 2003.

Código

Nome da Disciplina

COMP403 Segurança de Sistemas Computacionais

CH

72

Ementa:
Fundamentos de Segurança da Informação. Gestão de Análise de Riscos. Auditoria da Segurança da
Informação. Criptografia e Certificados digitais. Técnicas de Hacking e Pentest.

Pré-requisito: COMP368 (Redes de Computadores).
Correquisito: Nenhum.
Equivalência: Nenhuma.
Bibliografia:
90

1- KIM, D., SOLOMON, M.G. "Fundamentos de Segurança de Sistemas de Informação." LTC, 2014.
2- Stallings, W. Criptografia e Segurança de Redes: Princípios e Prática. 6ª Ed. Pearson Education.
3- Kurose, J.F., Ross, K.W., Redes de Computadores e a Internet, 6ª Edição, Pearson Education, 2013.

Bibliografia Complementar:
1- TANENBAUM, A. S, Wetherall, D. Redes de Computadores. Prentice Hall, 5a. Edição
2- CHESWICK, William R. Firewalls e segurança na internet: repelindo o hacker ardiloso. 2. ed. Porto
Alegre, RS: Bookman, 2005. xiv, 400 p. ISBN 8536304294
3- CAMPO, André. Sistema de segurança da informação: controlando riscos. 2. ed. Florianópolis, SC:
Visual Books, 2007. 218p. ISBN 8575022172
4- SIMON, William L. A arte de enganar: ataques de hackers : controlando o fator humano na segurança da
informação. São Paulo: Pearson Makron Books, 2003. 284 p. : ISBN 9788534615166
5- GUIMARÃES, Alexandre Guedes; LINS, Rafael Dueire; OLIVEIRA, Raimundo. Segurança com redes
privadas virtuais VPNs. Rio de Janeiro: Brasport, 2006. xiii, 210 p. : ISBN 8574522899

Disciplinas Eletivas
As disciplinas eletivas terão os tópicos das ementas definidos pelo professor ao ministrar a
disciplina, enfocando os principais temas atuais da área. A bibliografia será definida em função
do tema definido na ementa a ser adotado pelo professor responsável pela disciplina.

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