Projeto Pedagógico (versão 2007)

Arquivo
PPC SI UFAL.pdf
Documento PDF (1017.2KB)
                    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS
DE INFORMAÇÃO NA MODALIDADE A
DISTANCIA

Maceió – Alagoas

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS
DE INFORMAÇÃO NA MODALIDADE A
DISTANCIA
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistema
de Informação, modalidade a distância do Instituto de
Computação da UFAL.

Maceió - Alagoas

SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .................................................................................. 4
2. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA ............................................................................ 5
3. OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................................ 6
4. PERFIL DO EGRESSO .............................................................................................. 6
5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ........................................................................ 7
6. INDICAÇÃO DO QUANTITATIVO DE POLOS E SUAS LOCALIZAÇÕES ........ 7
7. DESCRIÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS: CORPO TÉCNICO, CORPO
DOCENTE ESPECÍFICO PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, CORPO DE
TUTORES ........................................................................................................................ 8
8. MATRIZ CURRICULAR .......................................................................................... 14
8.1 Estrutura Curricular .................................................................................................. 15
8.2 Análise Comparativa da Grade Curricular com as DCNs ........................................ 17
8.3 Análise Comparativa da Grade Curricular com o Currículo de Referências
para Cursos de Bacharelados em Sistemas de Informação da Sociedade Brasileira
de Computação ............................................................................................................... 19
8.4 Trabalho de Conclusão de Curso .............................................................................. 22
8.5 Atividades Complementares ..................................................................................... 23
8.6

Integração entre Ensino, Pesquisa e Extensão ..................................................... 23

8.7 Ementário e Bibliografia Básica das Disciplinas ..................................................... 24
9. METODOLOGIA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ......................................... 39
10. TUTORIA................................................................................................................. 40
10.1 Processo de Seleção, Formação e Acompanhamento dos Tutores ......................... 44
11. ACESSIBILIDADE ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS ............ 45
12. MATERIAL DIDÁTICO DO CURSO .................................................................... 45
12.1 Processo de Produção de Materiais Didáticos ........................................................ 47
13. ENCONTROS PRESENCIAIS E FREQUÊNCIA .................................................. 48
14. ACOMPANHAMENTO DO ALUNO .................................................................... 48
15. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ................................................................... 48
16. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ........................................................................... 50

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Nome do Curso: Curso de Sistemas de Informação, modalidade a distância
Titulo Conferido: Bacharel em Sistemas de Informação
Ato de Criação: Resolução CONSUNI No 08/2007, de 05 de março de 2007
Carga Horária: 3.580 Horas
Duração: 04 Anos
Vagas: 200
Polos de Apoio Presencial: 4 polos (Maceió, Maragogi, Olho D´água das Flores e
Santana do Ipanema)
Perfil do Egresso:
O Curso de Sistemas de Informação a modalidade à Distância visa à formação de
recursos humanos para automação dos sistemas de informação das organizações. O
egresso deverá saber utilizar eficientemente as tecnologias da informação nas
organizações. O perfil do profissional é uma associação entre o perfil do administrador,
que gosta de gestão e que tenha uma boa capacidade de abstração e o perfil de
computação, possibilitando a concepção de Sistemas de Informação para aplicá-los no
âmbito de uma organização.
Campos de Atuação:
O profissional de Sistemas de Informação poderá atuar em duas grandes áreas. A
primeira seria na prospecção de novas tecnologias da informação e no suporte e/ou
gestão da incorporação destas tecnologias às estratégias, planejamento e práticas
organizacionais. E a segunda área seria no desenvolvimento, implantação, gestão e
evolução dos sistemas de informação e da infraestrutura de tecnologia da informação no
âmbito organizacional, departamental e/ou individual segundo o alinhamento
estratégico entre negócios e tecnologia de informação, dentro de uma visão sistêmica de
melhoria contínua dos resultados organizacionais.

2. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
O Sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB foi criado pelo Ministério da
Educação, em 2005, no âmbito do Fórum das Estatais pela Educação, para a articulação
e integração de um sistema nacional de educação superior a distância, em caráter
experimental, visando sistematizar as ações, programas, projetos, atividades
pertencentes às políticas públicas voltadas para a ampliação e interiorização da oferta do
ensino superior gratuito e de qualidade no Brasil.
Os Sistemas de Informação e as Tecnologias da Informação nas organizações
representam, para a sociedade, potenciais ganhos de eficiência no uso de recursos, com
impactos na produtividade e na competitividade das empresas e do país em geral, em
um cenário nacional e internacional cada vez mais globalizado e competitivo.
O Curso Bacharelado em Sistemas de Informação vem ao encontro das
necessidades das organizações contemporâneas, que têm na tecnologia da informação
um elemento estratégico, na proporção que as soluções tecnológicas automatizam
processos organizacionais e são fontes de vantagens competitivas.
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL foi pioneira em Alagoas em
oferecimento de curso de graduação a distância. A EAD na UFAL inicia-se em 1998, no
Centro de Educação (CEDU), através das ações do Programa de Assessoria Técnica aos
Municípios Alagoanos (PROMUAL) junto aos municípios alagoanos, com o objetivo de
viabilizar uma formação em nível superior capaz de tornar real a possibilidade de
qualificar professores da rede pública, diminuindo o grave quadro de menos de 10% dos
professores terem graduação e a maioria serem leigos ou terem formação em ensino
médio.
Em 2002 a UFAL é credenciada para ofertar cursos na modalidade à distância,
pela Portaria nº 2.631 de 19 de setembro de 2002. Nesse período corre a
descentralização dos Núcleos via Polos para oferta do Curso de Pedagogia a Distância
(Mercado et al, 2004).
Como fator impulsionador da ampliação da EAD/UFAL podemos citar a
introdução de disciplinas semipresenciais nos cursos da UFAL, possibilitados pela
Portaria n. 4.059, de 10 de dezembro de 2004, que permite inovações e experimentações
no trabalho com disciplinas presenciais.
Até 2005, a EAD da UFAL estava vinculada ao CEDU através do NEAD. Nesse
ano, começam a surgir novas demandas de outras áreas, entre elas ofertas de cursos de
graduação, como Matemática, Química e Física.
O ano de 2006 é um marco na história da EAD da UFAL, pois esta deixa de ser
uma ação quase que exclusiva do NEAD/CEDU e entra na ordem do dia de várias
Unidades Acadêmicas e outras áreas, tendo em vista os editais das agências de fomento
da extinta Secretaria Especial de Educação a Distância (Seed/MEC) e do início das
discussões da constituição de uma Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Neste ano foram aprovados os projetos de polos de apoio presencial e cursos de
bacharelado, passando a funcionar desde 2007, cursos de aperfeiçoamento,
especialização, bacharelado/licenciatura e bacharelado graduação em diversas áreas,
através dos polos espelhados pelo estado.
O Instituto de Computação (IC) é a unidade responsável pelo desenvolvimento
do ensino, da extensão e da pesquisa na área de tecnologia da informação na
Universidade Federal de Alagoas. Atualmente, o IC conta hoje com 38 professores,
atuando nas áreas de informática e estatística, sendo 22 doutores.

O IC oferece, desde 1987, o curso de graduação de Bacharelado em Ciência da
Computação, criado pela resolução no 026/86 do CEPE/UFAL, e reconhecido pela
portaria no 1121/95 do MEC. Esse curso de graduação conta atualmente com cerca de
300 alunos, com ingresso anual de 60 alunos (30 no primeiro semestre e 30 no segundo
semestre). Em 2011, o IC começou também a ofertar o curso de Engenharia da
Computação, tendo atualmente cerca de 70 alunos matriculados.
Em 2004, foi criado, no contexto do Instituto de Computação, o Mestrado
Multidisciplinar em Modelagem Computacional de Conhecimento, tendo o tema
modelagem computacional em educação como uma de suas linhas de pesquisa.
O Instituto de Computação da UFAL tem uma larga experiência em Informática
na Educação. Em particular, merece destaque: a criação, em 1999, do então Núcleo de
Informática na Educação Superior (NIES), projetos ligados à Concepção e Realização
de Ambientes Virtuais de Aprendizagem a Distância, possuindo três professores com
formação Doutoral nessa área e vários trabalhos e projetos executados ou em execução,
nos últimos dez anos, financiados pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de
Alagoas, CNPq e CAPES.
Em 2007, o IC oferta a primeira turma do Curso de Graduação em Sistemas de
Informação, modalidade a distância, com 200 (duzentas) vagas distribuídos em quatro
polos de apoio presencial: Maceió, Maragogi, Santana do Ipanema e Olho D´água das
Flores. Em 2009, teve a oferta da sua segunda turma, mantendo as 200 vagas. Em 2010
teve início a sua terceira turma também ofertando 200 vagas nos quatro polos iniciais.
Para o desenvolvimento desse curso foi firmada uma parceria do Instituto de
Computação com a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade para que tanto
as dimensões teórico-metodológicas das diferentes áreas de conhecimento, quanto à
dimensão ligada à organização de um sistema de EAD sejam desenvolvidas com a
qualidade que um curso de uma universidade pública de qualidade requer.

3. OBJETIVOS DO CURSO
O objetivo do Curso de Graduação em Sistemas de Informação é o de formar
profissionais competentes aptos a atuar em gestão, desenvolvimento, pesquisa, uso e
avaliação de tecnologias de informação aplicadas nas organizações. A formação
recebida nos cursos universitários é voltada para a prática e concentração de
conhecimentos técnicos das áreas de informática e de administração. O perfil do
profissional é uma associação entre o perfil do administrador, que gosta de gestão e que
tenha uma boa capacidade de abstração e o perfil de computação, possibilitando a
concepção de Sistema de Informação para aplicá-los no âmbito de uma organização.

4. PERFIL DO EGRESSO
As organizações em geral dependem totalmente da função de Sistemas de
Informação para sua operação e possuem nas Tecnologias da Informação sua principal
ferramenta de trabalho, em todas suas áreas funcionais (produção, marketing, recursos
humanos, finanças, etc.). A área de Sistemas de Informação contribui de forma importante
em diversos domínios, incluindo empresas e governo. Essa área lida com sistemas
complexos que requerem conhecimentos técnicos e organizacionais para serem projetados,
desenvolvidos e gerenciados, que afetam tanto as operações como as estratégias das
organizações.

Levando em consideração a flexibilidade necessária para atender domínios
diversificados de aplicação, espera-se que os egressos do Curso de Bacharelado em
Sistemas de Informação:
1. Possuam sólida formação em Informática e Administração visando ao desenvolvimento e
a gestão de soluções baseadas em tecnologia da informação para os processos de negócio
das organizações de forma que elas atinjam efetivamente seus objetivos estratégicos;
2. Possam desenvolver, evoluir e administrar os sistemas de informação das organizações,
assegurando que elas tenham as informações e os sistemas de que necessitam para prover
suporte as suas operações e obter vantagem competitiva;
3. Sejam capazes de inovar, planejar e gerenciar a infraestrutura de tecnologia da
informação em organizações;
4. Possam escolher e configurar equipamentos, sistemas e programas para a solução de
problemas que envolvam a coleta, processamento e disseminação de informações;
5. Entendam o contexto no qual as soluções de sistemas de informação são desenvolvidas e
implantadas, atentando para as suas implicações organizacionais e sociais;
6. Entendam os modelos e as áreas de negócios, atuando como agentes de mudança no
contexto organizacional;
7. Possam desenvolver pensamento sistêmico que permita analisar e entender os problemas
organizacionais.

5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Espera-se que o profissional formado no Curso de Sistemas de Informação seja
capaz de, através da aprendizagem semipresencial:
 Elaborar projetos envolvendo tanto a parte de infraestrutura como a análise do
usuário final;
 Ter uma visão humanística que permita uma adequação dos sistemas desenvolvidos
às necessidades dos usuários;
 Ter uma capacidade de analisar as revoluções tecnológicas atuais e as tendências
futuras;
 Aplicar seus conhecimentos na proposta de soluções inovadoras que reflitam a
associação entre um pensamento global com uma visão adaptada a sua região;
 Aplicar o seu conhecimento a ações empreendedoras;
 Ter um trato hábil no trabalho com o usuário final ou com equipes;
 Ter uma prática correta e amparada por pressupostos éticos que regem a profissão;
 Desenvolver capacidade de autoaprendizado;
 Ter uma visão global dos principais aspectos concernentes à administração de uma
organização.

6. INDICAÇÃO DO QUANTITATIVO DE POLOS E SUAS
LOCALIZAÇÕES

POLO
MACEIÓ

MARAGOGI

LOCALIZAÇÃO
Av. Lourival de Melo Mota, Km 97,6 Br
104, S/N, Campus A. C. Simões, UFAL ,
Bloco 14, 1º Andar
Praça Maridite Acioli, S/N, Centro

COORDENADOR DO
POLO
Elielba Mendes Alves Pinto

REGIÃO

Ana Cristina Cavalcante de

Litoral Norte

Litoral

OLHO
Rua 06 de Fevereiro, s/n, Nova Brasília
D'AGUA DAS
FLORES
SANTANA
Praça Dr Adelson Isaac de Miranda. Nº:
DO IPANEMA 242, Monumento

Almeida
José Rubens Alves Pereira

Silvana Aparecida Belfort
Sparapan

Sertão

Sertão

7. DESCRIÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS: CORPO
TÉCNICO, CORPO DOCENTE ESPECÍFICO PARA A
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, CORPO DE TUTORES
Corpo Docente do Curso:
Professor

Regime
de
Trabalho

Titulação

Ailton Cruz dos Santos

Integral

Mestre

Evandro de Barros Costa

Integral

Doutor

Heitor Soares Ramos Filho

Integral

Doutor

Jaime Evaristo dos Santos

Integral

Mestre

Leonardo Viana Pereira

Integral

Doutor

Olival de Gusmão Freitas Júnior

Integral

Doutor

Patrick Henrique da Silva Brito

Integral

Doutor

Luis Paulo Leopoldo Mercado

Integral

Doutor

Nicholas Joseph Tavares da Cruz

Integral

Mestre

Rejane Cristina Sarmento de
Oliveira

Integral

Mestre

Luciana Peixoto Santa Rita

Integral

Doutor

Adrualdo de Lima Catão

Integral

Doutor

Sheyla Christine Santos Fernandes

Integral

Doutor

Milka Alves Correia Barbosa

Integral

Mestre

Ângela Lima Peres

Parcial

Mestre

Anderson de Barros Dantas
Walter Matias Lima

Integral
Integral

Doutor
Doutor

Arturo Hernández Domínguez

Integral

Doutor

Edmilson Gomes Fialho

Parcial

Especialista

Tempo de
Experiência no
Magistério
Superior (Anos)

Tempo de
Experiência
Profissional
(Anos)

28

0

23
15

0

38
06

0
0

19

0

04

0

08

05

03

07

10

04

15

18

10

05

12

0

09

14

7
10
19

19
0
0

25

5
12

0

07
Márcio de Medeiros Ribeiro

Integral

Doutor

Ranulfo Paranhos dos S. Filho

Integral

Mestre

Rodrigo Barros Paes

Integral

Doutor

Fabio Cunha de Albuquerque

Integral

Mestre

Leandro Melo de Sales

Integral

Mestre

Leide Jane de Sá Araújo

Integral

Mestre

Roberta Vilhena Vieira Lopes

Integral

Doutor

Rafael de Amorim Silva

Integral

Mestre

Alan Pedro da Silva

Integral

Doutor

Fábio Paraguaçú Duarte da Costa

Integral

Doutor

Marcus de Melo Braga

Parcial

Doutor

Breno Jacinto Duarte de Costa

Parcial

Mestre

Robério José Rogério dos Santos

Integral

Mestre

03

0

08

07

03

09

23

03

03

01

15

08

14

0

04

11

08

0

21

0

29

38

03

0

09

20

Pessoal Técnico/Administrativo do Curso:
Técnico
Marcelo de Gusmão
Simone Cavalcante de Oliveira

Função
Técnico em Telecomunicações
Técnica em Assuntos Educacionais

Titulação
Especialista
Graduada

Corpo de Tutores do Curso:
Nome

Atuação

Ana Carolina Oliveira de Souza

Tutor a Distância

Bruno Raphael Pastor de Melo

Tutor a Distância
Fabiano Santos Conrado

Tutor a Distância

Formação e
Qualificação
Graduado em
Ciência da
Computação,
Especialização
em Análise de
Testes de
Software
Graduado em
Ciência da
Computação,
Mestrado em
Modelagem
Computacional
do Conhecimento
Tecnólogo em
Análise de

Carga Horária
Dedicada a Tutoria

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

Hemilis Joyse Barbosa Rocha
Tutor a Distância

Jalves Mendonça Nicácio
Tutor a Distância

João Pedro Pontes Lima Matias

Tutor a Distância

Kleber Jose dos Santos
Tutor a Distância

Leonardo Filipe Batista Silva de
Carvalho

Tutor a Distância

Leonardo Jose Tenório Mourão
Torres
Tutor a Distância
Lucas Benevides
Amorim

Viana

de
Tutor a Distância

Marcelo de Gusmão
Tutor a Distância
Marcos Antonio Pereira da Silva
Junior
Maria Cristina Tenório Cabral
Cavalcante

Tutor a Distância
Tutor a Distância

Sistemas
Graduado em
Sistemas de
Informação
Graduado em
Ciência da
Computação,
Especialização
em Sistemas de
Informação
Graduado em
Ciência da
Computação,
Mestrado em
Modelagem
Computacional
do Conhecimento
Graduado em
Administração,
Especialização
em
Administração
Hospitalar
Graduado em
Ciência da
Computação,
Especialização
em Educação
Matemática,
Mestrado em
Modelagem
Computacional
do Conhecimento
Graduado em
Análise de
Sistemas,
Mestrado em
Modelagem
Computacional
do Conhecimento
Graduado em
Ciência da
Computação
Graduado em
Matemática e
Engenharia Civil,
Especialização
em Gestão
Universitária
Graduado em
Ciência da
Computação,
Graduado em
Sistemas de

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais
20 horas semanais

Marlos Tácio Silva

Tutor a Distância

Rafael Ferreira Leite de Mello
Tutor a Distância

Valter Wellington Ramos Junior

Tutor a Distância
Vitor Marcolino Sarmento Maia
Tutor a Distância
Wanderson
Rodrigues

Rubian

Martins
Tutor a Distância

Daniella Nara Vieira Barros
Tutor Presencial
Ennio Chrystiano dos Santos
Lyra

Tutor Presencial

Joana Vieira
Tutor Presencial

Josefa Oliveira Ramos
Tutor Presencial

Kleber
Pereira

Adriano

Bernardino

Tutor Presencial

Informação
Graduado em
Ciência da
Computação,
Mestrado em
Modelagem
Computacional
do Conhecimento
Graduado em
Ciência da
Computação,
Mestrado em
Ciência da
Computação
Graduado em
Ciência da
Computação,
Mestrado em
Modelagem
Computacional
do Conhecimento
Graduado em
Ciência da
Computação
Graduado em
Economia,
Especialização
em Gestão
Empresarial
Graduado em
Análise de
Sistemas
Graduado em
Sistemas de
Informação
Graduado em
Pedagogia,
Especialização
em Consultoria e
Assessoria
Empresarial
Graduado em
História,
Especialização
em Teoria e
Metodologia da
História
Graduado
Administração de
Recursos
Humanos,
Especialização
em Recursos
Humanos

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

Maria de Lourdes Vieira
Tutor Presencial

Renildo Silva Gomes
Tutor Presencial

Wellington Batista da Silva
Tutor Presencial

EQUIPE
MULTIDISCIPLINAR:
Técnico/Administrativo.

Graduado em
Pedagogia,
Especialização
em Consultoria e
Assessoria
Empresarial
Graduado em
Pedagogia,
Especialização
em
Psicopedagogia
Graduado em
Sistemas de
Informação,
Especialização
em Segurança de
Redes

Corpo

Docente

20 horas semanais

20 horas semanais

20 horas semanais

e

Pessoal

Perfil Acadêmico do docente responsável pela Coordenação Geral do Curso:
 Graduado em Ciência da Computação ou Sistemas de Informação;
 Mestre em Informática, Ciência da Computação ou Sistemas de Informação;
 Doutor em Informática, Ciência da Computação ou Sistemas de Informação ou áreas
afins;
 Experiência em Educação a Distância.
Especificação da equipe técnico/administrativa de apoio a gestão do curso. A equipe de
gestão de curso será composta pelos seguintes membros:
Coordenador Geral - é responsável pelo curso nas suas dimensões pedagógica e
operacional. Este Coordenador contará com órgãos de aconselhamento e
assessoramento: colegiado do curso, consultoria de educação à distância e tecnologia de
informação e coordenadorias. São, papéis, atribuições e responsabilidades do
Coordenador Geral:
(a) articular e viabilizar o trabalho da coordenação pedagógica do curso;
(b) manter contatos com as instituições envolvidas no projeto, nos diferentes níveis:
UFAL/MEC/Prefeituras e Agências Financiadoras;
(c) apresentar o Projeto junto às instituições e à comunidade, bem como nos colegiados
da Administração Superior da UFAL;
(d) elaborar, com base nas informações da coordenação pedagógica, relatórios parciais
e gerais sobre a experiência;
(e) responsabilizar-se pela divulgação do projeto; responsabilizar-se pelo processo de
indicação de pessoal para trabalhar no projeto;
(f) supervisionar o trabalho de elaboração e distribuição de material didático do curso;
(g) acompanhar o processo de avaliação do curso, em suas múltiplas dimensões;
presidir o Colegiado de Curso.

PROCESSO
DE
PARTICIPANTES

COMUNICAÇÃO

–

INTERAÇÃO

ENTRE

OS

Proposta para a criação de um espaço para a representação discente: O curso de
Bacharelado em Sistemas de Informação contará, no seu colegiado, com um espaço de
representação discente que terá direito a voz e voto. Esse espaço é previsto pelo
regimento geral da Universidade Federal de Alagoas.
Coordenador de Tutoria - é responsável pela organização e disponibilização dos
conteúdos por áreas de conhecimento. Cabe a esse coordenador:
(a) assessorar os tutores no que diz respeito ao estudo e discussão dos conteúdos dos
materiais didáticos do curso;
(b) estar à disposição dos tutores do curso em dias e horários previamente
estabelecidos, via internet;
(c) representar o Projeto frente ao colegiado do curso; coordenar o trabalho
desenvolvido em cada um dos diferentes polos regionais;
(d) responsabilizar-se pelos planos de viagem da equipe de coordenadores de polos e
professores na ocasião dos deslocamentos para os municípios polos;
(e) responsabilizar-se pela organização e planejamento pedagógico do curso;
(f) elaborar, com base nas informações dos coordenadores de polo , relatórios anuais
sobre o desenvolvimento do curso;
(g) estimular e sugerir discussões periódicas sobre aspectos pedagógicos do curso;
(h) acompanhar o trabalho de orientação e acompanhamento acadêmico desenvolvido
nos diferentes polos;
(i) coordenar e acompanhar o trabalho dos professores que atuam no curso;
(j) coordenar as reuniões semanais para discussão e encaminhamento de questões
ligadas ao curso;
(k) acompanhar o trabalho de elaboração e distribuição de material didático do curso;
(l) acompanhar o processo de avaliação do curso, em suas múltiplas dimensões;
(m) substituir o Coordenador Geral do Curso, quando necessário.
Coordenador Administrativo-Financeiro e Operacional - Responsável por todas as
operações referentes à tecnologia de ensino à distância, equipamentos e materiais de
consumo, infraestrutura operacional (videoteca, biblioteca, equipamentos de multimídia,
redes de comunicação, ambiente virtual), controles administrativos, financeiros e
operacionais.
Técnico de ambiente de aprendizagem - Responsável por todo o ambiente técnico
operacional do ensino à distância, bem como pelo assessoramento a todos os membros
da equipe que operacionaliza o curso:
(a) responsabilizar-se pela equipe de apoio na área da informática;
(b) responsabilizar-se pelo funcionamento da rede de informática;
(c) responsabilizar-se pela manutenção do ambiente de aprendizagem; responsabilizarse pelo bom funcionamento dos laboratórios de informática da sede e dos polos.
Secretário acadêmico - Responsável pela organização didático-pedagógica, bem como
por todos os registros e controles acadêmicos do curso.

8. MATRIZ CURRICULAR
O Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação tem sua integralização
proposta em 3.580 horas/aula, conforme estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases,
permitirá a diplomação dos estudantes, após o cumprimento das exigências da presente
proposta curricular, num prazo de 4 anos. Ou seja, o curso terá um total de 3.580
horas/aula, correspondendo a 37 disciplinas obrigatórias (3.420 horas/aula) e um mínimo
de 2 disciplinas eletivas (160 horas/aula).
Componentes Curriculares do Curso
Componente
Disciplinas obrigatórias
Parte Flexível (disciplinas eletivas)
Estágio Profissional
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária de Integralização Curricular

Carga Horária
3.060 horas
160 horas
240 horas
120 horas
3.580 horas

O curso de Bacharelado em Sistema de Informação está estruturado em 8 semestres,
onde o aluno trabalhará, de forma equilibrada, com disciplinas teóricas de formação
específica, de formação complementar e de formação livre.
O Parecer CNE/CES nº 8/2007 e a Resolução CNE/CES nº 2/2007, que dispõem
sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração de uma
série de cursos de bacharelado, determinam o mínimo de 3000 horas para os cursos
referidos como cursos de Computação e Informática e para os cursos de Sistemas de
Informação.
De acordo com as Diretrizes Curriculares dos Cursos da Área de Computação e
Informática, a formação específica em Sistemas de Informação pode ser dividida em
três áreas: formação básica, formação tecnológica e formação humanística. As
disciplinas da área de formação complementar devem cobrir áreas da ciência
comportamental, ciência da decisão, ciências gerenciais, ciências políticas, pesquisa
operacional, sociologia, economia, contabilidade e teoria geral dos sistemas de tal forma
que os egressos do curso possam compreender com profundidade os problemas das
funções das organizações, planejamento, controle, comunicação, tomada de decisão,
contabilidade, finanças, vendas e produção conforme o perfil do curso. Por último, a
formação livre pode contribuir tanto para a formação humanística do egresso como em
ampliar a sua formação complementar, além de permitir a obtenção de habilidades e
competências em outras áreas.
De acordo com a concepção curricular, as áreas se interconectam de forma
que, em cada área, o estudante terá contato com as diferentes abordagens curriculares,
privilegiando as diferentes formações. Cumpre também enfatizar que os seguintes
critérios ou princípios orientaram a proposta curricular do Curso:
1. articulação entre teoria e prática no qual as atividades práticas e de laboratório são
aspectos fundamentais do curso, de forma a permitir uma abordagem crítico reflexiva
dos conteúdos e saberes;
2. estruturação do currículo de forma a ressaltar a interdisciplinaridade e
3. flexibilidade, tendo em vista, tanto as características evolutivas e mutantes da
Computação e áreas afins, quanto as várias possibilidades de atuação do egresso do
Curso.

Fica facultada ao aluno a possibilidade de cursar outras disciplinas eletivas
ofertadas no decorrer do curso. Estas últimas são atividades que abrangem a experiência
prática em ambiente profissional, no interior da Universidade ou fora dela, e/ou atividades
complementares regulamentadas pelo CONSUNI/UFAL e por Resoluções do Colegiado
de Curso. As horas/aula de disciplinas eletivas cursadas e/ou as atividades flexíveis
realizadas que ultrapassarem a carga horária total serão lançadas no histórico escolar do
aluno, somando-se à sua integralização curricular.
Após a integralização dos conteúdos obrigatórios, exige-se a elaboração e defesa
de um trabalho individual (Trabalho de Conclusão de Curso) com temática relacionada
ao exercício profissional e com o apoio de um professor orientador (conforme exigência
da Portaria no 1.770 e do Parecer CNE/CES de 06/04/2005).

8.1 Estrutura Curricular
Semestre
10 Semestre

Código
SISD001

Nome da Disciplina
Educação a Distância

SISD002

Introdução à
Informação
Administração
Teorias)
Internet e Web

SISD003
SISD004
Total
20 Semestre

Total
30 Semestre

Total
40 Semestre

SISD005

Total

CH Semestral
60

Tecnologia

da

7

120

(Introdução

e

7

120

4

60
360
80

5

SISD006
SISD007
SISD008

Introdução
a
Sistema
de
Informação
Contabilidade
Matemática
Algoritmo e Estrutura de Dados I

SISD009

Algoritmo e Estrutura de Dados II

7

SISD010
SISD011
SISD012

Economia
Introdução ao Direito
Banco de Dados I

7
4
7

SISD013

Psicologia Organizacional

5

120
60
120
420
80

SISD014
SISD015

Gestão de Pessoas
Interação Homem Máquina

7
4

120
60

SISD016

Álgebra Linear e Geometria
Analítica
Processo Decisório

5

80

4
7

SISD019

Organização e Arquitetura de
Computadores
Organização, Sistemas e Métodos

60
400
120

7

120

SISD020
SISD021
SISD022

Marketing
Filosofia
Banco de Dados II

4
5
4

60
80
60
440

SISD017
Total
50 Semestre

CH Semanal
4

SISD018

7
7
7

120
120
120
440
120

60 Semestre

Total
70 Semestre

Total
80 Semestre

SISD023

Engenharia de Software

7

120

SISD024

Planejamento (Teoria e Modelos)

7

120

SISD025

Paradigmas de Linguagem

4

60

SISD026
SISD027

Sociologia
Tecnologia e Inovação

4
5

SISD028
SISD029
SISD030
SISD031
SISD032
SISD033

Sistemas Operacionais
Redes de Computadores
Teoria dos Jogos
Gerência de Projetos
Comércio Eletrônico
Estágio Profissional

5
5
4
4
5

SISD034

Gestão do Conhecimento

5

60
80
440
80
80
60
60
80
240
600
80

SISD035
SISD036

Empreendedorismo
Segurança e Auditoria de
Sistemas
Trabalho de Conclusão de Curso

4
4

60
60

7

120
320

SISD038
Total

Disciplinas Eletivas:
Código

NOME

SISD039
SISD040
SISD041

Tópicos Especiais em Internet e Web
Tópicos Especiais em Sistema de Informação
Tópicos Especiais em Responsabilidade Corporativa e
Terceiro Setor
Tópicos Especiais em Redes de Computadores
Tópicos Especiais em Gestão do Conhecimento
Tópicos Especiais em Sistemas Operacionais
Tópicos Especiais em Inteligência Artificial
Tópicos Especiais em Processamento Gráfico
Tópicos Especiais em Computação Móvel
Probabilidade e Estatística
Introdução a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais

SISD042
SISD043
SISD044
SISD045
SISD046
SISD047
SISD048
SISD049

CH
CH
SEMANAL SEMESTRAL
5
5
5

80
80
80

5
5
5
5
5
5
5
5

80
80
80
80
80
80
80
80

8.2 Análise Comparativa da Grade Curricular com as
DCNs
Conteúdos Curriculares da Formação Tecnológica e Básica para todos os Cursos de
Bacharelado e de Licenciatura

Conteúdos Sugeridos pelas DCN
Sistemas operacionais

Sistemas operacionais; Tópicos especiais
sistemas operacionais
--Engenharia de software
Interação Homem Máquina
Redes de computadores
Tópicos especiais em sistemas operacionais
e Tópicos especiais em inteligência artificial

Compiladores
Engenharia de software
Interação humano-computador
Redes de computadores
Sistemas de tempo real
Inteligência
artificial
computacional
Processamento de imagens
Computação gráfica
Banco de dados
Dependabilidade
Segurança
Multimídia
Sistemas embarcados
Processamento paralelo
Processamento distribuído
Robótica
Realidade virtual
Automação
Novos paradigmas de computação
Matemática discreta
Estruturas algébricas
Matemática do contínuo [cálculo,
álgebra linear, equações diferenciais,
geometria analítica, matemática
aplicada (séries, transformadas),
cálculo numérico]
Teoria dos grafos
Análise combinatória
Probabilidade e estatística
Pesquisa operacional e otimização
Teoria da computação
Lógica
Algoritmos e complexidade
Linguagens formais e autômatos
Abstração e estruturas de dados

Disciplina Correspondente do Curso
em

Tópicos especiais em processamento gráfico
Tópicos especiais em processamento gráfico
Banco de dados I, Banco de dados II
--Segurança e auditoria de sistemas
--Tópicos especiais em computação móvel
Tópicos especiais em sistemas operacionais
Tópicos especiais em sistemas operacionais
--Tópicos especiais em processamento gráfico
--Inovação e Tecnologia
Matemática
Álgebra e geometria analítica
Matemática

Teoria dos jogos
Matemática
Probabilidade e estatística
--Tópicos especiais em inteligência artificial
Tópicos especiais em inteligência artificial
Algoritmo e estrutura de dados I; Algoritmo e
estrutura de dados II
Tópicos especiais em inteligência artificial
Algoritmo e estrutura de dados I; Algoritmo e

estrutura de dados II
Fundamentos
de
linguagens Paradigmas de linguagem
(sintaxe, semântica e modelos)
Programação
Algoritmo e estrutura de dados I; Algoritmo e
estrutura de dados II; Paradigmas de linguagem;
Internet e Web; Tópicos especiais em Internet e
Web
Modelagem computacional
Engenharia de software; Tópicos especiais em
sistemas de informação; Tópicos especiais em
inteligência artificial
Métodos formais
Tópicos especiais em inteligência artificial
Análise, especificação, verificação e Engenharia de software
testes de sistemas
Arquitetura e organização de Arquitetura e organização de computadores
computadores
Avaliação de desempenho
Tópicos especiais em redes de computadores
Ética e legislação
Filosofia e Introdução ao Direito
Empreendedorismo
Empreendedorismo
Computação e sociedade
Filosofia; Sociologia; Psicologia Organizacional e
Introdução ao Direito
Filosofia
Filosofia
Metodologia cientifica
Trabalho de Conclusão de Curso
Meio ambiente
Tópicos especiais em responsabilidade corporativa
e terceiro setor
Fundamentos de administração
Administração (Introdução e Teorias)
Fundamentos de economia
Economia
Conteúdos Curriculares da Formação Tecnológica e Básica dos Cursos de
Bacharelado em Sistemas de Informação
Conteúdos Sugeridos pelas DCN

Disciplina Correspondente do Curso

Fundamentos de Sistemas de
Informação
Gestão
de
Sistemas
de
Informação
Gerenciamento de Dados e
Informação
Gestão do Conhecimento
Planejamento,
Auditoria,
Alinhamento
Estratégico,
Segurança e Risco
Qualidade, Gerência de Projetos e
Gestão de Processos de Negócio
de Sistemas de Informação
Gestão
de
Tecnologia
da
Informação
Infraestrutura de Tecnologia da
Informação

Introdução a Sistemas de Informação
Introdução a Sistemas de Informação e Organização,
Sistemas e Métodos
Introdução a Sistemas de Informação; Internet e
Web; Banco de Dados 1 e Banco de Dados 2
Gestão do Conhecimento
Administração (Introdução e Teorias); Planejamento
(Teoria e Modelos); Segurança e Auditoria de
Sistemas
Gerência de Projetos; Engenharia de Software;
Organização, Sistemas e Métodos
Introdução a Tecnologia da Informação e
Introdução a Sistemas de Informação
Introdução a Tecnologia da Informação; Sistemas
Operacionais; Organização e Arquitetura de
Computador e Redes de Computadores

Inovação e Novas Tecnologias
Aplicadas a Sistemas
de
Informação das Organizações
Empreendedorismo na Área de
Sistemas de Informação
Arquitetura da Informação e da
Tecnologia da Informação

Tecnologia e Inovação

Empreendedorismo

Introdução a Tecnologia da Informação;
Introdução a Sistemas de Informação e
Organização e Arquitetura de Computador
Arquitetura Empresarial
Administração (Introdução e Teorias); Introdução a
Sistemas de Informação; Teoria dos Jogos
Teoria Geral de Sistemas
Administração (Introdução e Teorias)
Pesquisa Operacional, Modelagem Engenharia de Software; Tópicos Especiais em
de Sistemas
Sistemas de Informação; Algoritmo e Estrutura de
Dados 1; Algoritmo e Estrutura de dados II e
Teoria dos Jogos
Simulação
de
Sistemas
de Internet e Web; Tópicos Especiais em Internet e
Informação
Web e Tópicos Especiais em Inteligência
Artificial
Psicologia Aplicada a Sistemas de Psicologia Organizacional
Informação
Administração e Negócios
Administração (Introdução e Teorias); Planejamento
(Teoria e Modelos); Marketing; Processo
Decisório; Gestão de Pessoas; Contabilidade;
Economia e Comércio Eletrônico

8.3 Análise Comparativa da Grade Curricular com o
Currículo de Referências para Cursos de Bacharelados
em Sistemas de Informação da Sociedade Brasileira de
Computação
Formação Básica em Ciência da Computação:
Disciplina Sugerida
Disciplina Correspondente
Nível
Abrangência
Profundidade
pela DCN
do Curso
Programação (técnicas Internet e Web; Algoritmo e
de
programação, Estrutura de Dados I; Algoritmo e
de
Dados
II;
linguagens
de Estrutura
programação, estrutura Paradigmas de Linguagem
de dados, pesquisa e
ordenação)
Computação
e Algoritmo e Estrutura de Dados I;
Algoritmo e Estrutura de Dados II
Algoritmos
(computabilidade,
linguagens
formais,
complexidade)
Arquitetura
de Organização e Arquitetura de
Computadores
Computadores

Formação Básica em Matemática:
Disciplina Sugerida
Disciplina Correspondente
Nível
Abrangência Profundidade
pela SBC
Matemática; Álgebra Linear e
Matemática
(matemática
discreta, Geometria Analítica
lógica matemática)
Matemática
(cálculo Matemática; Probabilidade e
diferencial e integral, Estatística (eletiva)
probabilidade
e
estatística)
Formação Básica em Sistemas de Informação:
Disciplina Sugerida
Disciplina Correspondente
Nível
Abrangência Profundidade
pela SBC
Sistemas de Informação Introdução a Sistema de
Administração
(Teoria
Geral
dos Informação;
Sistemas, Fundamentos (Introdução e Teorias)
de
Sistemas
de
Informação)

Formação Tecnológica:
Disciplina Sugerida
Disciplina Correspondente
Nível
Abrangência Profundidade
pela SBC
Sistemas Operacionais, Sistemas Operacionais, Redes
Redes de Computadores de Computadores; Tópicos
em
Sistemas
e Sistemas Distribuídos Especiais
Operacionais (eletiva); Tópicos
Especiais
em
Redes
de
Computadores (eletiva);
Tópicos
Especiais
em
Computação Móvel (eletiva)

Compiladores
Banco de Dados

---

Engenharia de Software
Sistemas
Multimídia,
Interface
Homem
Máquina,
Realidade
Virtual
Inteligência Artificial

Engenharia de Software
Interação Homem Máquina;

Banco de Dados I;
Banco de Dados II

Tópicos
Especiais
em
Processamento Gráfico (eletiva)

Tópicos
Especiais
em
Inteligência Artificial
Sistemas de Informação Introdução a Sistema de
Segurança
e
Aplicados (gestão da Informação;
Auditoria
de
Sistemas;
informação
e
dos
sistemas de informação, Tecnologia e Inovação; Tópicos
auditoria e segurança de Especiais em Sistemas de
Informação (eletiva)

sistemas de informação,
sistemas de apoio a
decisão, avaliação de
sistemas,
trabalho
cooperativo apoiado por
computador)
Formação Complementar:
Disciplina Sugerida
Disciplina Correspondente
Nível
Abrangência Profundidade
pela SBC
Administração (teoria Administração (Introdução e
geral de administração, Teorias); Processo Decisório e
Teoria dos Jogos
tomada de decisão)
Administração (Introdução e
Administração
(organização, sistemas e Teorias); Organização, Sistemas e
Gestão
do
métodos; gestão do Métodos;
Conhecimento;
conhecimento; funções
Planejamento
(Teoria
e
empresariais)

Contabilidade e Custos
Métodos Quantitativos
Direito e Legislação
Economia
Comportamento
Organizacional

Modelos); Marketing;
Comércio Eletrônico;
Gerência de Projetos;
Tópicos Especiais em Gestão do
Conhecimento (eletiva)
Contabilidade
--Direito
Economia
Gestão de Pessoas; Psicologia
Organizacional

Formação Humanística:
Disciplina Sugerida
Disciplina Correspondente
pela SBC
Sociologia
Sociologia
Filosofia
Filosofia
Filosofia; Tópicos Especiais em
Ética

Nível
Abrangência

Profundidade

Responsabilidade Corporativa e
Terceiro Setor

Formação Suplementar:
Disciplina Sugerida
Disciplina Correspondente
pela SBC
Trabalho de Conclusão de Curso
Trabalho de Conclusão
Estágio Profissional
Estágio
Empreendedorismo
Empreendedorismo

Nível
Abrangência

Profundidade

8.4 Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (ver Anexo I) do Curso de Bacharelado em
Sistemas de Informação a Distância tem como objetivo capacitar o discente a aplicar os
conhecimentos obtidos durante o curso de forma integrada, sob a supervisão de um
professor orientador, por meio da elaboração de um trabalho de pesquisa.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será desenvolvido com base nas
orientações da disciplina obrigatória, denominada de Trabalho de Conclusão de Curso.
Esta disciplina terá carga horária de 120 (cento e vinte) horas/aula, a ser desenvolvida
até o decorrer do último semestre do curso e deverá contemplar aspectos teóricos e
metodológicos do TCC, bem como possibilitar ao discente a elaboração do projeto a ser
apresentado ao orientador para aprovação.
O TCC será desenvolvido por meio de pesquisa individual ou em dupla, relatada
na forma de trabalho científico e terá como finalidade:
I. Possibilitar ao discente a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições para a publicação
e apresentação de trabalhos científicos;
II. Sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso;
III. Garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional,
inserida na dinâmica organizacional;
IV. Proporcionar o aprofundamento temático do discente numa área do curso de
graduação;
V. Desenvolver a capacidade crítico-reflexiva de interpretação e aplicação de
conhecimentos na formação profissional.
Para a realização do TCC são exigidas as seguintes condições:
I. Matrícula na disciplina correspondente;
II. Livre escolha do tema, matéria ou objeto de estudo, pelo discente, respeitada a
relação com os conteúdos e as atribuições profissionais do curso;
III. Orientação técnico-científica, acadêmica, metodológica e acompanhamento de
professor integrante do quadro de pessoal docente do Curso de Bacharelado em
Sistemas de Informação a Distância da Universidade Federal de Alagoas – UFAL ou
equivalente definido pelo Colegiado do Curso.
A equipe articuladora do TCC é constituída pelos seguintes membros:
I. Coordenador Geral de TCC: responsável pelo acompanhamento e administração
global do TCC;
II. Professor de TCC: professor do Curso de Sistemas de Informação e responsável pela
disciplina no semestre em questão, onde serão desenvolvidas as atividades de
estruturação do TCC de acordo com o Plano de Curso da disciplina;
III. Tutores: responsáveis por acompanhar e interagir com os discentes na disciplina;
IV. Orientador: professor responsável pela orientação ao discente, segundo afinidade
teórica e ou prática deste com o tema;
V. Co-orientador: professor (titulação mínima de especialista) interno ou externo a
Universidade Federal de Alagoas (UFAL), vinculado à área de pesquisa, responsável
pela coorientação ao discente;
VI. Discente: discentes matriculados na disciplina de TCC do curso de Sistemas de
Informação a Distância, responsável pela construção do TCC.
A avaliação do TCC compreende:
I. Acompanhamento contínuo pelo professor orientador;
II. Avaliação final pela Banca Examinadora;

III. A avaliação do TCC será documentada em ata elaborada pelo presidente da Banca,
onde devem constar as notas que cada examinador atribuiu ao discente, com as
respectivas assinaturas.

8.5 Atividades Complementares
Atividades complementares (ver Anexo II) são elementos constituintes do
currículo do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação que propiciam
conhecimento relevante para o processo ensino-aprendizagem, conforme os critérios de
interdisciplinaridade, transversalidade, autonomia e de flexibilização curricular. Estas
potencializam a relação entre ensino, pesquisa e extensão.
As atividades complementares terão a duração de 160 horas e poderão ser
realizadas a partir do primeiro período letivo e continuam durante Integralização do
curso, obedecendo às orientações específicas das Resoluções nos 1 e 2 de 2002 da
Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.
Serão consideradas atividades complementares de graduação a participação do
discente em: congressos, simpósios, seminários, conferências, palestras, fóruns, estudos
dirigidos, oficinas, disciplinas extracurriculares, projeto pesquisa, projeto e curso de
extensão universitária, trabalhos acadêmicos, monitorias, estágios profissionais,
representações discentes, curso de língua estrangeira, dentre outras possibilidades
específicas de cada área.
Deverá haver um equilíbrio entre as várias possibilidades de atividades
complementares ao longo do curso, existindo limite máximo de horas da mesma
atividade, descriminado em documento intitulado “Orientações sobre o cumprimento da
carga horária das atividades complementares”.

8.6 Integração entre Ensino, Pesquisa e Extensão
O ambiente do Instituto de Computação é completamente adequado para prover
essa visão, tendo em vista ser um ótimo exemplo de tal integração, com 3 (três) cursos
de graduação, 2 (dois) mestrados (modelagem computacional do conhecimento e
informática) bem como o reconhecimento nacional e um grande número de projetos de
pesquisa bem como de grupos de pesquisa. Faz parte das ações do Curso de
Bacharelado em Sistemas de Informação expandir relações e parcerias, em todos os
níveis, para realização conjunta de projetos de ensino, pesquisa e extensão.
Com relação à extensão, o Instituto de Computação desenvolve por meio da PróReitoria de Extensão da UFAL um Programa de Inclusão Sócio-Digital (SODIC). Este
programa consiste de um conjunto de ações concretizadas através de projetos de equipes
de docentes deste Instituto. Essas ações visam prover metodologias e estratégias para
ensino/aprendizagem em computação que sejam utilizadas e adotadas nas diversas
esferas sociais, desde jovens do ensino fundamental e médio de escolas públicas,
funcionários terceirizados da UFAL, a comunidade dos municípios polos do curso de
sistemas de informação, comunidades de bairros próximos à UFAL que carecem deste
tipo de oportunidade, reduzindo assim as assimetrias de conhecimento através da
disseminação do uso de novas tecnologias e do exercício da cidadania. O Curso de
Bacharelado em Sistemas de Informação desenvolve dentro do SODIC um Projeto de
Inclusão Digital, fornecendo capacitação em informática básica e ferramentas para
comunidade dos seus polos presenciais.

Na pesquisa, o Instituto de Computação tem atuado diretamente nas áreas de
Informática na Educação, Redes de Sensores Sem Fio, Inteligência Artificial,
Matemática Computacional e Pesquisa Operacional, tendo sido contemplado, inclusive,
com vários projetos financiados pelo CNPq e pela FINEP. Além disso, alguns de seus
doutores estão ligados ao programa CAPES-COFECUB. Também tem doutores
envolvidos em projetos nas áreas de Bioinformática e Estatística. Alguns de seus
doutores também atuam em programas de outras Universidades, inclusive ministrando
disciplinas. O IC tem vários discentes envolvidos em trabalhos de Iniciação Científica,
sendo nos últimos anos contemplados com bolsas PIBIC. A Iniciação Cientifica é um
instrumento que permite introduzir os discentes de graduação, potencialmente mais
promissores, na pesquisa cientifica. Nesta perspectiva, a iniciação científica caracterizase como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de
pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova
mentalidade no discente. Os discentes do Curso de Sistemas de Informação são
estimulados a participarem de projetos de pesquisa do Instituto de Computação. Além
disso, os projetos de pesquisa dos discentes envolvidos com pesquisa poderão ser
aproveitados como Trabalho de Conclusão de Curso.

8.7 Ementário e Bibliografia Básica das Disciplinas
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (60 horas)
Ementa: A Educação a Distância como uma modalidade de organização curricular,
com possibilidades de (res)significar paradigmas educacionais. A organização de um
sistema de Educação a Distância: A tutoria; A produção de Material Didático, O
sistema de gestão; O processo de Comunicação; O processo de Avaliação.
Bibliografia Básica:
MOORE, M.; KEARSLEY, G. Educação a distância: uma visão integrada. São Paulo:
Thomson, 2007.
ALVES, L.; NOVA, C. (org). Educação a distância: uma nova concepção de
aprendizado e interatividade. São Paulo: Futura, 2003.
BARBOSA, R. M. (org.). Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar:
BORTOLINI, Armando: SOUZA, Valdemarina (Orgs). Mediação tecnológica:
construindo e inovando. Porto Alegre: Edipucrs, 2003.
CAMPOS, Fernanda; SANTORO, Flávia; BORGES, Marcos; SANTOS, Neide.
Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
GIUSTA, Agnela S.; FRANCO, Iara M. (org). Educação a distância: uma articulação
entre teoria e a prática. Belo Horizonte: Pucminas, 2003.
GONZALEZ, Mathias. Fundamentos da tutoria em educação a distância.
Campinas: Avercamp, 2005.
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (80 HORAS)
Ementa: Organização baseada em tecnologia. Dados e gerenciamento do
conhecimento.
Redes de computadores: comunicação, colaboração. Comércio
eletrônico. Tecnologias móveis: sem fio. Adquirindo e aplicando tecnologia da
informação. Segurança em Sistema de Tecnologia da Informação.
Bibliografia Básica:
ALGELONI, M. T. (coord). Organizações do conhecimento: infra-estrutura, pessoas

e tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2002.
REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas
de Informações Empresariais. São Paulo ed. Atlas 2008.
URBAN, E. T., RAINER Jr; R. K.; POTTER, R. E. Administração de Tecnologia da
Informação: Teoria e Prática, Rio de Janeiro, Ed. Campus 2006.
Bibliografia Complementar:
CAPRON, H. L. Introdução à informática. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2004.
FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico Giulio Franco; PERES, Fernando
Eduardo. Introdução à ciência da computação. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2010. 250 p.
FRENKEL, Jacob. Informática: atuação e tendências. Rio de Janeiro: Finep,
Departamento de Informática, 1994. 176 p.
ADMINISTRAÇÃO (INTRODUÇÃO E TEORIAS) (120 HORAS)
Ementa: Introdução ao curso de Administração, seu currículo, mercado de trabalho,
conceitos de administração. O Administrador e seu papel na sociedade atual; formação
e legislação profissional. Funções gerenciais: planejamento, organização, direção,
coordenação e controle. Áreas de atuação da Administração: geral, produção e
sistemas, marketing, finanças e recursos humanos. Teoria Geral de Administração:
evolução da teoria geral da administração: escola clássica, escola de relações humanas,
escola comportamentalista, teoria de sistemas. Orientação e tecnologia de intervenção:
desenvolvimento organizacional e administração por objetivos.
Bibliografia Básica:
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à Administração. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2004.
ARAÚJO. Luis César G. de. Teoria Geral da Administração: aplicação e resultados
nas empresas brasileiras. São Paulo: Atlas, 2004.
HALL, Richard H. Organizações: estrutura, processos e resultados. 8. ed. São Paulo :
Prentice Hall, 2004.
Bibliografia Complementar:
BATEMAN, Thomas S; SNELL, Scott. Administração: construindo vantagem
competitiva. São Paulo: Atlas, 1998. 539 p.
CHIAVENATO, Idalberto. Administracao nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2005. 610 p.
DRUCKER, Peter Ferdinand. A nova era da administração. 4. ed. : Pioneira, 1992.
170p.
INTERNET E WEB (60 HORAS)
Ementa: Histórico de Internet e Web. Arquitetura básica de um Ambiente Web. Noções de
HTML e XML.
Bibliografia Básica:
COMER, D. E. Interligação em Redes com TCP/IP, Vol. 1, 5 Ed. Campus, 2006.
KUROSE, J.; Ross, K. Redes de Computadores e a Internet: Uma abordagem topdown, 3 edn, Addison-Wesley, 2006.
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores, 4a ed., Campus, 2003.
Bibliografia Complementar:
NICÁCIO, Jalves Mendonça. Técnicas de acessibilidade: criando uma web para
todos. Maceió: EDUFAL, 2008. 98 p.
DEITEL, Paul J; DEITEL, Harvey M., |d 1945. Internet & world wide web: how to

program. 4th ed. New Jersey: Pearson Prentice Hall, 2008. 1373 p.
BREMMER, Lynn M; LASI, Anthony F; SERVATI, Al. A Biblia da Internet. São
Paulo: Makron Books, 1998.466p.
INTRODUÇÃO À SISTEMA DE INFORMAÇÃO (120 HORAS)
Ementa: Conceitos básicos de sistema de informação: dado, informação e
conhecimento. Arquitetura básica de sistema e informação. Infraestrutura de tecnologia
da informação. Sistema de apoio a tomada de decisão. Sistema de informações
gerenciais. Sistemas de informações geográficas. Da informação para o conhecimento:
gerenciamento do conhecimento.
Bibliografia Básica:
LAUDON, K.C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informações Gerenciais, Sétima Ed.,
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
FURLAN, J. D. et al; Sistemas de Informação Executiva. Makron Books, 1994.
O’BRIEN, J. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet.
São Paulo: Saraiva, 2001.
Bibliografia Complementar:
BISPO, C. A . F.; Uma Análise da Nova Geração de Sistemas de Apoio à Decisão.
Dissertação de Mestrado, Engenharia de Produção, USP-São Carlos, 1998.
CASSARRO, Antonio Carlos. Sistema de Informação para Tomada de Decisões.
Terceira Edição, Pioneira, 1999.
REZENDE, D.A .; ABREU, A .F. Tecnologia da Informação aplicada a sistemas de
informação empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de
informação nas empresas. São Paulo: Atlas, 2000.
CONTABILIDADE (120 HORAS)
Ementa: Elementos de Contabilidade: definições. Aplicação. Exigências legais e
finalidades de Contabilidade. Organização das unidades econômicas. Patrimônio.
Gestão. Controle e crédito. Sistema de Custo. Introdução à teoria geral de custos.
Classificação dos custos. Métodos básicos de apuração e registro de custos. Custos com
materiais, custos com o trabalho humano, custos com tributos, custos com
comercialização. Principais métodos de custeio. Métodos básicos de cálculo de custo.
Principais critérios decisórios na área de custos.
Bibliografia Básica:
Contabilidade Introdutória. Equipe de professores da FEA/USP. Ed. Atlas, 2010.
MARION, J. C. Contabilidade Básica. Editora Atlas. 4ª ed., São Paulo: Atlas, 1996.
MARTINS, E. Contabilidade de Custos. Editora Atlas.
Bibliografia Complementar:
NAGATSUKA, Divane Alves da Silva; TELES, Egberto Lucena. Manual de
Contabilidade Introdutória. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. São Paulo: Atlas, 1997.
MATEMÁTICA (120 HORAS)
Ementa: Números reais, módulos e intervalos. Funções e gráficos. Seqüências.
Limites. Continuidade. Derivadas e diferenciais. Cálculos de derivadas. Derivada de
função composta e de função inversa. Derivadas sucessivas. Aplicações de derivadas.
Teorema da média. Fórmula de Taylor. Regras de Lospital. Máximos e mínimos.
Integral indefinida e definida. Teorema fundamental do cálculo integral. Técnicas de
integração. Aplicações da integral definida. Cálculo de áreas, volume e comprimentos
de curvas. Integrais impróprias. Limite e continuidade das funções de duas e três

variáveis. Derivadas parciais. Aplicações das derivadas parciais. Noções de integral
dupla. Transformações lineares. Matrizes: operações, inversão. Sistemas de equações
lineares. Problemas clássicos da Geometria Analítica a duas dimensões. Noções de
Geometria Analítica a três dimensões.
Bibliografia Básica:
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: Um Curso Moderno e suas aplicações. Rio de
Janeiro: LTC S/A, 2002.
BOULOS, Paulo, Cálculo diferencial e Integral + Pré-cálculo, vol. I, São Paulo:
Makron Books, 2000.
SIMON; Carl; BLUME, Lawrence. Matemática para economistas. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
Bibliografia Complementar:
STEWART, James. Cálculo. 5.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. v.1.
THOMAS, George B. et al. Cálculo. 10.ed. São Paulo: Addison Wesley, 2002.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo, SP: Harbra,
1994.
ALGORITMO E ESTRUTURA DE DADOS I (120 HORAS)
Ementa: História do Computador. Os Computadores e a Resolução de Problemas.
Estruturas de Decisão. Vetores e Conjuntos. Cadeia de Caracteres. Subalgoritmos.
Recursividade.
Bibliografia Básica:
FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação: a
Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados. 3a ed. São Paulo: Makron Books,
2005. 232 p.
PILGRIM, M. Mergulhando no Python. Rio de Janeiro: Alta Books, 2004
VILARIM, G. Algoritmos: programação para iniciantes. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2004. 288 p.
Bibliografia Complementar:
FARRER, Harry; BECKER, Christiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves et al.
Algoritmos Estruturados. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
LEISERSON, Charles E.; STEIN, Clifford; RIVEST, Ronald l.; CORMEN, Thomas H.
Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
BOAVENTURA, Paulo Oswaldo N. Grafos: Teoria, Modelos, Algoritmos. 4 ed.
Edgard
Blucher, 2006.
ALGORITMO E ESTRUTURA DE DADOS II (120 HORAS)
Ementa: Estruturas de Dados: Listas. Filas. Pilhas. Árvores. Conjuntos. Grafos.
Algoritmos para manipulação das estruturas de dados estudadas.
Bibliografia Básica:
FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação: a
Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados. 3a ed. São Paulo: Makron Books,
2005. 232 p.
J.L. SZWARCFITER e L. MARKENZON. Estruturas de Dados e Seus Algoritmos.
2ª ed., LTC Editora, 1997.
PILGRIM, M. Mergulhando no Python. Rio de Janeiro: Alta Books, 2004.
Bibliografia Complementar:
FARRER, Harry; BECKER, Christiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves et al.
Algoritmos Estruturados. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

LEISERSON, Charles E.; STEIN, Clifford; RIVEST, Ronald l.; CORMEN, Thomas H.
Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
BOAVENTURA, Paulo Oswaldo N. Grafos: Teoria, Modelos, Algoritmos. 4 ed.
Edgard
Blucher, 2006.
ECONOMIA (120 HORAS)
Ementa: Introdução a Economia Conceitos fundamentais de economia. Valor.
Mensuração da atividade econômica. Repartição da renda. Introdução a teoria
monetária. Noções de Comércio Internacional. Funções do setor público. Evolução do
Pensamento Econômico.
Bibliografia Básica:
VASCONCELOS, Marco Antonio S. Economia: Micro e Macro. São Paulo. Editora
Atlas, 2a. Ed., 2001.
MANKIW, N. Gregory. Introdução a Economia. Rio de Janeiro. Campus, 2000.
SOUZA, N. de. J. Introdução à economia. São Paulo: Atlas, 1996.
Bibliografia Complementar:
GASTALDI, J. Petrelli. Elementos de Economia Política. 18.ed. São Paulo: Saraiva,
2005.
SINGER, Paul. Globalização do Desenvolvimento Brasileiro: diagnósticos e
alternativas. São Paulo: Contexto, 1999.
SOUZA, N. de. J. Introdução à economia. São Paulo: Atlas, 1996.
INTRODUÇÃO AO DIREITO (60 HORAS)
Ementa: Gênese e evolução histórica do Direito. Direito administrativo. Sujeito
direito. Pessoas jurídicas administrativas. Objeto do Direito. Atos e fatos jurídicos.
Atos administrativos. Serviço Público. Autarquias. Sociedades de economia mista.
Empresas públicas. Fundações. Função pública. Funcionário público. Estatuto público.
Crimes contra a administração pública. Noções de Direito Digital.
Bibliografia Básica:
ARAUJO, Edmir Netto de. Curso de direito administrativo. 2ª Ed. 2006.
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito administrativo. Celso Bastos Editor, 2006.
CUNHA JÚNIOR, Dirley da. Curso de direito administrativo. 5ª Edição, 2006.
Bibliografia Complementar:
PALAIA, Nelson. Noções essenciais de direito. São Paulo: Saraiva, 2003.
PAESANI, Liliana Minardi. Direito e Internet: liberdade de informação
privacidade e responsabilidade civil. São Paulo: Atlas, 2003.
PECK, Patrícia. Direito digital. São Paulo: Saraiva, 2002.
BANCO DE DADOS I (80 HORAS)
Ementa: SGBD: histórico e características. Modelo Relacional: conceitos, restrições
de integridade, dependência funcional, formas normais. Álgebra relacional. SQL:
linguagem de definição, linguagem de manipulação, visões. Modelagem conceitual.
Conceitos: transação, concorrência, recuperação, segurança, integridade e distribuição.
Bibliografia Básica:
ELMASRI, Ramez E., NAVATHE, Shamkant. Sistema de Banco de Dados:
Fundamentos e Aplicações, 4a. edição, Addison Wesley, Brasil, 2005.
SILBERSCHATZ , Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Sistema de
Banco de Dados. 5a. edição. Ed. Campus, Brasil, 2006.

DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, 8a. Ed., Ed. Campus,
Brasil, 2004.
Bibliografia Complementar:
HEUSER, Carlos. A. Projeto de Banco de Dados. 4 ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato,
2001. (Série livros didáticos, n.4).
NAVATHE, Shamkant B.; ELMASRI, Ramez E. Sistemas de Banco de Dados. 4 ed.
São Paulo: Addison-Wesley, 2005.
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL (90 HORAS)
Ementa: Personalidade. Percepção. Frustração. Conflito psicológico. Aprendizagem.
dinâmica de grupos. Mudanças organizacionais. Comunicação. Autoridade e poder.
Teoria da motivação humana. Tomada de decisões. Chefia e liderança. Seleção,
adaptação e readaptação de pessoal. Problemas sócio-psicológicos da organização de
escalas.
Bibliografia Básica:
BERGAMINI, Cecília W. Psicologia aplicada à administração de empresas:
psicologia do comportamento organizacional. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2008.
BANOV, Márcia Regina. Psicologia no gerenciamento de pessoas. São Paulo: Atlas,
2008.
DUBRIN, Andrew J. Fundamentos do comportamento organizacional. São Paulo:
Thomson, 2006.
Bibliografia Complementar:
AGUIAR, M. A. F. Psicologia aplicada à administração. São Paulo: Exelus, 1992.
BOWBITCH, J. L.; BUONO, A. F. Elementos do comportamento organizacional.
São Paulo: Pioneira, 1994.
HERSEY, P. & BLANCHARD, K. H. Psicologia para administradores. A teoria e
as técnicas de liderança situacional. São Paulo: EPU, 1986.
GESTÃO DE PESSOAS (120 HORAS)
Ementa: Administração de RH dentro da evolução da teoria administrativa. Breve
análise dos principais enfoques no Brasil. Problemas básicos de RH. Organização e
análise do trabalho. Mudanças na organização do trabalho. Estrutura do Departamento
de Recursos Humanos na Empresa. Funções operativas: Procura, desenvolvimento e
remuneração. Integração e manutenção. Administração de RH e a estratégia da
Empresa. Tendências da administração de Recursos Humanos. Relações de trabalho na
sociedade brasileira. Formas de participação dos trabalhadores na empresa. O conflito
nas relações do trabalho. O sistema sindical brasileiro: as funções do sindicato,
estrutura do sindicalismo, evolução histórica. Negociação coletiva: conceituação,
níveis de negociação. A área de relações trabalhistas na empresa: papel e atribuições. A
greve: legislação, como prevenir, plano de contingência.
Bibliografia Básica:
FLEURY, Maria Tereza (coord.). As pessoas na organização. 4a ed., São Paulo:
Editora Gente, 2002.
ARAÚJO, Luís Cesar G. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional.
São Paulo: Atlas, 2006.
BOHLANDER, George; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur. Administração de
recursos humanos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
Bibliografia Complementar:
LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. Práticas de recursos humanos – PRH:
conceitos, fundamentos e procedimentos. São Paulo: Atlas, 2007.

DAVIS, Keith; NEWSTROM, John W. Comportamento humano no trabalho. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002, v. 1.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2007.
INTERAÇÃO HOMEM MÁQUINA (60 HORAS)
Ementa: Concepção de Interfaces. Entendendo o usuário e o contexto. Introdução à
usabilidade. Conduzindo visitas a sites. Fazendo a transição da análise para a
concepção; metáforas, cenários e hierarquias.
Bibliografia Básica:
ROCHA, Heloisa Vieira da. Design e Avaliação de Interfaces HumanoComputador. Campinas, SP. NIED/UNICAMP, 2003
PREECE, J.; ROGERS, Y.; SHARP, H. Design de interação: Além da interação
homem-computador. 1a. Edição. Porto Alegre: Bookman, 2005.
SHARP, H.; ROGERS, Y.; PREECE, J. Interaction design: beyond human-computer
interaction, 2nd edition. John Wiley & Sons, 2007.
Bibliografia Complementar:
MORAES, Anamaria de. Design e avaliação de interface. Rio de Janeiro: Rio Books,
2006.
NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na Web: projetando websites com
qualidade. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
OLIVEIRA NETTO, Alvim. IHC: modelagem e gerência de interfaces com o usuário.
Florianópolis: Visual Books, 2004.
ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (80 HORAS)
Ementa: Álgebra de vetores. A reta no espaço. Plano. Cônicas e quádricas. Sistemas
de equações lineares. Espaços vetoriais. Transformações lineares.
Bibliografia Básica:
SANTOS, J. E.; PERDIGÃO, E. Introdução à Álgebra Abstrata, Editora UFAL,
2005.
RORRES, C.; ANTON, H. A. Álgebra Linear com Aplicações. Bookman
Companhia, 2009.
BOLDRINI. Álgebra Linear. Harbra, 2009.
Bibliografia Complementar:
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Algebra Linear com aplicações. 8. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2001.
LAY, David C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 2. ed, Rio de Janeiro: LTC, 1999.
WINTERLE, Paulo; STEINBRUCH, A. Álgebra Linear. 2 ed. São Paulo: Makron
Books, 1997.
PROCESSO DECISÓRIO (60 HORAS)
Ementa: A tomada de decisões: macrovisão do processo decisório. Quem deve tomar
as decisões. A função decisão no contexto da Administração. Métodos e processos de
decisão. A decisão participativa e a prática no contexto das organizações.
Administração como um processo de tomada de decisões empresarial. Análise –
estratégica - alocação e mobilização dos recursos, especificações e desempenho. O
processo de tomada de decisão. O que os gerentes fazem para melhorar suas decisões.
A utilização e disseminação de metodologia de resolução de problemas para a tomada
de decisão.
Bibliografia Básica:
BATEMAN, T. S.; SNELL, S. A. Administração: Novo Cenário Contemporâneo.

São Paulo, Atlas, 2006.
MORITZ; G. O. PEREIRA; M. F. Processo Decisório. Florianópolis, SEAD/UFSC,
2006.
REZENDE, D. A. Planejamento de Sistemas de Informação e Informática. São
Paulo. Ed. Atlas 2003.
Bibliografia Complementar:
REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da Informação
Aplicada a Sistemas de Informações Empresariais. São Paulo ed. Atlas 2008.
URBAN, Efraim T., RAINER Jr, R. Kelly & POTTER, Richard E. Administração de
Tecnologia da Informação: Teoria & Prática, Rio de Janeiro, Ed. Capus 2006.
BRETAS, Maria J. Iara de & FONSECA, João G. Marques. Aspectos Conceituais da
Decisão. Faces da Decisão. São Paulo: Makron Books, 2007.
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES (120 HORAS)
Ementa: Representação de dados: sistemas de numeração. Aritmética de máquina.
Álgebra Booleana. Circuitos combinacionais. Circuitos sequenciais. Arquitetura básica
de um processador: Memória, E/S, Interrupções, Barramento e UCP.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5a. edição
Tradução: Arlete S. Marques; revisão técnica: Wagner Zucchi.. São Paulo, Pearson
Prentice Hall, 2007.
HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. Arquitetura de Computadores: Uma
Abordagem Quantitativa. 4a. edição, Tradução: Daniel Vieira; revisão técnica: Raul
Sidnei Wazlawick. Rio de Janeiro, Elsevier, 2008.
Bibliografia Complementar:
STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores, Pearson, 8ª Edição,
2010.
WEBER, R. F. Fundamentos de Arquitetura de Computadores . 3a Edição. Sagra
Luzzatto. 2004.
MONTEIRO, M. Introdução à Organização de Computadores, LTC Editora, 1995.
ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS (80 HORAS)
Ementa: Metodologias, técnicas e ferramentas para o diagnóstico de modelos
organizacionais e para a proposição de Planos de Melhorias, como suporte estrutural às
estratégias de negócios de empresas e instituições. Integração dos processos de O&M e
a área de sistema de informação.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, L. C. G. Organização, Sistemas e Métodos - E as Tecnologias de Gestão
Organizacional - Vol. 1 - 2ª. São Paulo: Ed. Atlas, 2006.
ARAUJO, L. C. G. Organizações, Sistema e Métodos. São Paulo: Atlas, 2006.
BALLESTERO-ALVAREZ, M. E. Manual de Organização Sistemas & Métodos. 3ª
Ed. São Paulo: Atlas, 2006.
Bibliografia Complementar:
DAFT, Richard L. Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.
WAGNER III, John A. HOLLENBECK, John R. Comportamento organizacional:
criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, 2003.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização e Métodos. Ed. Atlas, 2002.

MARKETING (60 HORAS)
Ementa: O conceito de marketing. Os conceitos centrais em Marketing. Marketing
como filosofia empresarial. Gerência de marketing. O ambiente e os sistemas de
marketing e as outras áreas funcionais. Demanda: mensuração, estados, efeitos dos
esforços de marketing. Os mercados e o comportamento dos compradores. Composto
de marketing. Decisões de produto, de preço, de distribuição e de comunicação.
Sistema de informações em marketing (SIM). Estratégia de marketing: conceito,
formulação e componentes.
Bibliografia Básica:
BATESON, J.; HOFFMAN, D. Marketing de Serviços. 4ª ed. Porto Alegre,
Bookman, 2001.
COBRA, M. Serviços: Como Construir Valor para o Cliente. 1ª ed. São Paulo, Cobra
Editora, 1992.
CHIAVENATO, I. Administração nos Novos Tempos. 2ª ed. Rio de Janeiro,
Campus, 1999.
Bibliografia Complementar:
DRUCHER, P. F. A Administração na Próxima Sociedade. São Paulo, Nobel, 2002.
HOFFNAN, K. D. Princípios de Marketing de Serviços: Conceitos, Estratégias e
Casos. São Paulo, Pioneira Thomson Learning, 2003.
ZEITHAML, V. A. e M. J. Bitner. Marketing de Serviços: A Empresa com Foco no
Cliente. 2ª ed. Porto Alegre, Bookman, 2003.
FILOSOFIA (60 HORAS)
Ementa: Análise do fenômeno das modernas organizações sob o ponto de vista da
Filosofia. A linguagem como fundamentadora da característica social do ser pensante.
A natureza da raça humana e da sociedade e a dinâmica de sua evolução. Os requisitos
lógicos e antropológicos da linguagem. A validação das asserções ou o problema da
verdade. As dimensões da linguagem e a dinâmica das modernas organizações.
Discussão dos múltiplos usos da Ética: na profissão, nas organizações e na sociedade.
O inter-relacionamento entre Filosofia e Ética.
Bibliografia Básica:
ARANHA, M. L. de A., MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. São
Paulo: Moderna, 1987.
ASHLEY, PATRICIA, Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. São Paulo:
Saraiva, 2006.
BIGNOTTO, Newton. Ética. Ed. Companhia das Letras.
Bibliografia Complementar:
BUZZI, Arcângelo R. Filosofia para iniciantes: a existência humana no mundo. 16 ed.
Petrópollis, RJ: Vozes, 2007.
VAN LENTE, Ryan. Filósofos em ação. Vol 1 e 2. São Paulo: Gal Editora, 2008.
FOLSCHEID, D. & WUNENBURGER, J.J. Metodologia filosófica. São Paulo:
Martins Fontes, 1997.
BANCO DE DADOS II (60 HORAS)
Ementa: Arquiteturas de Banco de Dados distribuídos. Projeto de Banco de Dados
distribuídos, controle semântico de dados, processamento de consultas distribuídas,
gerência de transações distribuídas, controle de concorrência. Introdução a Data
Warehouse.
Bibliografia Básica:
ELMASRI, Ramez E., NAVATHE, Shamkant. Sistema de Banco de Dados:

Fundamentos e Aplicações, 4a. edição, Addison Wesley, Brasil, 2005.
SILBERSCHATZ , Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Sistema de
Banco de Dados. 5a. edição. Ed. Campus, Brasil, 2006.
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, 8a. Ed., Ed. Campus,
Brasil, 2004.
Bibliografia Complementar:
HEUSER, Carlos. A. Projeto de Banco de Dados. 4 ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato,
2001. (Série livros didáticos, n.4).
NAVATHE, Shamkant B.; ELMASRI, Ramez E. Sistemas de Banco de Dados. 4 ed.
São Paulo: Addison-Wesley, 2005.
ENGENHARIA DE SOFTWARE (120 HORAS)
Ementa: Conceitos básicos. Ciclo de vida de desenvolvimento de software.
Metodologias: métodos, técnicas e ferramentas para análise e projeto de software.
Gestão da Informação no ambiente organizacional. Planejamento de Sistema de
Informação: conceitos, modelos e metodologias (Modelagem de Empresas, Cenários,
Análise de Negócio e Especificação de Requisitos essenciais) Qualidade na área de
Software. Padrões de Concepção de Programas.
Bibliografia Básica:
PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 6.Ed. Mcgraw-Hill, Brasil, 2006.
SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 8. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
Pearson Addison Wesley, 2007.
PFLEEGER, S. Engenharia de Software: Teoria e Prática 2a edição Pearson/Prentice-Hall, 2004.
Bibliografia Complementar:
SZYPERSKI, C. Component Software: Beyond Object-Oriented Programming, 2a
edição, AddisonWesley. 2002.
D’SOUZA, D. F.; WILLS, A. Objects, Components and Frameworks with UML:
the catalysis approach. Addison-Wesley, 785 p. 1999.
FAYAD, M. E.; SCHMIDT, D. C.; JOHNSON, R. E. Building Application
Frameworks. John Wiley & Sons., 1999.
PLANEJAMENTO (TEORIA E MODELOS) (120 HORAS)
Ementa: Identificação e descrição sobre os conteúdos comuns às diversas áreas de
concentração dentro de uma visão globalística, empreendedora, humanística,
participativa e inovadora da organização. Identificação das relações entre o
planejamento global e os projetos econômicos e alternativos ou compensatórios para os
problemas sociais e ecológicos. As relações existentes entre as áreas funcionais e entre
os diversos tipos de recursos utilizados pelas organizações, entre a organização e o
ambiente-tarefa (clientes externos e fornecedores), entre a organização e a comunidade
em geral.
Bibliografia Básica:
PORTER, Michel E. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e da
concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 1991.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico: conceitos,
metodologias e praticas. – 18. Ed – São Paulo: Atlas 2002.
PEREIRA, Mauricio Fernandes. Planejamento (teorias e modelos). Universidade
Federal de Santa Catarina / Sistema UAB, 2008.
Bibliografia Complementar:
THOMPSON,Arthur A. Planejamento Estratégico: elaboração, implementação e

execução. Ed. Pioneira, São Paulo, 2000.
BATEMAN, Thomas S. Administração: construindo vantagens competitivas. São
Paulo: Atlas, 1998.
STONER, James A. F e FREEMAN, R. Edward. Administração. Editora LTC, Rio de
janeiro 1999.
HOSKISSON, Robert E. e outros. Estratégia Competitiva. Editora Cengage, São
Paulo 2010.
PARADIGMAS DE LINGUAGEM (80 HORAS)
Ementa: Conceitos e avaliação de linguagens de programação. Paradigmas de
programação imperativo, funcional e lógico: características e aplicações. Visão geral
das principais linguagens representativas de cada paradigma. Conceitos básicos de
compiladores.
Bibliografia Básica:
SEBESTA, Robert W. Conceitos de linguagens de programação. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2002. 624p.
GHEZZI, Carlo; JAZAYERI, Mehdi. Conceitos de linguagens de programação. Rio
de Janeiro: Campus, 1987. 306p.
TAKAHASHI, T.; LIESEMBERG, H. K. Programação Orientada a Objetos.
Bibliografia Complementar:
PRICE, Ana Maria A., TOSCANI, Simão S. Implementação de Linguagens de
Programação: Compiladores. 3a. ed. Bookman, Porto Alegre, 2008.
VAREJÃO. Flávio M. Linguagens de Programação - Conceitos e Técnicas. Ed.
Campus. 2004.
MELO, A. C., SILVA, F. S. C. Princípios de Linguagem de Programação. São
Paulo:Edgard Blücher LTDA, 2003.
SOCIOLOGIA (90 HORAS )
Ementa: Os processos sociais e suas formas estruturadas mais frequentes e
significativas, por ocasião do fato administrativo, ou seja, na empresa. Ênfase no tipo
burocrático, que é a forma organizacional exigida para a utilização do atual nível
científico e técnico.
Bibliografia Básica:
CHAMPION, D. J. A Sociologia das organizações. Rio de Janeiro: Saraiva, 1979.
COHEN, B. J. Sociologia geral. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas, 1981.
DELORENZO N. A. Sociologia aplicada à administração: sociologia das
organizações. São Paulo: Atlas, 1986.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, Carlos Benedito. Que é sociologia. 38. ed. São Paulo: Brasiliense, 2001.
CHARON, Joel M. Sociologia . São Paulo: Saraiva, 2002.
DIAS, Reinaldo. Introdução à Sociologia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
TECNOLOGIA E INOVAÇÃO (60 HORAS)
Ementa: Processo de mudança tecnológica e analise dos efeitos da inovação
tecnológica. Gestão da pesquisa tecnológica para o desenvolvimento. Transferência e
absorções de tecnologias. Políticas e incentivos à inovação tecnológica.
Bibliografia Básica:
Instituto Empreender Endeavor. Como Fazer uma Empresa Dar Certo Num País
Incerto,
2005.

Andreassi, Tales; Campanário, Milton de Abreu; Stal, Eval; Sbragia, Roberto.
Inovação - Como Vencer esse Desafio Empresarial, 2006
Fapesp, Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação em São Paulo em 2004. São
Paulo, Fapesp, 2005, Vol. 1, Cap 8
Bibliografia Complementar:
DRUCKER,P.F. Inovação e Espírito Empreendedor: Práticas e Princípios. São
Paulo: Pioneira, 1998.
MANAS, A. V. Gestão de tecnologia e inovação 4. ed., São Paulo : Erica, 2003.
CHESBROUGH, H. W. Open innovation. Boston: Harvard Business School Press,
2003.
SISTEMAS OPERACIONAIS (80 HORAS)
Ementa: Serviços de sistemas operacionais. Gerência de entrada e saída. Gerência do
processador. Gerência de memória. Programação concorrente. Gerência de Arquivos.
Estudo de sistemas existentes: Windows NT, Linux, Unix, etc.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. PRENTICE HALL
BRASIL, 2010.
MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Sistemas
Operacionais. LTC 2007.
SILBERSCHATZ, Abraham et. al., Fundamentos de Sistemas Operacionais. LTC,
2010.
Bibliografia Complementar:
DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.; CHOFFNES, David R. Sistemas
Operacionais. 3. ed., Pearson Prentice Hall, 2005.
TANENBAUM, A. S., WOODHULL. Sistemas Operacionais: projeto e
implementação. 2a. ed.. Porto Alegre : Bookman, 2000.
REDES DE COMPUTADORES (80 HORAS)
Ementa: Modelo de referência OSI/ISO. Arquitetura Internet. Nível Físico:
Classificação e características (ruídos, distorções) de meios físicos relevantes.
Topologias de redes. Nível de Enlace: Noções gerais de controle de erros e fluxo;
Protocolos de acesso a diferentes meios. Nível de Rede: Endereçamento; Roteamento;
Classificação de algoritmos de roteamento; Noções básicas de algoritmos e protocolos
de roteamento mais utilizados. Nível de Transporte: tipos de serviços oferecidos e
mecanismos básicos. Integração de serviços: noções de qualidade de serviço;
mecanismos de suporte. Redes ATM.
Bibliografia Básica:
KUROSE, James F. e ROSS, Kaith W. Redes de Computadores e a Internet. 5ª
Edição. Pearson, 2009.
TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 3a Edição. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
KUROSE, James F. Redes de computadores e a internet: uma nova abordagem. 3a
Edição. São Paulo: Addison Wesley, 2006.
Bibliografia Complementar:
COMER, Douglas E. Interligação de Redes com TCP/IP. 5 ed. Editora Campus,
2006.
STALLINGS, Willian. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados. 9 ed. Campus,
2005.
DAVIE, Bruce; Peterson, Larry. Redes de Computadores: Uma Abordagem de

Sistemas. 3.ed. Editora Campus, 2004.
TEORIA DOS JOGOS (60 HORAS)
Ementa: Natureza e limites da teoria dos jogos. Definição de um jogo. Jogos em
administração. Os limites da teoria dos jogos: a questão da racionalidade. Breve
histórico da teoria dos jogos. A Modelagem de um jogo. Representando um jogo
simultâneo: a forma normal ou estratégica. Representando um jogo sequencial: a forma
estendida. Comparando forma normal e forma estendida. Analisando um jogo
simultâneo de informação completa: eliminação iterativa de estratégias estritamente
dominadas e equilíbrio de Nash. Alguns jogos importantes: A batalha dos sexos; o
dilema dos prisioneiros; o jogo do “galinha”. Estratégias mistas. Algumas aplicações
importantes do conceito de equilíbrio de Nash: Jogos de barganha. Modelos de
liderança de quantidade e de preços. Analisando jogos repetidos: o paradoxo do dilema
dos prisioneiros em jogos repetidos finitos. Equilíbrio perfeito em subjogos em jogos
repetidos finitos. O teorema popular e as múltiplas possibilidades de cooperação. Jogos
de informação incompleta.
Bibliografia Básica:
BERNI, D. A. Teoria dos Jogos: Jogos de Estratégia. 2004.
FIANI, R. Teoria dos jogos. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
MARINHO, R. Prática na teoria: aplicações da teoria dos jogos. São Paulo: Saraiva,
2005.
Bibliografia Complementar:
Peter Morris Introduction to Game Theory – Springer Verlag, 1994.
Martin J. Osborne e Ariel Rubinstein A Course in Game Theory - MIT Press, 1994.
Michael Mesterton-Gibbons An Introduction to Game-Theoretic Modelling. Second
ed. AMS, 2001.
GERÊNCIA DE PROJETOS (60 HORAS)
Ementa: Administração por projeto. Função. Planejamento de projetos. Negociação.
Recursos. Cronogramas. Plano de projeto. Estimativas. Acompanhamento de projetos.
Controle de projetos em Informática.
Bibliografia Básica:
GIDO, J.; CLEMENTS, J. P. Gestão de Projetos, Tradução da Terceira Edição Norte
Americana, 3 Ed., THOMSON, 2007.
Newton, R. O Gestor de projetos. 2º Edição. Editora Pearson, 2010.
DUFFY, M. Gestão de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
Bibliografia Complementar:
SOARES e TIBO, ANTONIO JOSE e MÁRCIO. PMBOK – Project Management
Body of Knowledge. Traduzido. Belo Horizonte: PMIMG, 2000.
VARGAS, RICARDO V. Gerenciamento de Projetos. 5 Ed. São Paulo : Brasport.
MARTINS, JOSÉ CARLOS CORDEIRO. Gestão de Projetos de Desenvolvimento
de Software (PMI – UML). Rio de Janeiro : Brasport, 2002.
COMÉRCIO ELETRÔNICO (60 HORAS)
Ementa: Comércio real e virtual. Sistemas e Máquina para o comércio eletrônico.
Arquitetura de Redes para o Comércio Eletrônico. Tecnologia da Informação para o
Comércio Eletrônico. Pagamento e Segurança no Comércio Eletrônico.
Bibliografia Básica:
ALBERTIN, A. L. Comércio Eletrônico: Modelo, Aspectos e Contribuições de Sua
Aplicação. São Paulo: Atlas, 2010.

DEITEL, H. M. e-Business e e-Commerce para Administradores. São Paulo:
Pearson Education, 2004.
ELSENPETER, R. C. Iniciando em e-Business: Guia prático. São Paulo:Makron
Books, 2004.
Bibliografia Complementar:
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando ideias em
negócios. 2ª edição revista e atualizada. São Paulo: Campus, 2005.
DORNER, Philippe-Pierre. Logística e Operações Globais: texto e casos. São Paulo:
Atlas, 2000.
TURBAN, Efraim; KING, David. Comércio Eletrônico: Estratégia e Gestão. São
Paulo: Pearson, 2004.
GESTÃO DO CONHECIMENTO (80 HORAS)
Ementa: Conceitos básicos de Gestão do Conhecimento. A Sociedade do
Conhecimento. A Economia do Conhecimento. As Organizações do Conhecimento.
Métodos e Técnicas de Gestão do Conhecimento: Brainstorming; Assistência pelos
pares; Comunidades de Prática; Revisão da ação vivida; Narrativas; Auditoria do
Conhecimento; Entrevistas de Desligamento; Lições Aprendidas; Melhores Práticas;
Mapeamento do Conhecimento; Páginas Amarelas; Análise de Redes Sociais; Gestão
do Conhecimento: Pessoas, Processos e Tecnologia. Engenharia do Conhecimento.
Bibliografia Básica:
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Gestão do Conhecimento. Rio de Janeiro: Bookman,
2009.
SVEIBY, Karl Erik. A Nova Riqueza das Organizações. Editora Campus, 1998.
DAVENPORT, T. H., PRUSAK, L. Conhecimento empresarial. Rio de Janeiro:
Campus, 1998.
Bibliografia Complementar:
ANGELONI, M. T. (coord). Organizações do Conhecimento: infra-estrutura, pessoas
e tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2002.
BERGERON, B. Essentials of Knowledge Management. John Wiley & Sons, 2003.
TERRA, J.C.C. Gestão do Conhecimento: o grande desafio empresarial. Rio de
Janeiro: Negócio, 2000.
EMPREENDEDORISMO (60 HORAS)
Ementa: Atividade empreendedora. Identificação de oportunidades de negócio.
Determinação de custos de empreendimentos. Viabilidade financeira. Projeto de
empreendimento. Formação de preços. Controle de fluxo de caixa de
empreendimentos.
Bibliografia Básica:
DOLABELA, F. O Segredo de Luísa. 30. Ed. Rev. e atual. São Paulo: Editora
Cultura, 2006.
DORNELA, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando idéias em negócios. 2. Ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
FIALHO, F. A. P. et al. Empreendedorismo na Era do Conhecimento.
Florianópolis: Visual Books, 2006.
Bibliografia Complementar:
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão - Fundamentos,
Estratégias e Dinâmicas. São Paulo: Atlas. 2003.
DRUCKER,P.F. Inovação e Espírito Empreendedor: Práticas e Princípios. São
Paulo: Pioneira, 1998.

MATOS, F. G. Negociação – Modelo de estratégia. Rio de Janeiro: Reichmann &
Affonso, 2003.
SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS (60 HORAS)
Ementa: Conceitos de auditoria. Auditoria de sistemas e a área de sistema de
informação. Controles em SI gerenciais e de aplicações. Coleta de dados: testes,
técnicas, entrevistas e questionários. Avaliação de integridade e segurança de dados, de
efetividade e de eficiência. Softwares de auditoria. Gerência da função de auditoria e
segurança em SI.
Bibliografia Básica:
STAMP, Mark. Information Security: Principles and Practices, 2006.
ANDERSON, R. Security Engineering: A Guide to Building Dependable Systems,
2008.
STUTTARD, D.; PINTO, M. The Web Application Hacker's Handbook:
Discovering and Exploiting Security Flaws, 2008.
Bibliografia Complementar:
Dias, Cláudia Augusto. Segurança e Auditoria da Tecnologia da Informação.
Axccel Books, 2000.
NBR ISO/IEC 17799, Tecnologia da Informação – Código de prática para a gestão
da segurança da informação, editora ABNT, 2002.
ALBUQUERQUE, R.; RIBEIRO B. Segurança no Desenvolvimento de Software,
editora campus, 2002, 1ª edição.
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA (80 HORAS)
Ementa: Fundamentos de análise combinatória. Conceito de probabilidade e seus
teoremas fundamentais. Variáveis aleatórias. Distribuições de probabilidade. Conceito
e objetivos da estatística. Estatística descritiva. Noções de amostragem. Distribuições
amostrais: discreta e contínua. Inferência estatística: teoria da estimação e testes de
hipóteses. Regressão linear simples. Correlação. Análise de variância.
Bibliografia Básica:
FREUND, J. E.; SIMON, G. A. Estatística Aplicada: economia, administração e
contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2009.
KAZMIER, L. J. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo:
McGraw- Hill, 2009.
LAPPONI, J. C. Estatística usando excel. São Paulo: Editora Campus, 2005.
Bibliografia Complementar:
FONSECA, J.S. da. & MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas,
1995.
MARTINS, G. de A., DONAIRE, D. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1995.
OLIVEIRA, F. E. M. de. Estatística e probabilidade: exercícios resolvidos e
Propostos. São Paulo: Atlas, 1995.
ESTÁGIO PROFISSIONAL (300 HORAS)
Ementa: Desenvolvimento de estágio profissional em uma organização, contando com
supervisão de um membro da organização e um professor orientador.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (120 HORAS)
Ementa: Elaboração de uma Monografia sobre um tema, com a orientação de um
professor. Apresentação perante banca examinadora.

COMPUTAÇÃO MÓVEL (80 HORAS)
Tema relevante na área de Computação Móvel.
INTRODUÇÃO A LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (80 HORAS)
Noções básicas de LIBRAS.
TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMA DE INFORMAÇÃO (80 HORAS)
Tema relevante na área de Sistema de informação.
TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERNET E WEB (80 HORAS)
Tema relevante na área de Internet e WEB.
TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES (80 HORAS)
Tema relevante na área de Redes de Computadores.
TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DO CONHECIMENTO (80 HORAS)
Tema relevante na área de Gestão do Conhecimento.
TÓPICOS ESPECIAIS EM RESPONSABILIDADE CORPORATIVA
TERCEIRO SETOR (80 HORAS)
Tema relevante na área de responsabilidade corporativa e terceiro setor.

E

TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMA OPERACIONAIS (80 HORAS)
Tema relevante na área de Sistemas Operacionais.
TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (80 HORAS)
Tema relevante na área de Inteligência Artificial.
TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO GRÁFICO (80 HORAS)
Tema relevante na área de Computação Gráfica e Processamento de Imagem.

9. METODOLOGIA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
O curso será organizado em módulos, na modalidade a distância, com momentos
presenciais no início e término de cada módulo, com avaliação presencial. Cada módulo
será planejado pela equipe docente do curso, articulando o programa de ensino em cada
eixo curricular e entre estes. Serão eleitos temas integradores e atividades conjuntas
(seminários, visitas, oficinas, trabalhos acadêmicos) com o objetivo de atingir essa
articulação com contextualização mais ampla possível em cada unidade e em cada
módulo.
Cada disciplina será desenvolvida através do ambiente virtual Moodle, onde
semanalmente será disponibilizado ao aluno um material de leitura referente ao assunto
programado para semana, bem como links e sugestões de pesquisa para o
aprimoramento do conhecimento. Além disso, o aluno deverá participar das atividades
semanais propostas pelo professor na plataforma virtual, tais como: questionários,
fóruns (de dúvidas e autoavaliação), chats, etc. As atividades serão acompanhadas e
monitoradas por tutores qualificados.

10. TUTORIA
O curso terá um sistema tutorial que é uma organização institucional envolvendo
professores, tutores e orientadores acadêmicos, procedimentos administrativos,
tecnológicos e educacionais que no conjunto objetivam particularmente o atendimento
às necessidades de ensino-aprendizagem do aluno na modalidade de EAD, tendo como
referência a disponibilização de informações e recursos didático-pedagógicos que
possibilitem os estudos de forma autônoma com qualidade e promovam a interação
humana fundamental para o processo de aprendizagem.
A tutoria é compreendida como um dos elementos do processo educativo que
possibilita a (res)significação da educação a distância, principalmente em termos de
possibilitar, em razão de suas características, o rompimento da noção de tempo/espaço
da escola tradicional: tempo como objeto, exterior ao homem, não experiencial.
Na educação à distância, a interlocução aluno/orientador é exclusiva. Professor
ou tutor, paradoxalmente ao sentido atribuído ao termo “distância”, devem estar
permanentemente em contato com o aluno, através da manutenção de um processo
dialógico, em que o entorno, o percurso, expectativas, realizações, dúvidas,
dificuldades, etc., sejam elementos dinamizadores desse processo.
Por esta razão, essa dimensão da orientação impõe uma relação em que o
número de alunos por orientador permita um acompanhamento muito próximo. No
curso, esta relação será de 1 orientador para cada 25 alunos.
A tutoria será organizada em cada polo, que funciona como Centro de Apoio,
contará com 1 coordenador de polo e uma equipe de tutores numa relação de 25 alunos
por tutor.
O coordenador de polo será o responsável pela supervisão, nos Polos das
operações referentes à tecnologia de ensino à distância, equipamentos e materiais de
consumo, infraestrutura operacional (videoteca, biblioteca, equipamentos de multimídia,
redes de comunicação, ambiente virtual), controles administrativos, financeiros e
operacionais. O Coordenador de Polo, assessora, também, tecnicamente a equipe de
tutores e presta atendimento aos alunos da região abrangida pelo polo.
Os coordenadores de polo serão escolhidos através de processo seletivo, que terá
como critérios para o candidato à função o seguinte: graduação ou pós-graduação em
áreas da educação; disponibilidade para deslocamento para os municípios que
participam do projeto; dedicação compatível a uma jornada de 40 horas, com
disponibilidade de, quando necessário, trabalhar em finais de semana; residir na região
polo. Após a seleção, os candidatos devem participar do processo de formação em
curso sobre EAD, a participação de grupos de estudos sobre o material didático do curso
e questões relativas ao processo de orientação.
Juntamente com os coordenadores de polo, cada equipe de tutores se
responsabilizará pelo processo de acompanhamento da vida acadêmica dos alunos, em
todos os níveis. Os meios utilizados na tutoria envolvem a comunicação para
acompanhamento e orientação no processo de ensino-aprendizagem será on-line e/ou
presencial e acontecerá por meio de plantões previamente definidos ou a qualquer
momento, usando os mecanismos existentes no ambiente virtual de aprendizagem.
Para garantir o processo de interlocução permanente e dinâmico, a tutoria
utilizará não só a rede comunicacional, viabilizada pela internet, mas também outros
meios de comunicação. Dentre esses outros meios estão: telefone, fax, correio e rádio,
que permitirão que todos os alunos, independentemente de suas condições de acesso ao

centro tecnológico do município sede, possam contar com o serviço de orientação e de
informações relativas ao curso.
É dada ao aluno a opção também de realizar a orientação de forma presencial.
Os tutores estarão disponíveis no centro de apoio do município sede da região polo.
Será realizada na forma de comunicações aluno-professor, aluno-tutor e aluno-aluno,
empregando contatos Internet, telefone, fax e correspondência.
Os recursos da Internet serão empregados com vistas a disseminar informações
sobre o curso, abrigar funções de apoio ao estudo, além de proporcionar acesso ao
correio eletrônico, fóruns e chat. Serão também realizados trabalhos cooperativos entre
os alunos.
O Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle a ser utilizado envolverá toda a
comunicação e divulgação dos materiais do curso. A videoconferência poderá também
ser utilizada como ferramenta para a interlocução professor-aluno-tutor. Por meio do
Sistema de Acompanhamento cada estudante receberá retorno individualizado sobre o
seu desempenho, bem como orientações e trocas de informações complementares
relativas a conteúdos abordados, de exercícios desenvolvidos, e principalmente dos que
tenham sido respondidos de forma incorreta, propiciando-se novas elaborações e
encaminhamentos de reavaliações.
Através da tutoria é possível garantir o processo de interlocução necessário a
qualquer projeto educativo. Assim, o aluno é acompanhado pela Internet pelo tutor
presencialmente na unidade. O tutor realiza a mediação do processo de ensino e
aprendizagem entre aluno, docente e coordenação. É ele que com as orientações do
professor especialista, que ministra as aulas, realiza as atividades de avaliação das
atividades constantes do portfólio do aluno, além de disponibilizar aos alunos
orientações sobre conteúdo das disciplinas e das atividades. O tutor presencial
acompanha o desenvolvimento das teleaulas e aulas atividades, encaminhando as
dúvidas dos alunos aos docentes, tutores eletrônicos e também são responsáveis por
atividades como pratica e estagio. Os alunos recebem informações sobre quem é seu
tutor eletrônico e seu e-mail no inicio do curso.
O sistema tutorial tem como agentes principais os professores autores das
disciplinas, orientadores acadêmicos e os professores tutores. Esses profissionais
deverão apresentar o seguinte perfil e atribuições.
Professores Autores:
O professor autor de materiais didáticos tem mestrado ou doutorado na área em
que terá a autoria do material didático; possui conhecimento expressivo na área
referente ao conteúdo das disciplinas sob sua responsabilidade autoral; tem experiência
docente e domínio na utilização das TIC; conhece as técnicas de elaboração de materiais
para a EAD, integrando a equipe interdisciplinar que irá elaborar os materiais didáticos,
preferencialmente deverá ocupar, também, a função de professor formador de sua
disciplina. O professor autor tem como atribuições: redação dos conteúdos disciplinares
na área de seu conhecimento profissional e/ou formação acadêmica; participar de
reuniões para avaliação dos cursos em que seja professor autor; revisar os materiais
didáticos sob sua responsabilidade, após avaliação do coordenador, tutor e alunos;
acompanhar o desenvolvimento dos cursos, zelando pelo cumprimento de seus
objetivos; participar do processo de seleção e capacitação dos tutores; organizar, em
conjunto com o professor coordenador, o processo de avaliação da aprendizagem;
acompanhar as atividades desenvolvidas pelos tutores; participar da organização e
veiculação das videoconferências e fóruns de debate. O professor autor poderá também,
atuar como professor tutor das disciplinas para as quais lhe foi delegada a competência

de redigir os materiais didáticos ou de disciplinas que são afins com sua área de
formação.
Orientadores Acadêmicos:
Os Orientadores Acadêmicos são alunos da pós-graduação ou professores
especialistas de áreas afins das regiões que compõem os polos envolvidos no projeto.
São responsáveis pelo acompanhamento do desenvolvimento da disciplina/módulo, nas
atividades de apoio tecnológico, pedagógico, administrativo e logístico, têm, no
mínimo, especialização na área do curso e domínio das TIC. As atribuições do
orientador acadêmico são:
 apoiar os professores tutores em atividades de conferência de relatórios;
 encaminhar questões às áreas correspondentes (técnica, pedagógica, pesquisa e
atendimento);
 observar o bom funcionamento dos recursos utilizados; monitorar o acesso dos
alunos ao ambiente virtual de aprendizagem;
 acompanhar o desenvolvimento do cronograma de trabalho – entrega de trabalhos;
participar da capacitação sobre o uso ambiente virtual de aprendizagem;
 conhecer e participar das discussões (com professor e tutor) relativas à confecção e
uso do material didático;
 detectar os principais problemas dos alunos, diagnosticando suas causas e
procurando saná-los com o apoio do Colegiado do Curso;
 auxiliar o aluno a superar dificuldades orientando-o individualmente e/ou
coletivamente;
 estimular o aluno a manter seu ritmo de aprendizagem;
 reforçar o trabalho do aluno, dando-lhe uma visão global do estudado, situando o
aprendido no conjunto das disciplinas;
 indicar ao aluno que não teve o desempenho mínimo na avaliação, as atividades
que deverá realizar para passar ao módulo seguinte;
 motivar o aluno, auxiliando-o a compreender as relações do estudo com seus
interesses particulares e profissionais; colocar à disposição do aluno material de
consulta bibliográfica, materiais audiovisuais e outros;
 participar do processo de avaliação do curso;
 facilitar aos alunos a integração e uso dos distintos recursos postos à sua
disposição;
 fomentar o uso da biblioteca, laboratórios e mediateca do polo de EAD;
 incentivar e orientar os alunos a consultar bibliografia complementar aos textos
didáticos sugeridos;
 participar da organização e da aplicação das atividades de avaliação de desempenho
que serão realizadas presencialmente no polos;
 contatar os tutores quando necessitarem de orientações de ordem pedagógica ou
administrativo-acadêmica;
 manter contato com o Colegiado do Curso informando sobre o desenvolvimento
dos alunos, as dificuldades encontradas, a pertinência e adequação dos materiais
instrucionais, das atividades de aprendizagem e do sistema de comunicação;
 ajudar a organizar e manter em ordem os registros acadêmicos, o patrimônio e a
biblioteca do polo;
 participar do processo de avaliação de desempenho dos alunos;
 avaliar, com base nas dificuldades dos alunos, os materiais didáticos utilizados no
curso;
 participar do processo de avaliação do curso.

Professores Tutores:
Os tutores têm especialização na área do curso, experiência docente,
conhecimentos na área referente aos conteúdos das disciplinas sob sua responsabilidade
tutorial, disponibilidade de horários para o atendimento aos alunos e domínio na
utilização das TIC. O professor tutor tem como atribuições:
 dar atendimento personalizado e de forma efetiva aos alunos;
 motivar os alunos no que tange ao processo ensino-aprendizagem;
 assessorar os alunos no desenvolvimento das atividades propostas nos materiais
didáticos;
 assessorar os alunos no desenvolvimento das atividades pedagógicas por intermédio
do ambiente virtual de aprendizagem; administrar o processo de avaliação durante o
desenvolvimento das disciplinas sob sua responsabilidade;
 orientar e avaliar os trabalhos de conclusão de curso afins a sua disciplina;
 orientar e supervisionar as atividades teóricas e práticas da prática de ensino
compatíveis com sua formação profissional e acadêmica;
 participar dos encontros presenciais com os alunos;
 participar das reuniões de avaliação do curso;
 participar da capacitação dos alunos no uso do ambiente virtual de aprendizagem;
corrigir as atividades de avaliação e dar um feedback aos alunos;
 participar de videoconferências, de fóruns virtuais e chats, na tutoria virtual
especificamente;
 exercer ou já ter exercido a atividade docente e tem conhecimentos básicos sobre o
processo de ensino e aprendizagem na modalidade a distância;
 possuir habilidades comunicativas para, de forma eficiente, interagir com o aluno e
o grupo a distância; ter conhecimento e destreza ao utilizar as TIC;
 demonstrar maturidade intelectual e emocional que lhe permite lidar com situaçõesproblema, bem como perceber e tratar adequadamente diferenças, sejam elas
pessoais ou culturais;
 ser capaz de articular-se rapidamente com o grupo com o qual está temporariamente
trabalhando, demais tutores, professores e coordenadores do curso.
Será exigida do tutor a responsabilidade de gerir o processo de ensino e
aprendizagem dos seus alunos na modalidade a distância. Cada tutor irá atender até no
máximo 25 alunos por turma, comprometendo-se a acompanhar diariamente o
desempenho dos alunos no ambiente virtual de ensino e aprendizagem. Caberá ao tutor
oferecer assistência metodológica e pedagógica com relação aos conteúdos abordados
no âmbito da disciplina, motivar diariamente a participação dos alunos, esclarecer suas
dúvidas e resolver problemas de ordem pedagógica que porventura surjam no decorrer
da disciplina que estiverem tutorando. São responsáveis pela avaliação do processo de
aprendizagem dos alunos.
Os tutores atuam junto ao professor autor, como mediadores e orientadores das
atividades, acompanhando o desenvolvimento de cada aluno e turma, especialmente
através dos recursos e instrumentos oferecidos pelo ambiente virtual de aprendizagem,
bem como por outras formas de comunicação.

10.1 Processo de Seleção, Formação e Acompanhamento
dos Tutores
O processo de seleção de tutores é uma das etapas necessárias para que o curso
venha funcionar e requer um conjunto de ações e parcerias entre o curso e a
Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (CIED) da UFAL, bem como
entre os Núcleos Internos da CIED e eventualmente entre órgãos externos a CIED.
A primeira etapa para se processar a seleção de tutores inicia-se com o
levantamento da demanda de tutores necessária para atender a quantidade de vagas
ofertadas. Este levantamento pode ser feito pelo Coordenador de Tutoria do Curso
juntamente com o Núcleo de Tutoria.
Após identificar o quantitativo de tutores é necessário elaborar o edital que
conduzirá todo o processo seletivo. Para o edital é de responsabilidade do Coordenador
de Tutoria encaminhar ao Núcleo de Tutoria informações referente ao perfil do tutor,
que consiste em indicar a formação mínima exigida.
Para o exercício da tutoria nos cursos vinculados a CIED é necessário que o
candidato atenda aos critérios da CAPES, conforme Ofício Circular 20/2011
DED/CAPES de 15 de dezembro de 2011 e Ofício Circular 21/2011 DED/CAPES de 16
de dezembro de 2011, os quais orientam que o tutor deve:
a) ser portador de diploma de curso de Graduação e Pós-Graduação, devidamente
registrado, que configure a formação na área da disciplina ou do curso em que pleiteia a
atuação e;
b) apresentar documentação comprobatória (declaração, por exemplo) de vínculo com o
setor público, ou seja, ser servidor público concursado de qualquer esfera administrativa
(federal, estadual ou municipal) ou ser aluno de programa de pós-graduação de
Instituição de Ensino Superior pública, reconhecido pela CAPES.
Outros critérios podem ser incluídos de acordo com as especificidades de cada
curso.
Para efeitos administrativos a atividade de tutoria é dividida em duas
modalidades: tutor a distância e o tutor presencial. O tutor a distância mantém o
acompanhamento ao aluno via Internet e através de outros meios de comunicação,
enquanto o tutor presencial tem uma carga horária de trabalho presencial no polo de
apoio presencial.
No que concerne a vaga destinada a tutoria presencial orienta-se que o candidato
preferencialmente resida no município sede ou proximidades do polo para o qual está
concorrendo, uma vez que a UFAL está desobrigada a ofertar qualquer ajuda de custo,
diárias, passagem, seguro de vida ou quaisquer outros mecanismos e/ou instrumentos
semelhantes referente à atuação da tutoria presencial nos polos de apoio presencial.
Durante a elaboração do edital será discutido também qual(ais) o(s) tipo(s) de
instrumento(s) de seleção que será(ão) contemplado(s) (por exemplo: prova objetiva,
prova de redação, entrevista, análise curricular entre outros) no certame, bem como
também será definido quem se responsabilizará por cada etapa do processo seletivo.
Após a conclusão do edital, publicação e seleção dos tutores os candidatos são
encaminhados para um curso básico de Habilitação em Tutoria, o qual é ofertado pela
CIED/UFAL.
A etapa da formação é conduzida pelo Núcleo de Formação da CIED em
parceria com o Núcleo de Tutoria é uma etapa de grande importância, pois busca
oferecer aos futuros tutores um espaço de reflexão sobre o cenário da Educação a
Distância e as atividades da tutoria, bem como oportunizar formação junto ao Ambiente

Virtual de Aprendizagem e demais recursos administrados em função das
especificidades do curso.
Neste sentido, após o resultado final são convocados para o curso de Habilitação
em Tutoria os candidatos aprovados segundo os critérios previstos no edital de seleção.
Logo, os participantes do curso de Habilitação em Tutoria se aprovados na formação
recebem um Certificado de Habilitação em Tutoria.
O candidato reprovado no curso de formação tem a possibilidade de participar
de uma nova oferta do curso apenas uma vez.
A participação no curso é obrigatória, tendo em vista que o candidato em
qualquer tempo que for convocado para atuar como tutor deverá obrigatoriamente
apresentar o Certificado de Habilitação em Tutoria no ato da assinatura do Termo de
Compromisso junto a CAPES.
Os demais candidatos aprovados, seguindo a ordem de classificação, poderão em
qualquer tempo serem convocados para o Curso de Habilitação de acordo com as
necessidades dos cursos.

11. ACESSIBILIDADE ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES
ESPECIAIS
Para o atendimento do decreto no 5.296, de 2 de dezembro de 2004, serão
selecionados 10% dos tutores especializados em Linguagem Libras, Braile e de
Ledores.

12. MATERIAL DIDÁTICO DO CURSO
As mídias utilizadas no curso serão o material impresso e digital, como mídia
principal, além do computador, como mídia auxiliar para que os alunos tenham a
possibilidade de interagir com os colegas, tutor, professor, membros da equipe
pedagógica e instituição, através da Internet. Para acesso a este recurso, o aluno terá a
disposição nos polos, de computadores conectados a Internet através do Ambiente
Virtual de Aprendizagem. E, ainda, como complemento, nos encontros presenciais ou
em atividades extracurriculares, poderá ser utilizado o vídeo, para empréstimo
domiciliar ou utilização em sala de aula.
O aluno terá a disposição, no Ambiente Virtual de Aprendizagem, fórum e chat.
Neste ambiente o professor poderá disponibilizar propostas para discussão entre os
alunos, com a presença virtual ou não do professor ou dos tutores. Na página virtual do
curso, o professor de cada módulo também poderá disponibilizar materiais
complementares para acesso aos alunos, tais como links para acesso à página na Internet
ou outros materiais. O material didático que os alunos irão receber e utilizar compõemse de:
Guia do aluno: traz os direitos e deveres dos alunos, vantagens e compromissos e
esclarecendo os passos da vida acadêmica do aluno. Inclui orientações quanto a:
coordenação do curso, secretaria acadêmica, biblioteca, avaliação da aprendizagem,
direitos e deveres do corpo discente.
Guia do curso: contêm informações específicas do curso, tais como objetivos, estrutura
organizacional do curso, sistema de avaliação e frequência, grade curricular, recursos e

materiais didáticos, orientações do que é e como estudar à distância, sistemática
operacional, interatividade, comunicação, tutoria e acompanhamento.
Módulos: material em que o aluno vai buscar o conteúdo para a aprendizagem. Nele
encontra-se o conteúdo, as atividades reflexivas, de fixação e de avaliação, textos dos
professores, leituras complementares e obrigatórias, materiais complementares
(indicações para sites na Internet, músicas, livros, artigos, filmes). Gráficos, fotos,
tabelas, ilustrações e uma diagramação adequada enriquecem o projeto, contribuindo
para uma maior compreensão do conteúdo. Esses materiais serão disponibilizados em
mídia impressa, através de módulos e guias de estudos e digital (CD-ROM e on-line) no
Ambiente virtual de ensino e de aprendizagem.
Livros: Os livros indicados pelos autores dos módulos, como leitura obrigatória e
complementar, estarão à disposição dos alunos na biblioteca dos polos. Em cada polo
existe uma biblioteca para atendimento aos alunos. Em sua constituição será
considerada a bibliografia relativa a cada módulo do curso. Para cada uma delas, serão
eleitas quatro obras consideradas as mais importantes para a construção e
aprofundamento do conhecimento da área de estudo.
Vídeos e CD-ROM: Na biblioteca de cada polo existe uma midiateca composta por
vídeos e CD-ROMs indicados pela equipe pedagógica do curso.
Ambientes de Aprendizagem: para possibilitar a comunicação contínua entre alunos,
professor e tutores do curso será utilizada a plataforma Moodle criada pelo MEC e
indicada como plataforma de apoio para cursos de EAD. Esta plataforma tem como
objetivo o desenvolvimento de um ambiente multimídia para educação presencial,
semipresencial e a distância, baseado na Internet. Esta ferramenta permite fornecer
mecanismos de comunicação assíncrono, oportunizando assim que o educando trabalhe
dentro de seu próprio ritmo de aprendizagem e em seu tempo disponível, além da
comunicação síncrona, que lhe exige uma participação efetiva no grupo de trabalho para
uma avaliação do seu progresso pelo educador; disponibilizar mecanismos ao educador
para avaliar e acompanhar o progresso da aprendizagem dos alunos; criar alternativas
individuais, quando necessário, na construção do conhecimento do educando; superar o
ambiente de sala de aula tradicional, apresentando a informação de uma forma mais
interativa, propiciando ao educando participar mais ativamente da elaboração e
construção do conhecimento, tanto individual como em grupo.
Os fóruns de discussão serão organizados e mediados pelos professores e tutores
tendo em vista a troca de ideias e o aprofundamento de conteúdos que estão sendo
estudados pelos alunos ou das atividades que estão sendo por eles desenvolvidas. Os
alunos que tiverem acesso à Internet a partir de suas residências ou municípios poderão
acessar o fórum, a partir do laboratório de informática do polo a que está vinculado.
Nos momentos a distância, o aluno realizará estudos individuais sobre os
assuntos específicos e as atividades pedagógicas previstas para cada módulo. Nesses
momentos, ele poderá contar com os tutores e orientadores acadêmicos através de
plantões pedagógicos a distância e presenciais. Em horários disponibilizados pelos
tutores e orientadores acadêmicos, os alunos poderão realizar consultas por meio de
telefone. Para aqueles que dispuserem de um computador conectado à Internet, o
atendimento também será efetuado pela Internet. Além disso, poderão participar de uma
sala de bate-papo para se comunicarem com os colegas quando o desejarem.

12.1 Processo de Produção de Materiais Didáticos
As orientações sobre o processo de produção de materiais didáticos segue as
diretrizes especificadas pela Coordenadoria Institucional de Educação a Distância
(CIED) da UFAL.
O Curso de Sistemas de Informação segue o processo de produção de material
didático da CIED. O núcleo de produção de material didático da CIED disponibiliza um
modelo para o preenchimento, tendo como objetivo atender às exigências dos
Referenciais de Qualidade de Materiais Didáticos, sugeridos pelo Ministério da
Educação.
Fluxo de produção alinhado à necessidade de produção em larga escala,
considerando uma produção colaborativa do material didático da UFAL
Acesso a máscara para produção do
material didático impresso e online

Armazenagem das informações no
Banco de Dados e geração do
material didático impresso e online
Preview

O setor de Material Didático recebe
e-mail com a máscara preenchida

Encaminhamento do conteúdo para
revisão da forma linguística

Envio das sugestões propostas pela
equipe para validação do Professor
e discussão entre os pares
(revisão do conteúdo)

Equipe de Produção do Material
didático analisa o Material didático
e propõe as melhorias necessárias
seguindo os critérios definidos nos
Referenciais de Qualidade para
Educação Superior a Distância
(BRASIL, 2007)

Revisão final do material didático
pelo professor; validação do
material pelos pares; assinatura do
termo de autoria;

Setor realiza os ajustes finais do
material didático; finaliza o arquivo
para ser enviado à impressão Offset
e ao Ambinete virtual de
aprendizagem

Publicação, impressão e upload do
Material didático para o SiSUAB

Fonte: SANTOS e PINTO, 2012.

Segue a relação dos recursos humanos envolvidos com a produção de materiais
didáticos do Curso de Sistemas de Informação.
Pessoal envolvido com a Produção de Materiais:
Nome
Anamelea Campos Pinto
Cleber Nauber dos Santos
Raphael Pereira

Função

Titulação

Coord. do Núcleo de Produção Gráfica
Doutora em Educação
da CIED
Apoio Técnico
Mestre em Educação
Graduado em Design Gráfico e
Design Gráfico da CIED
Esp. em Marketing Estratégico

13. ENCONTROS PRESENCIAIS E FREQUÊNCIA
Os encontros presenciais são momentos em que alunos e tutores se reúnem para
a socialização do conhecimento, integração, explicações de novos conteúdos, trabalhos
em grupo e avaliações individuais e/ou em grupo. Os encontros presenciais serão
realizados no polo de atendimento ao curso. Cada módulo contará no mínimo com dois
encontros presenciais, com um intervalo médio de 30 dias entre eles. A presença dos
alunos nos encontros presenciais é obrigatória em 75% do total de horas.
Os alunos participarão de atividades programadas de acordo com os objetivos do
curso: plantões pedagógicos, aulas práticas, videoconferências, trabalhos de campo,
fóruns de discussão e avaliações da aprendizagem.
Nos plantões pedagógicos presenciais, os tutores e orientadores acadêmicos
disponibilizarão horários semanais para atendimento personalizado (tutoria
individualizada) ou em pequenos grupos (tutoria grupal) aos alunos. Os horários serão
estabelecidos em função das necessidades destes e de suas disponibilidades de tempo de
estudo. Estas serão identificadas, através de questionário individual, no momento em
que os alunos fizerem a matrícula no curso e repassadas aos orientadores acadêmicos
para organização dos plantões pedagógicos. Durante estes plantões, os tutores deverão
orientar os alunos visando ajudá-los a superar as dificuldades que se lhes apresentam
quanto à aprendizagem dos conteúdos, inserção no curso, organização do tempo de
estudo, realização das atividades de estudo programadas.

14. ACOMPANHAMENTO DO ALUNO
Para o acompanhamento do aluno durante o curso, o Colegiado do curso
utilizará, além da tutoria, orientador acadêmico e professores, telefone, e-mail e se
necessário, a correspondência impressa.
O aluno terá um acompanhamento sistemático e contínuo em seu processo de
estudo e em suas atividades escolares, feito pelo tutor local, que irá anotando suas
observações em fichas próprias de registro, e pelo tutor coordenador, através das
ferramentas de avaliação oferecidas pela plataforma do curso.
Serão observados e analisados, entre outros: método de estudo do aluno;
empenho na realização das atividades propostas; interesse e a iniciativa para a leitura,
estudo e a pesquisa; participação nas atividades presenciais; participação nas
videoconferências e nos fóruns; capacidade de questionar, refletir e criticar os
conteúdos e abordagens propostas na disciplina; interlocução com os tutores e colegas
de curso; acompanhamento das discussões e abordagens propostas no material didático.
Se necessário, o aluno será aconselhado a reavaliar seu método de estudo. Neste
caso, os professores tutores providenciarão aconselhamento e/ou providenciarão
intervenções para ajudá-lo a superar as dificuldades de aprendizagem identificadas.

15. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
O processo avaliativo se dará durante todo o desenvolvimento do curso, tendo
como pressupostos básicos a avaliação participativa e processual, atendendo aos
diversos níveis de avaliação, tais como: a avaliação da aprendizagem, do material
utilizado, da metodologia tanto do professor quanto do curso.

A avaliação didático-pedagógica está fundamentada numa perspectiva
emancipatória onde o aluno, a partir da reflexão da sua prática pedagógica associando-a
aos conceitos teóricos discutidos ao longo do curso permita-lhe desenvolver uma
proposta de autonomia pessoal e desenvolvimento profissional que extrapole os
modelos tradicionais de avaliação.
A importância desta avaliação processual, nos seus diversos níveis, constitui-se
uma prática constante de realimentação, possibilitando as intervenções que se fizerem
necessárias, como forma de minimizar os possíveis óbices do processo. O processo
avaliativo da aprendizagem desenvolve-se de forma quantitativa e qualitativa de acordo
com as normatizações da UFAL.
Como forma de garantia da qualidade do curso, através do atendimento ao
aluno e salvaguardando a prática docente, torna-se necessária à implementação de duas
etapas nesse estágio avaliativo: a avaliação do professor pelo aluno; e a auto-avaliação
do professor no Colegiado de Curso. Tal forma de avaliação proporciona uma maior
fidedignidade ao trabalho docente, detectando aptidões e embasamento teóricometodológico que se faz necessário na metodologia a distância.
Nesse nível, a avaliação inicia-se desde o processo de planejamento
perpetuando-se ao longo de todo o desenvolvimento do curso, além de subsidiar a
possível reoferta desse projeto.
A avaliação da aprendizagem na EAD apresenta as seguintes características:
aberta: utilizando-se de mais de um meio para a realização (textos, pesquisas,
questionários, impressos), realizável a qualquer momento, dependendo mais do aluno
e de seu próprio processo de aprendizagem que das especulações e conveniências do
docente. A avaliação aberta é seguida da atitude prescritiva do professor que oferece
informações sobre os erros cometidos e suas possíveis causas, orientando sobre a
resposta correta.
A avaliação da aprendizagem consiste de um processo sistemático, continuado e
cumulativo que contempla: diagnóstico, acompanhamento, reorientação e
reconhecimento de saberes, competências, habilidades e atitudes; diferentes atividades,
ações e iniciativas didático-pedagógicas compreendidas em cada componente curricular;
análise, a comunicação e orientação periódica do desempenho do aluno em cada
atividade, fase ou conjunto de ações e iniciativas didático-pedagógicas; prescrição e/ou
proposição de oportunidades suplementares de aprendizagem nas situações de
desempenho considerado insuficiente em uma atividade, fase ou conjunto de ações e
iniciativas didático-pedagógicas. O processo de avaliação da aprendizagem constará de:
a) Exercícios avaliativos: exercícios pertinentes aos módulos didáticos. Ao término de
cada módulo, constará um conjunto de exercícios avaliativos. A interatividade dos
alunos entre eles, com os professores tutores e orientadores acadêmicos é fortemente
estimulada na realização dos exercícios avaliativos, visando a implementar processos de
ensino e aprendizagem de sucesso. Nos polos de EAD, incentiva-se também, os alunos
a trabalharem em grupo, utilizando as TIC disponíveis. Tais exercícios, bem como um
relatório sucinto, a respeito das atividades desenvolvidas, a ser elaborado pelos tutores,
serão enviados aos professores formadores.
b) Avaliações a distância: essencialmente de caráter formativo. Podem se constituir, de
acordo com a essência do módulo, de trabalhos enviados para os polos pelos tutores e
por eles corrigidos, ou de exames a distância, com prazo para retorno das soluções.
Atividades avaliativas através das quais procurar-se-á verificar seu processo de
construção dos conhecimentos proposto pelo módulo ou atividade de curso, bem como
seu progresso na aquisição de habilidades e competências previstas. Elas serão
elaboradas pelo professor do módulo e discutidas com os tutores coordenadores. A

escolha dos instrumentos para obtenção de dados e informações envolverá trabalhos
escritos individuais ou em grupo; relatórios de projetos ou de pesquisas; participação
em trabalhos, seminários; provas; estudo de caso, preparação e análise de planos;
observação de aulas; entrevistas; memorial; monografia; exercícios; redação de textos;
elaboração de material didático, comentários e resenhas sobre textos e vídeos; resolução
de problemas, solução de casos práticos. Essas avaliações, devem incluir atividades em
grupo, para estimular a interação entre estudantes para compartilhar as dificuldades e
buscar soluções para os problemas.
c) Avaliações presenciais: os alunos realizarão, nos polos, uma avaliação presencial ao
final de cada módulo, considerando a exigência legal do MEC para os cursos a
distância. Os instrumentos e estratégias escolhidos deverão estar articulados com os
objetivos, os conteúdos e as práticas pedagógicas adotadas. A avaliação será elaborada
pelo especialista do módulo e discutida com os professores tutores. O processo de
impressão, empacotamento e transporte da avaliação será acompanhado pelo colegiado
do curso, pelos tutores que também estarão presentes nos polos no momento de sua
aplicação.
d) Autoavaliação: deverá permear o material didático levando o aluno a avaliar seu
progresso e a desenvolver estratégias de metacognição ao se conscientizar dos diversos
aspectos envolvidos em seus processos cognitivos. A autoavaliação auxiliará o
estudante a tornar-se mais autônomo, responsável, crítico, capaz de desenvolver sua
independência intelectual. O aluno realizará as atividades de autoavaliação que se
encontram no material didático. Sendo uma forma de auto-observação e de
autoconhecimento, elas permitirão que o aluno avalie o seu progresso e desenvolva
estratégias de metacognição ao se conscientizar dos diversos aspectos envolvidos nos
seus processos cognitivos. A autoavaliação auxiliará o aluno a tornar-se mais autônomo,
responsável, crítico, capaz de desenvolver sua independência intelectual.
A avaliação possibilitará ao aluno verificar os resultados que vai alcançando no
processo de aprendizagem e, se necessário, mudar sua forma de participação no curso:
empenhando-se mais, dando maior atenção às atividades e disciplinas em que encontra
maior dificuldade, revendo seu método de estudo, planejando melhor seu tempo. À
equipe pedagógica do curso, ela possibilitará o acompanhamento do desempenho
escolar de cada licenciando, de modo a identificar aspectos que demandem atenção
especial, visando buscar meios de ajudá-lo a superar suas dificuldades. Aos
responsáveis pela gestão do curso, a avaliação de desempenho do aluno servirá como
fornecedor de “pistas”, apontando para a necessidade de mudança da prática
pedagógica, de revisão dos materiais didáticos, do desenvolvimento do curso e do
próprio processo avaliativo.
A avaliação da aprendizagem será conduzida visando: (1) acompanhar o
desempenho escolar de cada licenciando, de modo a identificar aspectos que demandem
maior atenção; (2) identificar formas de apoiar os alunos; (3) verificar se os objetivos e
metas do curso e das disciplinas estão sendo alcançados; obter subsídios para
aperfeiçoamento do curso.

16. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional
e uma avaliação do desempenho acadêmico - ensino/aprendizagem, de acordo as
normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo
de implementação do referido projeto político pedagógico do curso.

Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão ampla do
projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados que busquem
encontrar suas deficiências, se existirem.
O Curso será avaliado, também e fundamentalmente, pela sociedade através da
ação-intervenção docente/discente expressa na produção científica e nas atividades
concretizadas no âmbito da extensão universitária e estágios curriculares.
O Curso seguirá o roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das
condições do ensino. Este integra procedimentos de avaliação e supervisão a serem
implementados em atendimento ao artigo 9º, inciso IX, da Lei nº 9.394/96 – Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A avaliação em questão contemplará os
seguintes tópicos:
 organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação e material didático;
 corpo docente: formação acadêmica e profissional, condições de trabalho; atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
 infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.

ANEXO 1: REGULAMENTO GERAL DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE

CURSO DO CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
– UAB/UFAL
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - O presente regulamento objetiva normatizar o Trabalho Monográfico,
denominado genericamente como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), como
atividade obrigatória para obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação a
Distância pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL.
Parágrafo Único – a obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação requer o
cumprimento das exigências deste Regulamento.
Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação a Distância tem como objetivo capacitar o aluno a aplicar os conhecimentos
obtidos durante o curso de forma integrada, sob a supervisão de um professor
orientador, por meio da elaboração de um trabalho de pesquisa pura ou pesquisa e
desenvolvimento.
Art. 3º - O TCC será desenvolvido com base nas orientações da disciplina obrigatória,
denominada de Trabalho de Conclusão de Curso.
§ 1º - Esta disciplina terá carga horária de 120h (cento e vinte) horas/aula, a ser
desenvolvida até o decorrer do último semestre do curso e deverá contemplar aspectos
teóricos e metodológicos do Trabalho de Conclusão de Curso, bem como possibilitar ao
discente a elaboração do projeto a ser apresentado ao Orientador para aprovação.
Art. 4º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será desenvolvido por meio de
pesquisa individual ou em dupla, relatada na forma de trabalho científico e terá como
finalidade:
I. Possibilitar ao discente a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições para a publicação
e apresentação de trabalhos científicos;
II. Sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso;
III. Garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional,
inserida na dinâmica organizacional;
IV. Aprofundamento temático numa área do curso de graduação;
V. Desenvolvimento da capacidade crítico-reflexiva de interpretação e aplicação de
conhecimentos na formação profissional.

CAPÍTULO II
CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO TCC
Art. 5º - Para a realização do TCC são exigidas as seguintes condições:
I. Matrícula na disciplina correspondente;
II. Livre escolha do tema, matéria ou objeto de estudo, pelo aluno, respeitada a relação
com os conteúdos e as atribuições profissionais do curso;

III. Orientação técnico-científica, acadêmica, metodológica e acompanhamento de
professor integrante do quadro de pessoal docente do curso.
Art. 6º - A Monografia deverá ser construída de acordo com as orientações do Curso,
que têm como base as normas mais atuais da ABNT, no que diz respeito à elaboração de
trabalhos científicos.
CAPÍTULO III
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 7º - A equipe articuladora do TCC é constituída pelos seguintes membros:
I. Coordenador de TCC: responsável pelo acompanhamento e administração global do
TCC;
II. Professor de TCC: professor do Curso de Sistemas de Informação e responsável pela
disciplina no semestre em questão, onde serão desenvolvidas as atividades de
estruturação do TCC de acordo com o Plano de Curso da disciplina;
III. Tutores: responsáveis por acompanhar e interagir com os alunos na disciplina;
IV. Orientador: professor responsável pela orientação ao aluno, segundo afinidade
teórica e ou prática deste com o tema;
V. Co-orientador: professor (titulação mínima de especialista) interno ou externo a
Universidade Federal de Alagoas - UFAL, vinculado à área de pesquisa, responsável
pela coorientação ao aluno;
VI. Aluno: estudantes matriculados na disciplina de TCC do curso de Sistemas de
Informação a Distância, responsável pela construção do TCC.
Art. 8º - Compete ao Coordenador de TCC:
I. Administrar e supervisionar de forma global a elaboração dos TCC de acordo com
este regulamento;
II. Mediar às relações entre alunos e orientadores;
III. Participar diretamente na avaliação de propostas de TCC;
IV. Orientar os acadêmicos na escolha de professores orientadores;
V. Informar a estrutura e apresentação do TCC ao Orientador;
VI. Cumprir os procedimentos administrativos referentes à disciplina TCC;
VII. Manter contato com os Orientadores do TCC, visando o aprimoramento e solução
de problemas relativos ao seu desenvolvimento;
VIII. Coordenar o processo de constituição de Bancas Examinadoras definindo um
cronograma de apresentação dos TCC´s bem como coordenar as demais avaliações
necessárias ao desenvolvimento dos trabalhos;
IX. Apresentar este Regulamento aos Orientadores de TCC;
X. Coordenar a apresentação dos TCC’s;
XI. Gerenciar os projetos e arquivar documentos referentes aos TCC’s;
XII. Articular e compatibilizar as diretrizes, organização e desenvolvimento dos
trabalhos;
XIII. Organizar a listagem de alunos por orientadores;
XIV. Coordenar, quando for o caso, o processo de substituição de orientadores,
XV. Coordenar o processo de constituição de bancas examinadoras e definir o
cronograma de apresentação dos trabalhos a cada semestre letivo.
Art. 9º - Compete ao Professor de TCC do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação a Distância:

I. Fornecer as orientações gerais do TCC e deste regulamento aos alunos e acompanhálos durante o semestre;
II. Divulgar aos alunos a lista dos professores orientadores e das linhas de pesquisa de
Sistemas de Informação disponíveis para o TCC, no início de cada semestre letivo;
III. Submeter a lista de temas e respectivos orientadores ao Coordenador para
aprovação;
IV. Proceder os registros referentes aos trabalhos e demais atividades dela decorrente;
VI. Organizar as Bancas Avaliadoras dos projetos e elaborar o calendário de suas
atividades.
Art. 10 - Compete ao Orientador de TCC do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação a Distância:
I. Disponibilizar um horário de atendimento ao aluno, independentemente de seu regime
de trabalho;
II. Orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as suas
fases;
III. Estabelecer o plano e cronograma de trabalho em conjunto com o discente;
IV. Informar o orientando sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação
respectivos, bem como verificar a autenticidade dos documentos produzidos;
V. Presidir a Banca Examinadora do trabalho orientado;
VI. Registrar a frequência, o acompanhamento e a nota final da Banca Examinadora;
VII. Propiciar ao aluno orientação referente à metodologia científica e técnicas de
apresentação do trabalho científico;
VIII. Supervisionar a utilização da bibliografia e das fontes;
IX. Comunicar à Coordenação de TCC, quando solicitado, sobre o andamento do
processo de orientação;
X. Informar qualquer anormalidade no que diz respeito ao desenvolvimento da
orientação do TCC e à assiduidade do orientando às reuniões de atendimento e
orientação à Coordenação de TCC;
XI. Avaliar o trabalho final e aprovar ou não o envio de cópias para a banca
examinadora. Ao conceder esta aprovação o Professor Orientador estará avalizando o
trabalho realizado pelo acadêmico;
XII. Garantir a correção de eventuais alterações solicitadas pela banca examinadora
quando da apresentação final, relativas ao projeto sob sua orientação;
XIII. Cada professor poderá ter no máximo 05 (cinco) orientandos em TCC, por
semestre.
Art. 11 - É facultativa a existência do co-orientador, sendo a sua presença definida em
comum acordo entre o professor orientador, a Coordenação e o aluno.
Art. 12 - Compete ao Co-orientador de TCC do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação a Distância:
I. Assessorar o aluno, fornecendo-lhe subsídios para realização das etapas do TCC;
II. Manter estreita vinculação com o orientador, fornecendo-lhe subsídios para análise e
avaliação de etapas do trabalho;
III. Exercer e/ou praticar outros atos por delegação do orientador.
Art. 13 - Compete ao Aluno de TCC do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação a Distância:
I. Informar-se sobre as normas e regulamentos do TCC;

II. Cumprir as normas e regulamentos do TCC;
III. Cumprir o plano e cronograma estabelecido em conjunto com o seu orientador,
justificando eventuais ausências e confirmando orientações recebidas;
IV. Respeitar o horário de atendimento estabelecido com o Orientador;
V. Escolher o tema, conforme orientações deste Regulamento;
VI. Escolher o Orientador; conforme orientações deste Regulamento;
VII. Elaborar uma proposta de trabalho, desenvolver essa proposta e a monografia, sob
a supervisão do Orientador, com critérios de ética e autenticidade, respeitando, no uso
de citações, as normas autorais e da ABNT;
VIII. Apresentar, no prazo determinado pelo professor da disciplina, o trabalho escrito,
dentro dos padrões exigidos;
IX. Participar de reuniões e outras atividades para as quais for convocado pelo
Orientador ou pelo Professor da Disciplina TCC.
CAPÍTULO IV
DA DEFESA E AVALIAÇÃO
Art. 14 - Critérios para apresentação do TCC na Banca Examinadora:
I. A apresentação oral do TCC está condicionada à aprovação da disciplina TCC, que
servirá como etapa de qualificação do trabalho;
II. A apresentação oral do TCC perante banca é obrigatória para todos os alunos;
III. A Coordenação de TCC deverá estabelecer um período para entrega das
Monografias, sendo publicado, após o mesmo, o cronograma das bancas avaliadoras do
semestre letivo, informando data, local, horário e composição da mesma;
IV. O cronograma das bancas avaliadoras será publicado no Ambiente Virtual de
Aprendizagem. O aluno deverá buscar essa informação na Coordenação do curso, dando
o seu ciente;
V. Bancas agendadas não serão prorrogadas. Casos excepcionais serão analisados,
mediante requisição por escrito do aluno;
VI. O aluno deverá comparecer no dia fixado para a defesa do TCC com 30 (trinta)
minutos de antecedência, observado o horário marcado para tanto;
VII. O aluno terá de 15 (quinze) minutos a 30 (trinta) minutos para apresentar o seu
trabalho e outros 20 (vinte) minutos para responder questionamentos da banca
examinadora.
Art. 15 - A avaliação do TCC compreende:
I. Acompanhamento contínuo pelo professor orientador;
II. Avaliação final pela Banca Examinadora;
III. A avaliação do TCC será documentada em ata elaborada pelo presidente da Banca,
onde devem constar as notas que cada examinador atribuiu ao aluno, com as respectivas
assinaturas.
Art. 16 - A banca examinadora de para avaliação do TCC será composta pelo
orientador, seu presidente, e mais dois professores indicados pelo Orientador em
comum acordo com a Coordenação de TCC.
§1º - A critério do Orientador de TCC, poderá integrar a Banca Examinadora: um
docente de outra instituição ou profissional considerado autoridade na temática do TCC
a ser avaliado.
§2º - Somente um dos membros da Banca Examinadora poderá ser externo à instituição
desde que preencha os seguintes requisitos:

I. Conhecimento do regulamento de trabalho de Conclusão de Curso de Sistemas de
Informação a Distância;
II. Apresentação da síntese de curriculum vitae;
III. Não acarrete ônus para o Curso.
Art. 17 - A avaliação do TCC pela Banca Examinadora envolverá a apreciação do
trabalho escrito, de acordo com as normas do TCC.
Art. 18 - A nota mínima para aprovação do TCC é 7,0 (sete).
Parágrafo único - Não atingida nota 7,0 (sete), o aluno deverá reformular o trabalho,
segundo as indicações da Banca Examinadora, e reapresentá-lo no período destinado
pelo Coordenador de TCC.
Art. 19 - O processo de avaliação compor-se-á de análise dos seguintes aspectos:
I.
Titulo adequado, relacionado com o conteúdo do trabalho, observância das
normas de apresentação de trabalhos técnico-científicos e metodologia em
conformidade com as normas atuais da ABNT.
II. Delimitação do tema, formulação do problema, hipóteses e/ou suposições,
objetivos claramente definidos, boa fundamentação teórica e pesquisa
bibliográfica adequada;
III. Termos e conceitos importantes definidos;
IV. Revisão da literatura organizada e atualizada;
V. Metodologia atualizada para resolver o problema adequadamente e corretamente
aplicado;
VI. Conclusão estabelecida de forma clara e coerente com a apresentação dos dados e
cumprimento dos objetivos descritos na monografia;
VII. Relato descrito com clareza;
VIII. Apresentação oral do trabalho/implementação de forma clara e consistente,
criatividade, ideias inovadoras, capacidade de argumentação, pertinência e/ou
relação com temas relacionados à temática do curso;
IX. Respostas satisfatória às arguiições da Banca Examinadora.
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 20 - Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do
Curso de Sistemas de Informação a Distância da Universidade Federal de Alagoas UFAL.
Art. 21 - Este regulamento entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.

ANEXO 2 - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO
CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Art. 1º - O presente regulamento tem como finalidade normalizar as atividades
complementares do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação a Distância da
Universidade Federal de Alagoas para o cumprimento das orientações das Diretrizes
Curriculares Nacionais emanadas do Conselho Nacional de Educação e Secretaria de
Ensino Superior do Ministério de Educação.
Art. 2º - Atividades Complementares são elementos constituintes do currículo do Curso
que propiciam conhecimento relevante para o processo ensino-aprendizagem, conforme
os critérios de interdisciplinaridade, transversalidade, autonomia e de flexibilização
curricular. Estas potencializam a relação entre ensino, pesquisa e extensão.
Art. 3º - As atividades complementares terão a duração de 160 horas e poderão ser
realizadas a partir do primeiro período letivo e continuam durante Integralização do
curso, obedecendo às orientações específicas das Resoluções 1 e 2 de 2002 da Câmara
de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.
Art. 4º - Serão consideradas atividades complementares de graduação a participação do
aluno em: congressos, simpósios, seminários, conferências, palestras, fóruns, estudos
dirigidos, oficinas, disciplinas extracurriculares, projeto pesquisa, projeto e curso de
extensão universitária, trabalhos acadêmicos, monitorias, estágios profissionais,
representações discentes, curso de língua estrangeira, dentre outras possibilidades
específicas de cada área.
§1º - As atividades complementares serão consideradas válidas para efeito de carga
horária, aquelas realizadas a partir do início do Curso. Com exceção de disciplinas
extracurriculares que devem se orientar pelo art. 10º deste Regulamento.
§2º - Os estágios obrigatórios e os trabalhos de conclusão do curso não podem ser
considerados como Atividades Complementares.
§3º - Quando o aluno ingressar por meio de transferência de outra instituição de ensino
superior, é possível aproveitar aquelas atividades desenvolvidas naquele curso, cabendo
à Coordenação do Curso analisar a pertinência ou não da atividade e atribuir-lhe carga
horária.
Art. 5º - Deverá haver um equilíbrio entre as várias possibilidades de atividades
complementares ao longo do curso, existindo limite máximo de horas da mesma
atividade, descriminado em documento intitulado “Orientações sobre o cumprimento da
carga horária das atividades complementares”
Art. 6º - A Coordenação do Curso fará análise, registro e arquivo das atividades
complementares.
Art. 7º - A cc deverá informar os tipos e limites de horas a serem aproveitadas e,
organizar procedimentos para o registro das horas de atividades complementares.

Art. 8º - As atividades complementares constarão no Histórico do aluno.
Não receberá certificado de conclusão de curso o aluno que não tiver cumprido as 160
(cento e sessenta) horas de atividades complementares e cujos documentos
comprobatórios não tiverem sido enviados à Universidade de Federal de Alagoas.
Art. 9º - Poderá ser computada a carga horária de disciplina cursada na Universidade
Federal de Alagoas, ou em outra instituição de ensino superior credenciada pelo
Ministério da Educação, que não tenha sido aproveitada anteriormente, cuja temática
seja relacionada à área de formação do curso e cuja data de conclusão seja inferior a
cinco anos, tendo como referência o início do Curso de Bacharelado em Sistema de
Informação a Distância da UFAL.
I. Os programas dessas disciplinas deverão atender a todas as exigências legais previstas
regimentalmente para os casos de aproveitamento de disciplinas.
II. A carga horária para o aproveitamento de disciplina será em horas e deverá constar o
seu programa assim como a Instituição de origem.

Art. 10 - Compete a Coordenação do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
a Distância dirimir dúvidas, referentes à interpretação deste Regulamento, bem como
suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários.
Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso.